quinta-feira, 23 de março de 2017

Profissionais da área abordam ferramentas de PNL para seu crescimento pessoal e profissional


Para celebrar seus vinte e cinco anos de trabalho com a Programação Neurolinguística – PNL, ciência que estuda o funcionamento de cérebro humano desde o instante em que ele capta as informações do meio ambiente, a psicóloga Deborah Epelman, uma das pioneiras em trabalhar com PNL no Brasil e fundadora da PAHC, Sociedade Brasileira de Programação Autoconhecimento e Comunicação, pensou em organizar um livro, com vários artigos, escritos por ex-alunos, mostrando como a PNL fez/faz diferença na vida deles e de seus alunos/clientes.
Curiosamente, mesmo tendo “convocado” seus mais de mil ex-alunos formados pelo instituto, e tendo feito uma criteriosa seleção dos que deveriam ser publicados, 25 textos foram os escolhidos para constar na coletânea FERRAMENTAS DE PNL - Profissionais da área abordam ferramentas de PNL para seu crescimento pessoal e profissional (Editora Leader, 272 p, R$ 59,50). A entrada de cada um dos textos, no livro, deu-se não em ordem alfabética do título ou do autor, e sim, por ordem cronológica, do mais antigo ao mais recente profissional de PNL.
Os artigos pontuam como a PNL pode ser empregada em diferentes áreas, além do desenvolvimento pessoal – sempre a primeira a ser lembrada – odontologia, educação, escolha e mudança de carreira, coaching e autocoaching, relações interpessoais, inteligência emocional, crenças e valores, criatividade, saúde, dublagem e até mesmo xamanismo, também fazem parte do amplo leque de possibilidades.

Com isso, em FERRAMENTAS DE PNL os autores abordam com clareza dicas e estratégias para uma aula dinâmica com foco na comunicação eficaz e na alta performance entre aluno e professor, não deixando fora do contexto as experiências e ações de importantes e renomados profissionais que agregam e utilizam, há anos, os mais eficientes métodos e técnicas praticadas na Programação Neurolinguística.

No prefácio, Robert Dilts – reconhecido mundialmente NPL University Santa Cruz, California, um dos pioneiros na prática e nos estudos da Programação Neurolinguística – diz que esta obra é “um esforço de colaboração excepcional, é também um exemplo de como a inteligência coletiva é a chave para o futuro da PNL. À medida que compartilhamos ideias e aplicações uns com os outros, estimulamos novas ideias e aplicações em outras áreas”.

Ana Beatriz Barbosa Silva e Andréa Duarte lançam livro no Rio de Janeiro

O livro Horizonte Vertical marca a estreia da autora best-seller Ana Beatriz Barbosa Silva na ficção. Escrito em parceria com a médica Andréa Duarte, a obra mescla ficção e realidade em um enredo intrigante, que discute o futuro do homem e as barreiras entre tempo e espaço. O evento de lançamento acontece na próxima segunda-feira (27/03), a partir das 19h, na Livraria Travessa do Shopping Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Advogado apaixonado por literatura, sobretudo, Cortázar e Kafka, lança seu primeiro romance

Carlyle Popp ambientou sua obra tendo Curitiba como cenário, cidade adotada por ele desde 1971

Acaba de chegar às livrarias a obra O senhor na minha história, primeiro romance de Carlyle Popp, autor catarinense, radicado em Curitiba desde o início dos anos 1970, conhecido nacionalmente nas letras jurídicas. A obra foi publicada pela Editora InVerso.

É um livro sobre protagonistas e coadjuvantes, amizade, amor e ódio. Sobre a constante busca da própria identidade, sobre a vida, o desejo e a morte. Tudo isso tendo Curitiba como pano de fundo.

Ao longo do texto, numa leitura fluida e prazerosa, o autor assevera se somos o protagonista da nossa existência ou, de maneira mais sutil e elegante, quem é o diretor de teatro da nossa vida? Se fazemos nossas escolhas livremente e se nos responsabilizamos pelas nossas ações ou ainda se vivemos à reboque dos acontecimentos, das circunstâncias e dos outros?


