terça-feira, 9 de maio de 2023

Jornalista Valéria Vianna lança seu primeiro livro de contos

 

A jornalista niteroiense Valéria Vianna acaba de lançar seu primeiro livro solo, “Contos do Chinelinho Perdido”, em movimentada sessão de autógrafos no MLopes Bristrô, em São Francisco, Niterói.

           

Sob o selo da Afeto Editora, a obra apresenta histórias cotidianas ou “fotografias textuais” – como a autora prefere – que retratam episódios da vida exatamente como poderiam ter sido. Sem buscar exatamente um fim ou uma moral, Valéria reúne textos escritos a partir de observações nascidas ao longo de sua experiência pessoal e na carreira jornalística, com criatividade e estilo singular. Além disso, uma playlist foi acrescida aos contos, apresentando músicas escolhidas a dedo para cada momento da leitura.

 

Valéria Vianna e seu "Contos do Chinelinho Perdido"

“Todos os relatos giram em torno de um mesmo tema apontado no título do livro: chinelinho perdido. Entendido como coisas que ficaram no passado, seja pela passagem do tempo ou porque se perdeu a oportunidade de vivê-las”, pontua a autora. 

 

Sobre a autora:

Valéria Vianna é jornalista bacharelada em Comunicação Social pela Universidade Gama Filho (UGF). Cria de rádio, engrenou na Antena 1 FM após rápidas experiências na Mauá e Fluminense FM. Também atuou como redatora de publicações e de mídias on-line do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Passou pelo jornal O Fluminense e JB (Barra e Niterói). Esteve ainda à frente da editoria de Cultura do JB on-line. Como assessora de imprensa, Instituto Vital Brazil (IVB), Monte Castelo Ideias e, desde 2010, na Prefeitura de Maricá. É especialista e mestre em Literaturas Portuguesas e Africanas em Língua Portuguesa pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

 

Ávida leitora desde que se recorda por gente, Valéria Vianna é apaixonada por grandes autores da literatura nacional e internacional. Lamenta, inclusive, vida tão curta por tanto a se ler e descobrir. Além de Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles, Guimarães Rosa, José Saramago, Sophia de Mello Breyner Andresen, Albert Camus e Mia Couto, autores que a tocam profundamente, Valéria afirma, enfática, que um livro de Dalton Trevisan, “Virgem Louca, Loucos Beijos”, foi um divisor de águas para ela. “Estava na faculdade ainda, quando uma colega de curso me deu de presente. Minha identificação com a escrita concisa dele foi imediata”, diz.

Livro esclarece como lidar com a superação do precedente no direito nacional

 

Advogado Leonardo Duncan Moreira Lima transforma tese de doutorado na obra ‘Superação do Precedente Judicial no Direito Brasileiro’, que vai ser lançado este mês pela editora JusPodivm

 

  Foi em abril de 2021, quando apresentou sua tese de doutorado na PUC-Rio, que o advogado Leonardo Duncan Moreira Lima decidiu transformá-la em livro. “Superação do Precedente Judicial no Direito Brasileiro”, da editora JusPodivm, é uma obra que coloca em discussão como os tribunais devem agir em relação ao precedente vinculante e sua superação. “O desenvolvimento de um sistema de precedentes com força obrigatória assegura maior previsibilidade e estabilidade ao Direito e com isso concretiza o princípio da segurança jurídica. Mas é preciso tomar cuidado para não criar uma situação de estagnação, de engessamento, que seria contrária ao mesmo princípio da segurança jurídica que se visa assegurar. Na verdade, é inerente à estabilidade a possibilidade de adaptação, desde que feita de forma responsável. Por isso a importância do estudo da superação que é, justamente, a revogação ou a modificação do precedente obrigatório diante de mudanças contextuais”, explica.

 


Em seu livro, Leonardo abre espaço para debater os questionamentos que envolvem o precedente vinculante, que possui caráter obrigatório e deve ser adotado em todas as decisões judiciais subsequentes. “Se olharmos historicamente as transformações pelas quais a sociedade passou ao longo dos séculos, é possível notar o que funciona em determinados momentos, e o que não, em outros. Vivemos uma constante adaptação da legislação de acordo com as mudanças contextuais. O mesmo deve acontecer com o precedente vinculante: você não pode chegar e dizer isso é assim porque um dia foi decidido dessa forma e nunca mais vai mudar. Seria a petrificação do Direito, que como ciência social precisa acompanhar o desenvolvimento da sociedade. É preciso que haja a possibilidade de adaptação dos precedentes, sempre que uma nova realidade se impõe. Mas sempre respeitando as situações constituídas. Isso é estabilidade”, observa.

