quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Campanha arrecada fundos para livro sobre a história da rádio CBN

 

O livro CBN - AS HISTÓRIAS QUE NINGUÉM OUVIU, organizado por Dáurea Gramático, com revisão de Izaura Alice, contempla as contribuições de 40 profissionais que fizeram a trajetória de sucesso da primeira rádio all news do Brasil, a CBN - Central Brasileira de Notícias.

 

A obra narra a grande história da rádio CBN, além de da pequena e divertida história dos bastidores da rádio. Um depoimento vivo, feito por quem viveu essa saga e que muito contribuiu para o desenvolvimento do nosso radiojornalismo.

 


Todos os que contribuírem com pelo menos R$ 59,90 poderão optar pelo recebimento de um exemplar do livro CBN - HISTÓRIAS QUE NINGUÉM OUVIU. O valor não inclui o valor do frete, que será calculado por ocasião da impressão e disponibilização do livro.

 

NASCE UMA RÁDIO, NASCE UM LIVRO

Por Dáurea Gramático

Este livro nasceu de uma conversa por WhatsApp com alguns amigos e ex-colegas do Sistema Globo de Rádio, casa onde surgiu a CBN, primeira rádio all news do Brasil. Minha ideia inicial era escrevermos um livro falando de rádio de um modo geral, mas a colega gentil e bem informada, Cecília de Moraes, sugeriu que o fizéssemos especificamente sobre a CBN.

 

A ideia acabou tomando forma como uma obra coletiva em que cada um dos componentes da equipe fundadora da emissora contaria como foi a própria experiência naqueles bastidores. 



CRIAÇÃO COLETIVA DE FUNDADORES DA CBN

1 Adriana França 

2 Adriana Nunes 

3 Alves de Melo 

4 Amaury Santos 

5 Cecília de Moraes 

6 Claudia Levinson 

7 Claudio Moura (Gaúcho)

8 Danton Bohrer

9 Darcília Lima

10 Dáurea Gramático (organizadora)

11 Edson Silva 

12 Eliane Peixoto

13 Elza Gimenez 

14 Fernando de Faria

15 Gélcio Cunha 

16 Gilson Barcelos

17 Íris Ágatha 

18 Izaura Alice 

19 Jorge Guilherme 

20 Laerte Rimoli 

21 Liliane Rodrigues 

22 Luciano Garrido: 

23 Marcos Antônio de Jesus 

24 Mauricio Menezes

25 Mônica Laplace

26 Neise Marçal 

27 Nelson Nóbrega 

28 Patrícia Boueri

29 Ricardo Rodrigues 

30 Robson Aldir

31 Sérgio Carvalho 

32 Sílvia Monteiro

33 Sílvia Serra

34 Simone Queiroz 

35 Sônia Lara 

36 Souheil Sleimann

37 Tânia Morales

38 Valéria Aguiar 

39 Vitória Elizabeth 

40  Wagner Sales

 

Para que servirá o valor arrecadado

O valor arrecadado servira para o pagamento dos serviços da Anagrama Editora, que será responsável por todo o processo de edição, que comporta serviços de revisão, diagramação, produção de capa, catalogação e impressão de 300 exemplares do livro CBN - AS HISTÓRIAS QUE NINGUÉM OUVIU, previsto para ter 295 páginas.

 

Sobre a Editora

A Anagrama nasceu como Gramma Livraria e Editora em 1° de julho de 2002, a partir da experiência de seu fundador, Geraldo Tadeu Monteiro, como editor da revista International Journal of Political Studies, entre 1999 e 2001, no âmbito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Com base no conhecimento adquirido em edições científicas, Geraldo Tadeu Monteiro criou a Gramma com a missão de publicar textos acadêmicos de alta qualidade em projetos editoriais de excelência. Para isso, constituiu um sólido Conselho Editorial, composto por nomes reconhecidos no cenário acadêmico do Rio de Janeiro, com o objetivo de conferir a devida excelência aos trabalhos publicados pela editora.

 


Ao longo de seus quase vinte anos de existência, a Gramma foi se consolidando como uma referência de qualidade na área das publicações acadêmicas. Várias de suas obras foram contempladas com fomento por agências oficiais (Capes, Faperj, Fapesp, Fapesc, etc) e internacionais (Flacso, Konrad Adenauer Stiftung). A Gramma mantém convênio de cooperação técnica e editorial com a Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Eduerj) com a qual realizou várias co-edições e é responsável pela edição dos livros da coleção Antropologia Hoje do Núcleo de Antropologia Urbana (NAU) da USP.