Assim, do início dos anos 1970 até o começo dos anos 2000, o protagonista trafega por Curitiba, onde passa sua infância, marcada principalmente por dois episódios: a geada negra de 1975 e a epidemia de meningite, eventos que se destacaram e que deixaram marcas na sua memória.

Os desafios da adolescência, o primeiro amor e suas amizades. Um herói domina sua vida e inaugura rupturas, alegrias e tristezas que consequentemente contaminariam sua vida adulta. Frustrações e o fardo de uma convivência fraterna transformada em ódio desfilam por todo o livro. Sua atividade como agente de viagem permite que a história tenha, também, Madri, Paris e Londres como cenário.

A dor o aliena, esvaziando sua existência. A tragicomédia passa a dominar este romance de formação até que, em suas páginas finais, a loucura passa à condição de personagem principal. Matar Salésio, antagonista de sua vida, transforma-se em desejo fundamental. Muitas tentativas até que, enfim, consegue. Teria ele realmente conseguido?

Em O senhor na minha história, Carlyle Popp cativa seus leitores e os deixa inquietos, vidrados nos hábitos e no comportamento dos personagens, que são muitos. Memória, realidade e ficção se envolvem no enredo. Virar a próxima página e o destino de cada um dos personagens impele a continuidade da leitura.
  

Sobre o autor:
Calyle Popp é homem de letras jurídicas. Advogado, professor em cursos de graduação e pós-graduação; Mestre em Direito Público pela UFPR e Doutor em Direito Civil pela PUC/SP. Sua experiência como advogado o fez descobrir que no Direito existe certa carga ficcional. Com isso, enveredou pelas trilhas do relacionamento entre o direito e a literatura.


Na ficção, coordenou e escreveu nas antologias Instruções à Cortazar: homenagem de cronópios, famas e esperanças (Juruá Editora, 2014) e Kakfa: uma metamorfose inspiradora (Juruá Editora, 2015). É membro do Instituto dos advogados do Paraná, da Academia Paranaense de Letras Jurídicas, do Conselho Editorial da Juruá Editora, do Instituto de Direito Privado e da Academia Luminescência Brasileira (ALUBRA). Luta para ser um cronópio, diretor de teatro de sua própria existência, embora reconheça não ser fácil. O senhor da minha história é seu primeiro romance.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Repórter Francisco José lança, no Rio de Janeiro, livro de memórias: “40 anos no ar”


O jornalista Francisco José acaba de lançar o livro 40 anos no ar – A jornada de um repórter pelos cinco continentes, com o selo da Globo Livros, em evento realizado na Livraria Argumento do Leblon, no Rio de Janeiro. O prefácio é assinado pela jornalista da TV Globo Sonia Bridi, e a orelha pelo repórter especial Marcello Canellas. 

Ícone da reportagem da maior emissora de televisão do país, Francisco José reúne em seu livro histórias sobre sua trajetória no jornalismo e os bastidores de suas melhores reportagens mundo afora. Com vasta experiência na área de esportes – cobriu seis Copas do Mundo e duas Olimpíadas -, se especializou, ao longo dos anos, em temas sociais, ambientais e culturais.

  

O perfil humanista e o espírito aventureiro levaram Chico José a percorrer o mundo, de um extremo a outro do planeta, atrás de boas histórias para contar aos brasileiros. Ao longo de sua vasta carreira, ele foi defensor incansável da causa indígena, desbravou matas virgens, filmou pela primeira vez espécies ameaçadas de extinção e foi um dos responsáveis por revelar Fernando de Noronha, um patrimônio natural da humanidade, para o mundo. Além disso, comandou por trinta anos os debates políticos da Globo Nordeste e por meio de suas famosas transmissões do carnaval de rua de Recife e Olinda tornou-se um dos maiores divulgadores da cultura pernambucana para o restante do país. 