 

O objetivo do livro é propor uma sistematização da superação no direito brasileiro, como técnica de revogação do precedente vinculante, tomando como ponto de partida a interpretação das disposições legais que hoje a regulam. Segundo Leonardo, em sua obra são citadas modificações que fazem parte do Código de Processo Civil, em vigor desde 2016. “Abordo justamente esse conjunto de novas regras relacionadas à formação e modificação dos precedentes. O objetivo é identificar como a sistematização ocorre a partir dessas regras, pois não regulam tudo em termos de superação de precedente, esse é o ponto. O Código não diz quais são os requisitos e os procedimentos que devem ser observados para promover a superação do precedente. Se mesmo a mudança da legislação é discutida, o precedente deve ser debatido da mesma forma, em prol da segurança jurídica e da isonomia”, diz ele, acrescentando que a superação do precedente envolve regras de transição específicas, além de requisitos e procedimentos que devem ser observados numa situação de revogação.

 

Leonardo Duncan Moreira Lima

Para trazer à realidade como a revogação do precedente funciona, ele cita casos que ilustram a importância do tema. Mesmo sendo posterior ao livro, o profissional menciona caso no qual o Superior Tribunal de Justiça revisitou o tema sobre a correção monetária dos depósitos judiciais (tema 677). “Quando um devedor tem valores penhorados, ou ele mesmo toma a iniciativa de depositar valores para garantir o juízo, esse valor fica depositado, e, depois, é levantado pelo credor. A correção do valor depositado na conta judicial nesse período entre o depósito e o levantamento pelo credor costuma ser inferior à atualização da dívida com os juros de mora legais. Então quem fica responsável pela diferença dessa atualização? O credor ou o devedor?”, questiona. O STJ revisitou esse tema, fruto de precedente obrigatório anterior, para estabelecer novo entendimento.  Outro caso recente, ainda em julgamento, diz respeito ao uso da Selic como critério para os juros legais (REsp 1.795.982). Esse caso, dependendo do seu desfecho, pode representar uma mudança de entendimento a respeito da matéria, superando o precedente anterior.    

 

O livro “Superação do Precedente Judicial no Direito Brasileiro” está à venda no site da editora PODIVM: https://www.editorajuspodivm.com.br/superacao-do-precedente-judicial-no-direito-brasileiro-2023

 

Sobre Leonardo Duncan Moreira Lima

A paixão pelo Direito começou em família, através do seu avô, Dr. Everardo Moreira Lima, advogado renomado e Procurador de Justiça aposentado. Leonardo Moreira Lima é graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), mesma universidade pela qual concluiu seu Mestrado e Doutorado. É um dos autores do livro “Estudos em homenagem a Sergio Bermudes”, que reuniu diversos especialistas em processo civil, com o artigo intitulado “Cabimento de recurso aos Tribunais Superiores em casos de modificação de precedentes”.

 

É especializado em Direito Processual Civil, matéria que leciona. Sócio do Candido de Oliveira Advogados, Dr. Leonardo é referência no mercado jurídico, apontado como um dos advogados mais admirados do Brasil pela Revista Análise Advocacia, em 2021. Também foi mencionado como um dos advogados mais admirados do Rio de Janeiro no setor econômico/financeiro e na área cível, pela mesma publicação, em 2022.

sexta-feira, 5 de maio de 2023

Lançamento do livro “Fome de quê?”, sobre veganismo, será neste sábado (6)

 

Sessão de autógrafos acontecerá no Restaurante Prana Vegetariano, no Jardim Botânico, das 14 às 16h

 

 “A gente não quer só comida. A gente quer a vida. Como a vida quer...” O título do livro Fome de quê?, inspirado nesta música consagrada pelos Titãs, nos lembra que a vida quer... viver! Na história, escrita por Raquel Ribeiro e ilustrações de Monge Lua, durante uma conversa solta e franca entre três crianças sobre nossa relação com a comida e os bichos, a menina Nina Rosa explica que o veganismo é essa escolha ética de respeitar a vida de cada ser.

 



Ilustrado com humor e sensibilidade, Fome de quê? pretende se tornar um recurso educativo e divertido para abordar o veganismo; ampliar o princípio de inclusão e gerar sensação de pertencimento às crianças veganas e vegetarianas.