 

Hoje, a Gramma dispõe de um acervo de 450 títulos publicados em áreas que vão das Artes Visuais até o Biomedicina, passando pela poesia, literatura e religião. A excelência dos livros da Gramma é reconhecida por todos os nossos autores. A qualidade editorial e gráfica são uma marca da editora. Um processo rigoroso de revisão é a chave para a excelência do nosso produto final, isso sem descuidar dos aspectos gráficos.

 

A Anagrama incorpora novas áreas de atuação, novas coleções, novas iniciativas e projetos em uma amplitude maior e com novos objetivos. Temos a certeza de que, partindo de uma base sólida de quase vinte anos de aprendizado, poderemos seguir contribuindo para a formação de novos leitores e para o desenvolvimento da cultura, da ciência e da literatura nacional através da publicação de livros e revistas de qualidade.


Conheça mais em www.anagramaeditora.com.br

sábado, 15 de janeiro de 2022

Dupla de pais lança livro infantil sobre importância da presença na vida dos filhos

 

“Tatúlio” foi apresentado na última quinta-feira, em uma live no Instagram. O encontro virtual foi mediado pelos próprios autores, com a participação de convidados especiais

 

Na correria da vida, quem não deixa de cumprir algumas tarefas do dia a dia? O problema é quando não percebemos que estamos deixando passar momentos importantes da vida dos filhos. Esse é o tema que movimenta o livro Tatúlio em - Tá tudo bem agora, dos autores Renato Oliveira e Marcelo Correia, com ilustrações de Luana Chinaglia.

 

O novo título da Editora Colli Books fala sobre conexão familiar. “Tatúlio é um personagem que nos convida, com sua simplicidade e talento, a participarmos mais ativamente da vida dos nossos filhos. Ele guarda um segredo em seu coração, e quando decide contar à sua família, outras prioridades dos pais impedem que ele fale. Seria necessário algo para sacudir aquela toca”, conta Renato.

 


O livro é uma parceria inédita entre Renato e Marcelo, dois papais que não se acomodam e cuidam ativamente da vida de suas filhas. Juntos, uniram seu talento de criação e contação de histórias, e também os dons musicais, para promoverem um projeto multiplataforma, composto por um livro, um audiobook e uma música, contemplando o universo lúdico que envolve as crianças e os livros.

 

“Tatúlio” foi lançado na última quinta-feira, em uma live no Instagram. O encontro virtual foi mediado pelos próprios autores, com a participação de convidados especiais.

 

Conheça os autores

Renato Oliveira é contador de histórias e músico. É pai das pequenas Camila e Marília, casado com a Cláudia e fundador do Contatória, um aplicativo com histórias para criança dormir.


Renato Oliveira com Camila e Marília  (Divulgação)

 

Marcelo Correia é o pai da Liz e da Julia, esposo da Ariana e apaixonado por música, como o Tatúlio. Tendo sua família como maior fonte de inspiração, ele é cantor e compositor de canções sobre o amor eterno que é o laço paternal. 


Marcelo Correia é o pai da Liz  (Divulgação)

 

Foi por meio da música que nasceu a amizade entre os autores. Juntos, entenderam que ambos poderiam, através de palavras cantadas e escritas, inspirar outras famílias a vivenciar a paternidade da melhor forma possível.


A Ilustradora

Luana Chinaglia é mãe da Stella e de duas cachorras muito arteiras: Nina e July. Juntas, vivem aventuras fantásticas que a inspiram em suas pinturas e criações. Quando era criança, ela contava histórias mágicas ao rabiscar e desenhar todas as paredes da casa.


Luana Chinaglia e sua filha Stella (Divulgação)

 

Após estudar Design e ilustração, a paixão pelo universo das artes tomou conta de si, e o nascimento da sua filha a impulsionou a ilustrar suas próprias histórias. A partir daí ela descobriu que queria fazer parte desse universo maravilhoso e trabalhar com o que mais ama: ilustrar sonhos e histórias!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Hoje é o Dia do Leitor

 

Comemora-se hoje, dia 7, o Dia do Leitor. O Dia do Leitor foi criado em homenagem à fundação do jornal cearense “O Povo”, criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha. Ele pertenceu à Academia Cearense de Letras e suas obras de são de grande importância para a cultura regional.

 


Neste jornal, que ficou conhecido por combater a corrupção e divulgar fatos políticos, existia um suplemento chamado “Maracajá” que se tornou um espaço de divulgação do movimento modernista literário cearense na época. 