Em 40 anos no ar, Francisco José também relembra momentos tensos de sua trajetória jornalística, como a cobertura da Guerra das Malvinas, conflito militar entre Argentina e Reino Unido, ocorrido entre 2 de abril e 14 de junho de 1982, quando foi um dos poucos jornalistas estrangeiros infiltrados no campo de batalha. Chico também relata a cobertura de um dos primeiros grandes assaltos a banco ocorridos no Brasil, na década de 1980, em que se ofereceu para substituir uma refém e foi levado como prisioneiro pelos bandidos, em uma perseguição que durou horas pelas estradas nordestinas. Outra passagem narrada no livro fala sobre a reportagem sobre a visita histórica do papa João Paulo II à Coréia do Sul e à Tailândia, em 1984.



40 anos no ar apresenta texto narrativo, objetivo, em um estilo jornalístico, segundo o próprio autor “exatamente como conto as minhas histórias ou como falo na TV”. Chico revela não só “o que acontece por trás das câmeras, mas os fatos que não foram ao ar, os micos nunca revelados, os desencontros e os grandes encontros”.

A apresentação ficou por conta do repórter do Globo Rural, José Hamilton Ribeiro, que explica o “Fenômeno Chico José na televisão”, apontando algumas passagens marcantes do livro, “como os momentos de aperto, quando o profissional teve de se superar, no mar com um companheiro passando mal, dentro de um carro com revólver na cabeça, numa aldeia indígena, tendo de peitar autoridade para conseguir assistência médica para uma jovem”.


Sobre o autor

Francisco José nasceu na cidade do Crato, interior do Ceará, e cresceu em Recife, em Pernambuco. É repórter da TV Globo há quarenta anos. Já cobriu guerras, Copas, Olimpíadas e acumula mais de 2 mil reportagens produzidas nos cinco continentes, nos sete mares e nas extremidades norte e sul do planeta.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Biografia traz a história da passista Maria Lata D’Água


Ícone do carnaval carioca, Maria Mercedes Chaves Roy, 83 anos, desfilou por 45 anos na Sapucaí, pela Salgueiro, Portela, Estácio de Sá, Padre Miguel e Beija-Flor

Uma história de superação e fé é o que o leitor encontra nas páginas do livro Lata D'água na cabeça – Da passarela ao Sacrário, um lançamento da Editora Canção Nova. Missionária da Comunidade Canção Nova desde 2004, Maria Mercedes Chaves Roy, 83 anos, é a mulher que inspirou a marchinha carnavalesca “Lata d’água na cabeça”, de Luís Antonio e Jota Júnior, em 1952.


A partir de uma linguagem simples e atraente, o livro traz a história da ex-passista nascida em Diamantina (MG) que, na infância, acompanhada pela mãe, pegava água numa bica para suprir a necessidade da família. Aos 11 anos, ela foi morar no Rio de Janeiro (RJ), onde dos 13 aos 16 anos foi menina de rua. Começou a beber e até os 33 anos viveu na prostituição.

Ícone do carnaval carioca, sambou pela primeira vez com uma lata cheia de água (20 litros) na cabeça aos 18 anos. “Na avenida, saía dançando apenas nas pontas dos dedos. Ajoelhava e sentava no chão, esticava as pernas, sentava nos pés, como uma bailarina, equilibrando a lata apenas com o pescoço. Não deixava cair nenhuma gota de água para fora!”, conta Maria, que desfilou por 45 anos na Sapucaí, pela Salgueiro, Portela, Estácio de Sá, Padre Miguel e Beija-Flor, além de fazer turnê por toda a Europa.

O livro também reúne fotos inéditas da carreira artística de Maria Lata D'água e de momentos importantes da sua vida, como seu casamento com um conde suíço e seu trabalho como missionária católica.

Com a mesma alegria da avenida, ela passou a ser uma “sambista de Deus”, como diz: “Na escola de samba, eu carregava água pura na lata. Hoje, levo a Água Viva, a Palavra de Deus, e o terço”. Na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), Maria faz parte do grupo de intercessão.