 

O Restaurante Prana Vegetariano fica na Rua Lopes Quintas, 37, Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro.


sexta-feira, 28 de abril de 2023

Live de lançamento de “Heranças, independência e vida” acontece hoje, às 20h, pelo Instagram da LV Comunicações

 

Todo dia a região central do Rio de Janeiro convida ao visitante uma viagem no tempo. No livro Heranças, independência e vida o leitor poderá conhecer algumas heranças dos 200 anos da independência do Brasil, através das lentes do fotógrafo Carlos Monteiro e textos do jornalista Ricardo Albuquerque. A obra é, na verdade, um encontro com a arte, a cultura, a religiosidade, a gastronomia e a vida.





A live de lançamento acontece hoje, às 20h, pelo Instagram da LV Comunicações: https://instagram.com/lvcomunicacoes?igshid=YmMyMTA2M2Y=




O Projeto tem produção e edição de Liane Versano, coordenação de Mônica Moutinho, projeto gráfico de Nelson Flores e assessoria de imprensa e redes sociais de Juliana Aquino.

 

Heranças, independência e vida é idealizado pela LV Comunicações, fomentado pelo edital Retomada Cultural 2 da Secretaria de Cultura e Economia Criativa da Cidade do Rio de Janeiro.




quinta-feira, 27 de abril de 2023

“Cobaias da radiação”: novo livro de Tania Malheiros será lançado hoje (27), às 19h, no Café Lamas, no Flamengo

 

Investigação de quatro anos da jornalista Tania Malheiros revela os impactos da primeira instalação industrial nuclear em São Paulo

 

A primeira instalação industrial nuclear em São Paulo, entre os anos 40 e 50, deixou mortos desaparecidos e pessoas doentes. Documentos inéditos e fotos dessa história silenciada estão no livro Cobaias da radiação, da jornalista Tania Malheiros, e com prefácios de André Trigueiro e Cristina Serra.


Jornalista Tania Malheiros e seu "Radiação"


Trata-se da indústria nuclear Orquima, instalada no Brooklin, e da Usina de Santo Amaro (USAM), conhecida também como Nuclemon, na capital paulista, que com a exploração de mão-de-obra de operários os tornaram verdadeiras “cobaias da radiação”.

Nos anos 90, a jornalista Tania Malheiros, autora do livro, publicou as primeiras denúncias do caso em reportagens no Estado de S. Paulo e no Jornal da Tarde. A partir da reportagem, um processo foi aberto para investigar as vítimas e consequências deixadas pelas usinas nucleares, durante décadas.


 

Tania levou adiante as investigações, ao longo dos últimos quatro anos, com depoimentos emocionantes das vítimas e familiares. “O livro se propõe a jogar luz sobre um dos maiores crimes de exploração de mão-de-obra operária ocorrido no Brasil. Espero que possa contribuir para que se faça justiça com as vítimas e representantes dos mortos”, disse a autora.

 

O lançamento do livro Cobaias da Radiação – a história não contada da marcha nuclear brasileira e de quem ela deixou para trás será realizado hoje (27), a partir das 19h, no Café Lamas (Rua Marquês de Abrantes, 18), Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro.


 

SERVIÇO:

Lançamento do livro: “Cobaias da Radiação – a história não contada da marcha nuclear brasileira e de quem ela deixou para trás”

Autor: Tania Malheiros

Prefácio: Cristina Serra e André Trigueiro

Local/hora: Café Lamas – Rua Marques de Abrantes n. 18, Flamengo, Rio de Janeiro/RJ | 19h00

Edições da Autora

Valor: R$ 50,00 aquisição e contato pelo Instagram @malheiros.tania

Sinopse: Livro-reportagem revela, com documentos inéditos, a obscura história da primeira instalação industrial nuclear brasileira e a desumana exploração da mão-de-obra operária, cujas vítimas, ignoradas pelo Estado, são as “cobaias da radiação”.

terça-feira, 25 de abril de 2023

“Lona Poética 25 Anos Depois” é atração na Areninha Carioca Hermeto Pascoal, em Bangu, com vários nomes da atual literatura brasileira

 

A arte da palavra vai encantar o público de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira, dia 26, em três sessões (9h30, 13h e 15h), com o projeto “Lona Poética 25 Anos Depois” na Areninha Carioca Hermeto Pascoal (Praça 1º de Maio, s/nº, Bangu), que volta à cena com novos e veteranos escritores da literatura brasileira contemporânea em três mesas e horários diferentes: Henrique Rodrigues e Sabrina Azevedo; Érico Braga Barbosa Lima e Elizabeth Manja; Suzana Vargas e Bruna Mitrano. Mediação do poeta e escritor Humberto Mello, idealizador do seminário.