O Dia do Leitor é uma data dedicada às pessoas que são apaixonadas pela literatura, que amam livros. Ninguém nasce sendo um leitor. O interesse pela literatura é algo que se desenvolve no ser humano através dos anos, a partir de influências positivas relacionadas ao ato de ler. O hábito da leitura é importante para exercitar as capacidades de comunicação, interpretação e de cognição das pessoas.


sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Sérgio Pugliese lança seu primeiro livro pela Approach Editora: "A Pelada Como Ela É"

 

Sessão de autógrafos reuniu centenas de peladeiros no Pizza Park, na Cobal do Humaitá

 

Sergio Pugliese é jornalista, fundador e apresentador do notório Museu da Pelada, transmitido na TV Max e no Youtube. Com mestrado em chutes de trivela, doutorado em resenhas e pós-graduação em gols no ângulo, Pugliese foi o autor da coluna A “Pelada Como Ela É”, no jornal O Globo, por mais de quatro anos. Agora, o jornalista estreia no universo literário com a obra A Pelada Como Ela É - Histórias verídicas sobre a relação de amor entre o homem e a bola, que reúne as 50 melhores crônicas (das mais de 200 que foram escritas) ao longo desses anos.  




O boleiro profissional se reconhecerá em algumas das crônicas que o jornalista compilou na obra. “Todo mundo já fez alguma loucura para jogar pelada, antecipou um voo, mentiu para o chefe, avançou sinais de trânsito, pegou acostamento, deixou o filho com algum amigo-babá, na beira do campo, enfim, deu um jeito. Essa paixão ensandecida pela bola causa constantes crises conjugais e já resultou até em fuga de presídio”, aponta Sergio. O livro traz textos divertidos, hilários, trágicos, dramáticos, épicos, mas, acima de tudo, verídicos - por mais incrível que possa parecer.

 

O sucesso do trabalho do jornalista foi tão grande que a ideia inicial da coluna era contar histórias de pessoas anônimas, como os que trocaram o nascimento do filho ou a lua de mel pelo jogo. Mas logo, figuras públicas começaram a telefonar, querendo também lembrar momentos inesquecíveis com o futebol, como Júnior, Zagallo e até João Ubaldo Ribeiro, que ganhou uma página e chamada na primeira página na época.

 

“Foi uma experiência espetacular, tive a chance de dividir o caderno da Copa com três feras, Marcelo Adnet, Bruno Mazzeo e Pedro Bial durante três meses. Depois segui por quatro anos e meio contando uma história por semana”, conta Pugliese. De todas as crônicas, o autor recomenda como principal “A Fuga”, que narra a história de um jovem que fugiu da cadeia na noite de sábado para o campo de pelada onde jogou bola a vida toda. Dormiu ali mesmo e foi o primeiro da lista de domingo.




De acordo com Sergio, o Museu da Pelada é um desdobramento da coluna A Pelada Como Ela É. “Quis ampliar o projeto e considero a decisão acertada porque hoje, além das crônicas, salvamos acervos pessoais, doamos material esportivo para escolinhas carentes, organizamos eventos, lançamos livros e muito mais. A ideia do livro é valorizar esse patrimônio, o berço dos craques, além de reforçar um de nossos pensamentos, que é: da pelada viestes à pelada voltarás!”, destaca.

 

Sobre o autor

Sergio Pugliese é sócio-diretor da Approach Comunicação e coordenador da parceria com a Planel Filmes. Foi colunista de  O Globo na Pelada Como Ela É e fundou o Museu da Pelada, programa televisivo que resgata jogadores antigos, em 2017. Atuou por quinze anos nas redações de O Globo, O Dia e no Jornal do Brasil, nas editorias de economia, esportes, política e carnaval.


O livro tem 164 páginas e tem o selo da Approach Editora. Está disponível na Amazon, no Mercado Livre e no site da editora também, além das livrarias Argumento e Travessa. O lançamento aconteceu no último dia 20, na Pizzaria Pizza Park, na Cobal do Humaitá, e reuniu centenas de peladeiros, famosos e desconhecidos. Não faltaram os sorrisos, as gargalhadas, as surpresas e, claro, as resenhas típicas dos peladeiros.










Fotos: Arquivo pessoal e Divulgação

Literatura queer ao melhor estilo romance de banca

 

Premiado roteirista Saulo Sisnando estabelece narrativa LBGT que vai além de uma jornada de descoberta da sexualidade dos protagonistas

 

Apesar da literatura gay existir há tempos, a cena literária LGBTQIA+ nunca esteve tão vibrante. Porém, na maioria dos livros com a temática, as dores e as delícias da experiência homossexual passam por uma jornada de descoberta da sexualidade. Mas, o escritor, roteirista premiado e dramaturgo Saulo Sisnando, em Terra de Paixões, quebra o padrão. Leva a representatividade a outro patamar: evidencia, de fato, a paixão dos protagonistas gays.