A biografia “Lata D'água na cabeça – Da passarela ao Sacrário” está à venda no site loja.cancaonova.comnas lojas Canção Nova pelo Brasil, pelo televendas (12) 3186-2600 ou por meio do catálogo Porta a Porta.

Serviço
Lançamento: Livro “Lata D'água na cabeça – Da passarela ao Sacrário”
Editora: Canção Nova
Preço: R$ 19,90
Televendas (24 horas): (12) 3186 2600

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Nova sede da Mauricio de Sousa Produções é um sonho enfim realizado

Empresa tem cenografia com a Turma da Mônica e compromisso com a sustentabilidade

Depois de quase 30 anos no mesmo endereço, a Mauricio de Sousa Produções acaba de inaugurar sua nova sede. A data escolhida para a mudança não poderia ser mais simbólica: o Dia do Quadrinho Nacional, comemorado em 30 de janeiro. São 3.200 m2 no E-Business Park, complexo empresarial com 160 mil m² de área em um condomínio fechado no bairro da Lapa, em São Paulo.

 Mauricio de Sousa entre os filhos, a Turma da Mônica e funcionários na inauguração da nova
sede da Mauricio de Sousa Produções (Divulgação)
Na nova sede, os 300 colaboradores de 20 departamentos, que vão de Estúdio de Arte a Produção de Parques, Espetáculos e Eventos, trabalham integrados, praticamente sem paredes para separá-los, possibilitando uma maior interface entre as equipes que criam quadrinhos, animações, trilhas sonoras, exposições, licenciamento de produtos, conteúdo digital e novos projetos com os personagens mais queridos do Brasil.

Mauricio de Sousa e funcionários no interior da nova sede da MSP (Divulgação)
A nova casa da Turma da Mônica está sendo totalmente tematizada e se prepara para receber visitações a partir do segundo semestre. Os visitantes serão recebidos em uma entrada exclusiva e poderão acompanhar de perto todo o processo de criação de quadrinhos, além de uma exposição que, entre seus itens, traz a mesa onde Mauricio fez seus primeiros desenhos, há quase 60 anos.  Antes, visitar o estúdio era privilégio de alguns convidados especiais, agora o acesso será ampliado. As informações de como serão feitas as inscrições de grupos interessados na visita só serão divulgadas ao final desse primeiro semestre.

A preocupação com a sustentabilidade une o condomínio, que tem sistema de reaproveitamento de água, e empresa, que leva a sério a coleta seletiva de lixo, com estações centralizadas em cada andar. Para quem gosta de pedalar, o E-Business Park possui dois bicicletários. Na sede da MSP, há um vestiário com chuveiro para os funcionários que escolherem pedalar.


Para o desenhista Mauricio de Sousa, a nova sede é um sonho que está sendo realizado e reflete o atual momento da empresa, que se consolida ao mesmo tempo como líder do mercado de quadrinhos e marca de licenciamento, mais reconhecida pelas famílias brasileiras. Além de ampliar sua audiência nas novas plataformas digitais e junto ao público geek. “O DNA do Grupo Mauricio de Sousa Produções, com criação e inovação constantes, está muito bem representado pela nova sede, que reflete nossa posição como membros ativos da indústria criativa brasileira”, diz Mauricio de Sousa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Legado Olímpico em livro primoroso para fechar o ano

A livraria Blooks do Rio Design Center do Leblon foi o palco para o lançamento do livro As Olimpíadas 2016 e a cidade maravilhosa, de Fernando Dumas e Armando Daudt Neto. Uma publicação da NC Comunicação, com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro.


As Olimpíadas 2016 e a cidade maravilhosa é mais do que um legado. É aquele tipo de livro de mesa que agrada todo mundo, produzido em papel couchê 120 gramas e com belas fotos antigas em P/B e atuais em cores. O historiador Fernando Dumas se debruçou sobre a história de todas as Olimpíadas e a evolução urbana do Rio de Janeiro até 2016. Coube ao jornalista e pesquisador Armando Daudt escrever sobre o legado olímpico e mostrar as mudanças que a cidade passou para receber o maior evento esportivo do mundo.