 

Areninha Carioca Hermeto Pascoal

A cada sessão, dois autores serão homenageados, começando com Ivan Junqueira (3/11/1934–3/7/2014) e Bruno Tolentino (12/11/1940–27/6/2007), segue com Pedro Lyra 28/01/1945–23/10/2017) e Thiago de Mello (30/3/1926–14/1/2022) e fecha a programação do evento com Ferreira Gullar (10/9/1930–4/12/2016) e Neide Archanjo (15/ 09/1940 – 14/01/2022).

 

Entre todos, o poeta, escritor, jornalista e teatrólogo que ocupou a cadeira número 37 na ABL foi presença marcante na primeira edição do seminário em 1997 na então Lona Cultural Hermeto Pascoal, hoje “Areninha de Bangu”. Já Suzana Vargas, Henrique Rodrigues, Érico Braga Barbosa Lima e o próprio Humberto Mello, destaques da nova edição, participaram da estreia do projeto.

 

O público poderá participar presencialmente ou pela transmissão ao vivo no Instagram da produtora @aoesteprojetos, com tradução em Libras. Projeto e produção: Urbana Textos e Livros e A Oeste Projetos.


 


1ª edição da “Lona Poética”

Em 3 de novembro de 1997 iniciava o Lona Poética, na então Lona Cultural Hermeto Pascoal, hoje Areninha Carioca Hermeto Pascoal, em Bangu, com a presença do poeta Ferreira Gullar. Foram oito dias de intensa atividade literária para um público formado, principalmente, de alunos da rede de ensino da Zona Oeste. Participaram poetas de prestígio como Ivan Junqueira, Bruno Tolentino, Astrid Cabral, Neide Archanjo, Suzana Vargas, Claudio Murilo Leal, Pedro Lyra e Roberto Pontes. Também abriu-se a oportunidade para jovens poetas e estreantes de todas as idades como: Henrique Rodrigues, Érico Braga Barbosa Lima, Humberto Mello, Delayne Brasil, Rosa Born, Laura Esteves, entre outros. Homenageou-se poetas consagrados falecidos como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes, Cecília Meireles, Vinícius de Moraes, Augusto dos Anjos e Dante Milano, por meio de audição de gravações de poemas falados pelos próprios autores, canções e vídeos documentários.

 

Participantes:

HERNRIQUE RODRIGUES

Publicou 20 livros, entre poesia, crônica e romance, infantil e juvenil, tendo sido finalista do Prêmio Jabuti por Rua do Escritor: crônicas sobre leitura (Malê). Seu romance “O próximo da fila”  (Record) foi adotado em escolas de todo o país e publicado na França. Já palestrou em espaços culturais no Reino Unido, França, Portugal, Espanha e Bélgica, onde coordenou a residência artística Cine Luso, em 2019. É colunista do portal PublishNews, onde escreve sobre a vida literária.

 

Henrique Rodrigues (Foto: José Junior)

SABRINA AZEVEDO

É poeta, atriz, escritora, roteirista, compositora e produtora. Bicampeã do Slam RJ (Campeonato Estadual de Poesia Falada) por dois anos consecutivos. Em 2019, venceu o Torneio Nacional Singulares de Poesia. Já compôs música para as cantoras Pocah, Iza, Rebeca e Bianca. Participou de dois campings Musicais: um pela Sony Music e outro pela Universal Music. É também membro fundadora do coletivo NósdaRUA e coordenadora da rede de Slams do Rio de Janeiro.

 

Sabrina Azevedo

ÉRICO BRAGA BARBOSA LIMA

O carioca é poeta, escritor, músico, compositor, aikidoista 2º dan, mestre e doutor em literatura brasileira, com experiência em formação  de leitores. Foi coordenador da Cátedra UNESCO de Leitura PUC Rio, pesquisador do Instituto Interdisciplinar de Leitura PUC-Rio e membro da RELER, professor de diversas universidades do Rio de Janeiro (USU, UGF, UniverCidade, PUC-Rio) de 2002 a 2018 e tem mais de 15 livros publicados em poesia e crítica. Atualmente é consultor e editor da Editora Antigo Leblon e da AL Consultoria Literária.