 


Outra diferença da trama é o público para qual foi escrita. No lugar de conversar com adolescentes ou jovens adultos, o enredo é voltado para pessoas maduras de 35 anos ou mais que estão acostumadas a consumir obras de romancistas como Nara Roberts, Barbara Cartland, Janet Dailey e Danielle Steel.

 

A trama se assemelha as novelas com paixão tórridas, em que os protagonistas encontram no amor a salvação. Enrico é estilista com futuro promissor no mundo da moda e Bernardo é um cowboy que vive em uma fazenda isolada. Por causa de um acidente de carro, passam a morar juntos em uma cidade histórica no interior de Minas Gerais.

 

“Quis escrever um livro ‘rasgadamente’ romântico inspirado no universo dos livros de banca. De leitura rápida, com uma trama rocambolesca e divertida, mas que também dialoga com um público que não vejo abraçado pelas atuais obras LGBT”, analisa o autor, que é conhecido no Norte do Brasil por escrever diversas peças teatrais.

Dramaturgo Saulo Sisnando

 

Terra de Paixões é o primeiro volume de uma coletânea de dez livros voltados ao público gay, intitulada Infinita Coleção. A série passará pelos clichês clássicos das histórias românticas, mas sempre voltado para os que amam um casal de novela, mas nunca se sentiu representado.

 

Sinopse:

Dois homens comuns, duas vidas completamente distintas, uma única e avassaladora paixão. Enrico é um rapaz da cidade com um futuro promissor no mundo da moda. Bernardo é um jovem cowboy aprisionado a uma promessa da adolescência. Quis o destino, entretanto, que um trágico acidente conectasse a vida destes dois seres sozinhos. Inspirado no universo dos livros de banca, o premiado escritor Saulo Sisnando nos presenteia com uma história apaixonada e rasgadamente romântica, cheia de intrigas, perseguições, paixões à primeira vista, amores proibidos e beijos ao pôr-do-sol. Neste universo açucarado e novelesco, tudo é possível e qualquer reviravolta será permitida desde que o autor termine essa história com um belo '...e viveram felizes para sempre'.

 

Sobre o autor:

Escritor premiado de diversas peças de teatro, Saulo Sisnando constrói histórias engraçadas e românticas com total protagonismo gay. Atualmente, mora em Belém do Pará com seus milhares de cachorros. Fã de livros de banca, Terra de Paixões é o seu primeiro romance para a Infinita Coleção.

“Amor, Otário Amor”: crônicas de Léo Luz sobre relacionamentos na era da internet

 

Prefaciado por Luis Fernando Verissimo, Hélio de la Penã e Fred Elboni, livro do escritor e roteirista Léo Luz reúne 48 textos sobre o amor nos tempos modernos

 

Amor, Otário Amor é um panorama bem-humorado e um tanto pessimista dos casais aparentemente felizes nas redes sociais, mas que mal se falam na vida real. A coletânea de 48 crônicas do roteirista e escritor Léo Luz são um retrato do quanto a vida a dois no mundo 2.0 pode ser engraçada e até mesmo trágica.






Prefaciado por Luis Fernando Verissimo, Hélio de la Penã e Fred Elboni, a obra do roteirista da terceira temporada do “Vai que Cola” e colaborador de roteiro do filme “Até que a Sorte Nos Separe 3” traz evidências autobiográficas. Léo Luz transforma as experiências e fracassos amorosos em poesia, ao exemplo de “Nada de casalzinho”, “Namore um cara que escreve” e “O amor nunca é silêncio”.

 

“Por fim, namorar um cara que escreve é namorar
um cara descolado, que sabe que “namore um cara que escreve”
não é a forma correta, e sim “namore um cara que escreva”,
mesmo assim ele acha que do primeiro jeito fica muito
mais bonitinho e descolado.”

 

Léo escreve sobre quase tudo que envolve o mundo dos apaixonados: ciúme, loucuras de amor, traição, saudade... E são os diálogos ágeis que permitem o leitor a quase palpar as sensações experimentadas pelos personagens, como se fizesse parte da cena. “Desnudo o idiota apaixonado interior de todos nós”, confirma.


O roteirista e escritor Léo Luz

Especialista em falar sobre amor, ou os próprios fracassos amorosos, Léo Luz também é autor de “Cartas para Anna”. A obra reúne cartas, bilhetes e e-mails que o roteirista escreveu para a ex-namorada durante e após o fim do relacionamento. Intensos, explosivos, sem censura e com uma pitada de sofrimento, os textos narram a história do casal.

 

Sobre o autor: 

Léo Luz é carioca. Roteirista de projetos como “Até que a Sorte nos Separe”, “Vai que cola” e “Parafernalha”, é autor de “Amor, otário amor, livro prefaciado por Luis Fernando Verissimo e “Cartas para Anna”.