O resultado é um primor. Bilíngue, o livro traz informações e curiosidades sobre a cidade maravilhosa e registros iconográficos históricos, como a foto do lutador americano Mohamed Ali nas olimpíadas, a avenida Niemeyer em construção, o novo e já popular Porto Maravilha, o golfe olímpico da Barra, elogiadíssimo pelos atletas que por ali passaram, e muitas outras fotos atuais e históricas.


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Coletânea "Anhangaçu" promove a renovação do conto brasileiro


A Dobradura Editorial acaba de lançar o livro de contos Anhangaçu - Nada Será Como Antes, do jornalista e escritor Leandro Carlos Esteves. Com ilustração de Caco Bressane e prefácio de Duca Rachid (autora de novelas, premiada com o prêmio Emmy internacional de 2014), o livro apresenta seis histórias com vários temas sobre momentos de grande transformação humana. "O autor é grande conhecedor do ofício de ser político, sensível àquelas criaturas miúdas, invisíveis, que fizeram a história e/ou foram vítimas dela; como o índio Anhangaçu que assiste incrédulo a transformação de São Paulo em cidade industrial", opina Duca Rachid.


Paulo Lins, autor do consagrado romance "Cidade de Deus", considera esse um dos melhores livros que já leu. "Esse livro retrata a face dos povos que habitam São Paulo, o Brasil e uma parte da América do Sul; um trabalho que vem para sacudir a cena literária brasileira pela habilidade da escrita do autor, pelo seu conhecimento de causa, pela sua sinceridade artística, pela influência de grandes autores, pelo diálogo aberto com a tradição e com a produção atual", ressalta.


A Dobradura Editorial tem seis anos de mercado e já publicou cerca de 100 livros, entre edições próprias, parcerias e prestação de serviços. No seu catálogo encontram-se autores contemporâneos, mas já consagrados, como os poetas Donizete Galvão, Tarso de Melo, Carlos Machado, Ruy Espinheira e Ronaldo Cagiano (ganhador do Jabuti 2016), além da escritora Veronica Stigger, do apresentador de programas esportivos Vladir Lemos e do crítico Carlos Felipe Moisés.


Leandro Carlos Esteves comenta sobre os temas e personagens encontrados em Anhangaçu:  "A formação de São Paulo, a ditadura militar, o sentimento de emancipação e a imigração passam para dentro da gente de uma forma que nos vai fazer relembrar para sempre de Woo, Anhangaçu, Vincenzo Barillari, Fujiô e de tantos outros personagens dos contos desse livro, como lembramos Macunaíma, Gabriela, Capitu, Diadorim e Riobaldo", conta o autor.


O livrocusta R$ 45,00 e pode ser adquirido através do site  
http://www.dobraduraeditorial.com.br/loja/literatura/anhangacu-nada-sera-como-antes/.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Lançado e-book do jornalista Cláudio Nogueira: 'Vamos todos cantar de coração: os 100 anos do futebol no Vasco da Gama'


Biblioteca Digital do Futebol Brasileiro lança mais dois ebooks
Reafirmando o compromisso de lançar 50 ebooks de futebol até o início da Copa de 2018, na Rússia, a livrosdefutebol acaba de lançar mais dois títulos, que já estão disponíveis na Amazon:
1 – Vamos todos cantar de coração: os 100 anos do futebol no Vasco da Gama, de Cláudio Nogueira (foto abaixo) – à venda, por enquanto, na Amazon em https://goo.gl/ZtzHU6.

2 – DataFogo: Números Gloriosos do Botafogo de Futebol, Regatas e outros Esportes, de Claudio Falcão – à venda, por enquanto, na Amazon em https://goo.gl/uZ8IIV.
Centenário vascaíno em e-book

Para celebrar os 100 anos do futebol do Vasco, cujo departamento dedicado a este esporte foi criado na virada de 1915 para 1916, foi lançado o e-book “Vamos todos cantar de coracão: Cem anos do futebol do Vascão”.