 

Érico Braga Barbosa Lima

ELIZABETH MANJA

É professora, poeta, curadora e gestora cultural/ fundadora do Instituto Territórios Diversos e Biblioteca Estação 67. Graduada em letras, possui especialização em Literatura Brasileira/ UERJ, cursou Produção Cultural UQ/ PACC/ UFRJ. Foi eleita Conselheira Municipal de Cultura representando a Zona Oeste na cadeira de Economia Criativa. Tem poesias, textos e prefácios publicados em jornais, revistas, sites, antologias, exposições e livros. Seu ativismo social atravessa questões como democratização dos acessos culturais à Zona Oeste da cidade do RJ, livro, leitura, literatura e o combate ao racismo. Recentemente recebeu da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura a maior honraria cultural da cidade, a Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carioca 2022.

 

Elizabeth Manja

 SUZANA VARGAS

É poeta, autora de literatura infantil e juvenil, ensaísta, professora de literatura, Mestre em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Especializou-se na área de leitura e viaja pelo país ministrando oficinas de leitura para professores e agentes de leitura. Há mais de 20 anos, faz a curadoria de importantes projetos literários para feiras e eventos nacionais e internacionais como as Bienais do Livro do Amazonas, do Rio de Janeiro e de São Paulo, a Primavera dos Livros, a Campanha Paixão de Ler e os Encontros com a Literatura Latino-Americana do Centro Cultural do Banco do Brasil. É curadora do projeto Estação Pensamento & Arte da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Há 18 anos criou e coordena o espaço de oficinas de criação literária Estação das Letras – único no país. Em 2012, foi nomeada Coordenadora Nacional do Projeto Caravanas de Escritores, do Ministério da Cultura/ Fundação Biblioteca Nacional. Possui 16 livros publicados, entre eles, Caderno de Outono, indicado ao Prêmio Jabuti e o ensaio Leitura: uma aprendizagem de prazer. Tem poemas traduzidos na Itália, EUA, Espanha, Alemanha e França entre outros países.

 

Suzana Vargas


BRUNA MITRANO

Filha de camelô, neta de lavadeira, escritora, editora, professora e mestre em Literatura Portuguesa pela UERJ. Tem poemas publicados em jornais, revistas e antologias no Brasil e no exterior. Foi autora convidada do Arte da Palavra e dos Encontros Literários, do Sesc; do festival Que Legado, no Sérgio Porto; da III Festa Literária do Pelourinho; dentre outros projetos, festivais e eventos. Idealizou e ministrou os cursos “Poesia de Denúncia” e “Poesia, Periferia e Embate”, no Centro de Apoio ao Escritor (CAE) do Museu Casa das Rosas. Sua poesia  foi tema do documentário “A 70 km do mar”, de Alberto Pucheu. É autora do livro Não (Editora Patuá, 2016).


Bruna Mitrano

 

HUMBERTO MELLO (mediador)

Idealizador e produtor do projeto Lona Poética. O poeta, escritor, produtor e designer têm mais de 25 anos de experiência em produção cultural e design gráfico, incluindo produções no exterior e participações em festivais internacionais de poesia. Trabalhou por dez anos na Arco Arquitetura e Produções, tendo sido responsável pela arte de dezenas de livros, exposições no Brasil e no exterior, entre outros projetos gráficos. A partir de 2011 produziu vários shows na Zona Oeste : 90 anos de Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Mart’nália, Fundo de Quintal, Diogo Nogueira, Almir Guineto, João Bosco, entre outras produções.

 

Humberto Mello

Serviço:

“Lona Poética 25 Anos Depois”. Entrada franca.

O encontro literário visa formar novos leitores na zona oeste. Participação presencial ou pela transmissão ao vivo no Instagram da produtora @aoesteprojetos, com tradução em Libras.

 

Dia: 26 de abril, quarta-feira, com 3 sessões

Horários: 9h30 | 13h | 15h

 

Programação:

Mediação: Humberto Mello (poeta e escritor)

 

· 9h30 - Henrique Rodrigues e Sabrina Azevedo

Homenageados: Ivan Junqueira e Bruno Tolentino

· 13h - Érico Braga Barbosa Lima e Elizabeth Manja

Homenageados: Pedro Lyra e Thiago de Mello

· 15h - Suzana Vargas e Bruna Mitrano

Homenageados: Ferreira Gullar e Neide Arcanjo

 

Local: Areninha Carioca Hermeto Pascoal

Endereço: Praça 1º de Maio, s/nº - Bangu – RJ

Telefone: 2437-2651

Capacidade: 300 lugares (arquibancadas)

Duração: 1h30 por sessão

Entrada: gratuita

Classificação etária: livre