Para quem gosta da história do futebol brasileiro, segue um trecho da obra (transcrito do Blog do Nog, Netvasco):

“Camisas Pretas; Expresso da Vitória; Time da Virada, Time do Amor; Machão da Gama; Gigante da Colina; Time de São Januário; Vascão; Almirante; Trem-Bala da Colina.

Todas essas expressões, tão diversas entre si, foram criadas ao longo dos anos para exaltar glórias e conquistas do Club de Regatas Vasco da Gama, uma das equipes de maior destaques do futebol nacional e, em alguns momentos, também internacional. Se nasceu do remo, foi no futebol que se engrandeceu. 

Para isso, o time de futebol, que começou pequeno na virada de 1915 para 1916, embora já fosse um grande no remo, teve de superar rivais aparentemente mais poderosos, dentro e fora de campo. No gramado, nos confrontos 11 contra 11, e fora deles, ao ter-se posicionado firmemente contra os preconceitos raciais e sociais que existiam no futebol carioca desde o fim do século 19 até a década de 20.

Era a época dos Camisas Pretas, assim conhecidos pela cor do uniforme, que também já se tornavam conhecidos pela capacidade de virarem as partidas, em especial no segundo tempo. Campeão carioca logo no ano de estreia em 1923, com um elenco cheio de atletas negros, pobres e semianalfabetos, foi bi em 1924, depois de ter-se recusado a eliminar esses mesmos atletas para ser aceito na nova liga, a elitista Associação Metropolitana de Esportes Athleticos, a Amea. Mais adiante, começou a viver seu melhor período em meados dos anos 40. Uma equipe que foi se formando aos poucos se tornou conhecida como Expresso da Vitória, pelos vários títulos, alguns invictos, como os Cariocas de 1945, 1947 e 1949, além dos de 1950 (o primeiro de um time carioca no Maracanã) e de 1952, que só não foram invictos.

O principal deles se deu a 14 de março de 1948, em Santiago do Chile: o Sul-Americano de Clubes Campeões. Não havendo ainda Campeonato Brasileiro, os vascaínos, campeões invictos do Rio, então Distrito Federal, em 1947, representaram o país. E não decepcionaram. Mesmo diante do favoritismo do Colo-Colo, dono da casa, do Nacional, do Uruguai (país que já havia vencido a primeira Copa do Mundo, em 1930) e do River Plate, campeão argentino de 1947 e que contava com craques como Di Stefano, Labruna e Lostau, prevaleceu a equipe brasileira, treinada por Flávio Costa. Por terem feito a melhor campanha no torneio (pontos corridos), os vascaínos asseguraram a conquista com o 0 a 0 com o River Plate no tempo normal e na prorrogação, mesmo sem poderem contar com seu maior craque, Ademir Menezes, que havia fraturado o pé na segunda partida, mas tendo em Friaça seu artilheiro, com quatro gols. O Sul-Americano foi o melhor presente para os 50 anos do clube, além de ter sido também a primeira conquista do futebol brasileiro no exterior, antes mesmo da seleção.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Gilles Eduar faz sessão de autógrafos de seu novo livro no próximo domingo, no Rio de Janeiro


Obra interativa conta as aventuras de um trio bichos: uma capivara desconfiada, um jacaré atirado e uma arara sabida pelo Brasil afora
Três amigos – um jacaré atirado, uma capivara desconfiada e uma arara sabida – partem do Distrito Federal para uma viagem pelo Brasil. É assim que começa a nova aventura do autor Gilles Eduar na Editora Ática: o livro Brasil de fio a pavio, que terá sessão de autógrafos no próximo domingo, dia 4, na Livraria da Travessa (Shopping Leblon, 2º andar, Rio  de Janeiro), a partir das 16h.

Em cada dupla de páginas, o trio chega a um estado do país e vive uma história relacionada com alguma característica do lugar. No Pará, por exemplo, conhecem em Belém o mercado Ver-o-Peso, a festa do Círio de Nazaré; em Goiás, festas folclóricas, a chapada dos Veadeiros; a arquitetura colonial e os profetas de Aleijadinho, em Minas Gerais. Por meio de texto e ilustrações atraentes, o leitor tem uma visão interessante e um registro rico de cada estado do nosso Brasil.


A obra é interativa e estimula a valorização da identidade brasileira do leitor. Além disso, os personagens, animais da fauna brasileira, travam conversas divertidas chamando a atenção para alguma característica do lugar em que atuam, contextualizando o leitor em cada momento. As ilustrações lúdicas e supercoloridas atraem o olhar infantil para seus detalhes e originalidade. No apêndice no final do livro, há informações sobre as riquezas naturais, culturais e econômicas de cada estado, além de um vocabulário e respostas das atividades e brincadeiras.


Sobre o autor e ilustrador
Gilles Eduar, filho de pais franceses, nasceu na cidade de São Paulo, em 1958. Já trabalhou como artista gráfico, ator, cenógrafo e músico. A literatura infantil surgiu ao trabalhar na livraria do Museu do Louvre, em Paris. Logo o sucesso das primeiras obras, publicadas ainda na França, revelaram seu talento e criatividade. De volta ao Brasil, o sucesso continuou com uma série de livros infantis. Prova disso são os prêmios recebidos, inclusive o Prêmio Jabuti, pelo livro Alfabeto de histórias.


SERVIÇO:
Lançamento e sessão de autógrafos de Brasil de fio a pavio, de Gilles Eduar
Quando: dia 4/12, domingo
Onde: Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Rio de Janeiro)
Horário: a partir das 16h


Ficha técnica
Brasil de fio a pavio
Autor: Gilles Eduar
Páginas: 72
Formato: 23 x 30,5 cm
Faixa etária/ série sugerida: 1º ao 5º ano
Preço de capa: R$ 48,90

Cerrado ganha obra infanto-juvenil da bióloga Nurit Bensusan


Bióloga brasiliense Nurit Bensusan dá início a novo projeto de popularização da Ciência. Autora acaba de ser homenageada com Ziraldo, na 8ª edição da Festa Literária de Pirenópolis


As árvores retorcidas e a vegetação rasteira típicas do Cerrado serviram de inspiração para o novo trabalho da bióloga Nurit Bensusan. Mais do que retratar paisagens, a obra Cerrado: bioma Torto? estimula a reflexão de crianças e adolescentes sobre a desvalorização do segundo maior bioma brasileiro, que possui taxas de desmatamento maiores que as da Amazônia. Da editora Mil Folhas e Três Joaninhas, o livro é o segundo de uma série de títulos com temáticas ambientais, que se iniciou ano passado, com o livro da mesma autora, Dividir para quê? – Biomas do Brasil.

O lançamento será no próximo dia 10 (sábado), às 17h, no café Objeto Encontrado, na Asa Norte (DF). O evento é aberto ao público e contará com a presença do músico Marcello Linhos, que irá apresentar músicas de seu novo CD, Violinha Caipira, todas inspiradas no Cerrado.

 Ao preencher lacunas deixadas por materiais didáticos, Nurit Bensusan conta que seu mais novo projeto consiste em explorar, de forma interessante e instigante, temas específicos que dialoguem com os seis biomas brasileiros. Nas 32 páginas do livro são apresentadas "as várias caras do Cerrado" por meio de curiosidades e referências socioculturais esmiuçadas em uma linguagem simples e bem humorada, com ilustrações divertidas do escritório de design Grande Circular.
 

"Ao iniciarmos esta sequência de cinco obras, buscamos retratar especificamente o Cerrado porque, coitado, além de ninguém dar bola para ele, não há obras desse tipo para as crianças. Nossa intenção é suprir essa lacuna e, claro, aprofundar o tema por vivermos em Brasília, região mergulhada no Cerrado.", comenta a autora, que antecipa conteúdos voltados para os mares, as florestas, a agricultura e a domesticação de espécies nos próximos livros da coleção.



Bioma azarado

Retratado pela pesquisadora como "um bioma azarado", o Cerrado, apesar de ser a origem das bacias hidrográficas do Prata, São Francisco e Tocantins-Araguaia, e possuir mais de 4 mil plantas exclusivas, não recebe, segundo Nurit, a atenção devida da sociedade. Doutora em Educação e mestre em Ecologia, a escritora questiona a percepção de como enxergamos o Cerrado, o que impacta sua conservação nos estados da região Centro-Oeste (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal), além do sul do Pará e Maranhão, interior do Tocantins, oeste da Bahia e Minas Gerais, e o norte de São Paulo.
"Mesmo ele sendo esse bioma super especial, com a maior diversidade de árvores do mundo, o Cerrado teve o azar de estar no Brasil, um país rico em belezas naturais e que possui outros biomas que roubam a atenção. E como as pessoas não são educadas para ver beleza no Cerrado, por ele ser um 'bioma torto' e tido como feio, essa percepção acaba atrapalhando sua conservação", afirma. "E isso é tão gritante que a falta de importância dada ao Cerrado é sinalizada até mesmo em nossa Constituição Federal, que diz que a Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica são patrimônios nacionais, mas o Cerrado....".



Muito além dos ipês

Conhecidos por sua exuberância, os ipês e os flamboyants ganharam status de novos símbolos da Capital, com direito a campanhas sazonais de registros fotográficos. A bióloga vê com preocupação a tendência da "conservação do belo" em meio ao avanço da agricultura e da pecuária, ameaças predominantes na região Centro-Oeste.



"Os flamboyants estão presentes em mais de cem países, mas em Madasgascar, onde ele é nativo, praticamente não existe mais. Então, quando vemos flamboyants por aqui, vemos apenas um lembrete de um bioma que não existe mais e é esse risco que a gente corre com o Ipê. Esta é uma árvore que está cada vez mais ameaçada por ter uma madeira que vale muito dinheiro e, como a floração dela é chamativa, ela é facilmente achada e explorada, levando em mais de 60 anos para se regenerar.", exemplifica.



Finalista do prêmio Jabuti em 2013, Nurit Bensusan também revela em seu oitavo livro infanto-juvenil os primeiros habitantes do Cerrado, os tipos de vegetação, bichos e plantas peculiares do bioma, além da influência deste no dia a dia dos brasileiros. A pesquisadora destaca ainda a importância desse tipo de savana, que trocou o exagero da fauna pela flora em relação às demais, para a regulação do clima e a manutenção de espécies diversas. E faz um alerta: as taxas de desmatamentos do Cerrado são maiores que as da Amazônia.
"A proteção do Cerrado, em áreas de conservação, é outra medida que mostra a pouca importância que esse bioma tem. Somente 8,3% dele estão dentro de unidades de conservação. Esse total não é suficiente para manter a biodiversidade do Cerrado, principalmente porque, fora desses espaços protegidos, a destruição total tem sido a regra", aborda a obra.



O Cerrado é Flicts

Na ocasião da 8ª edição da Festa Literária de Pirenópolis (Flipiri), Nurit Bensusan foi homenageada juntamente com Ziraldo, no último dia 18, durante conferência sobre Literatura e Natureza. Ao antecipar a apresentação do livro Cerrado: bioma Torto?, a escritora aproveitou a presença do grande ídolo do público infantil para brincar com o tema em alusão à história de Flicts, obra de Ziraldo, que aborda uma cor diferente que não se encaixava no arco-íris. "Foi engraçado e conveniente fazer esse paralelo. O Ziraldo gostou bastante da minha adaptação, mas ao final, eu tive que dizer que apesar de flicts ter um lugar especial, porque a lua é flicts, eu espero que o lugar especial do Cerrado não seja na lua", conta.



Serviço:

Data: 10 de dezembro de 2016 (sábado)

Hora: 17h

Local: CLN 102, Bloco B, Loja 56 (Asa Norte)

Classificação: livre

Valor do livro: R$ 40,00

Pontos de vendas: livrarias em geral e site da editora Mil Folhas: http://livraria.iieb.org.br/