segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Escritora gonçalense recebe Moção de Aplausos Câmara de Vereadores de São Gonçalo

 

A escritora Maria José Pedroza receberá, na próxima quarta-feira, dia 7, às 14h, Moção de Aplausos em solenidade na Câmara de Vereadores de São Gonçalo. A cerimônia pode ser acompanhada através do Canal da TV Câmara: http://www.cmsg.rj.gov.br/tv-camara/



Considerada destaque na literatura regional por seus livros publicados e sua história de desafios e superação, vereadores da cidade de São Gonçalo resolveram homenagear esta mulher forte e inspiradora.

 

Zezé Pedroza, como gosta de ser chamada, teve 90% de seu corpo queimado, ainda em sua infância (11 anos), no incêndio do Gran Circus Norte-Americano, em Niterói, nos anos de 1961. Abençoada e marcada para viver, Maria José, a despeito de todas as dores e cicatrizes marcadas em sua carne, lutou, cresceu e se tornou professora, esposa, mãe, avó, bizavó e escritora.

 

Após longos anos, Zezé realizou seu maior sonho: publicar sua biografia. O livro Vidas em Chamas apresenta, sem floreios e sem cortes, as lembranças mais profundas desta mulher impressionante! E, agora, a autora lançará seu livro “Contos para não Esquecer”, sob o selo da Editora Proverbo.

 

A autora vende seus livros através do Facebook: @escritorazezepedroza.  

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Entrega de Sacolas Literárias garante leitura e diversão para crianças e adolescentes

 

Estudantes da Região Metropolitana de Curitiba recebem livros junto ao kit escolar para ler em família

 

Incentivar o hábito da leitura durante o período de isolamento social é um dos grandes desafios das escolas, pais e professores. Mas se os livros chegassem até a casa dos alunos? Essa é a intenção do Sacolas Literárias, projeto criado pelo Marista Escola Social Ecológica, que atende gratuitamente crianças e adolescentes em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Por meio da iniciativa, a cada quinzena, os estudantes têm a oportunidade de levar para casa uma sacola com livros, que é entregue junto com as atividades escolares impressas.



O projeto tem como objetivo levar a leitura como ferramenta de aprendizagem, diversão e ludicidade para crianças e adolescentes. “Neste período, surgiu a necessidade de levar a biblioteca para a casa dos estudantes, oportunizando o acesso à leitura. Esses benefícios não são somente para eles, mas se estendem a todos que residem na mesma casa”, revela a diretora Gillys da Silva.

 

A escolha dos livros é feita pela equipe da biblioteca e coordenação pedagógica da Escola com base nos cadastros dos alunos. “Quando observamos que tem outras crianças na mesma casa, irmãos, pais e avós, enviamos livros que possam também ser aproveitados por eles, para a leitura em família, e também individualmente”, reforça a coordenadora pedagógica Suellen Cristine Fernandes.

 

Muito além da leitura

Desde o início do projeto já foram emprestados cerca de 500 livros, que proporcionam benefícios que vão muito além da leitura. Para alunos entre 11 e 13 anos, faixa etária que maior procura o serviço, a leitura pode ajudar na compreensão do momento atual e também contribui para o bem-estar. “Nessa fase, o hábito de ler pode contribuir para a compreensão de textos, aumento da criatividade e na diminuição do stress e da ansiedade, principalmente diante do momento que estamos vivendo no mundo”, reforça Suelen.

 

Para a adolescente Geovana Voinaski, estudante do 8º ano, a leitura se tornou uma aliada durante o isolamento social. “Depois que comecei a pegar a sacola literária, à noite me desligo totalmente do celular e entro no mundo do livro., Sempre gostei de ler, mas, nesse momento, ter livros em casa me ajuda especialmente ”, afirma.

 

A estudante também divide os momentos de leitura com a família. “Eles começaram a se interessar pelos livros que chegavam na sacola, e acabo compartilhando com eles as histórias que gosto”, conta.

 

Marista Escolas Sociais: 

Marista Escolas Sociais atende gratuitamente 7700 crianças, adolescentes e jovens por meio de 20 Escolas Sociais, localizadas em cidades de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Os alunos atendidos nas Escolas Sociais têm acesso a uma educação de qualidade e gratuita que vai desde a educação infantil até o ensino médio, além de projetos educacionais e pedagógicos que acontecem no período contrário às aulas. Mais informações: https://maristaescolassociais.org.br/

É Realizações Editora lança “Uma Terra Feita Refém – O Líbano e o Ocidente", de Roger Scruton

 

O autor explica como o Líbano deixou de ser um país que presava a liberdade, para se tornar refém de conflitos políticos e religiosos que culminaram numa guerra civil

Após a Segunda Guerra Mundial, e com a queda do Império Otomano, a França assumiu o controle da área que corresponde ao Líbano e à Síria. Os franceses criaram o estado do Grande Líbano como um porto seguro para os maronitas, mas incluíram uma grande população muçulmana dentro de suas fronteiras. Em 1926, o Líbano foi declarado uma república e uma constituição foi promulgada. Desde então, a sua história foi marcada por períodos alternados de estabilidade e turbulências políticas, intercalados com uma prosperidade construída na posição de Beirute como um centro regional de finanças e comércio. Roger Scruton, em Uma Terra Feita Refém, se propõe a explicar a transição desse período próspero, para uma era de conflitos que desintegraram totalmente a nação libanesa.


Na década de 1960, o Líbano ainda conseguia resolver seus problemas internos, mantendo um ambiente político no qual muçulmanos e cristãos, xiitas e sunitas, maronitas e drusos viviam sob uma única jurisdição e um parlamento eleito. Mas essa harmonia foi destruída por influência de políticas externas, analisadas por Roger Scruton em seu livro. Ele tenta explicar como uma democracia foi sendo arruinada, até se tornar mais um problema para os conflitos no Oriente Médio.

Uma Terra Feita Refém foi escrito em 1987, quando a guerra ainda não havia terminado. Mas é um livro revelador, em que Roger Scruton já conseguia vislumbrar alguns dos problemas que se tornariam constantes, e continuam sendo fundamentais para se compreender a dinâmica dos conflitos na Palestina. Com a criação do estado de Israel, em 1947, cem mil refugiados palestinos foram deslocados para o Líbano durante 1948 e 1967, o que contribuiu para mudar o equilíbrio demográfico em favor da população muçulmana.

Mais tarde, intervenções externas, principalmente de Israel e da Síria, após a criação da Organização para a Libertação da Palestina, foram aprofundando as divergências que levaram a desentendimentos incompatíveis com uma política democrática. Scruton, então, faz um paralelo entre o país que visitou em 1962, e a imagem que se fez dele através da imprensa, combinando as intervenções políticas desastradas que o levaram à ruína. A sagacidade de Scruton torna esse livro revelador e surpreendente.

SM Educação lança livro infantojuvenil inspirado em mulheres brasileiras: "Um sonho feito de linhas"


 Obra desenvolvida a partir de anseios e histórias inspiradores de mulheres brasileiras fará parte de movimento pela alfabetização do Instituto Natura

 

O Instituto Natura acaba de lançar Um sonho feito de linhas, livro desenvolvido pela SM Educação a partir de relatos da infância e histórias de vida de diversas Consultoras de Beleza Natura provenientes de diferentes regiões do Brasil. A ação nasceu por meio de uma parceria entre o Instituto Natura e a Fundação SM, que defendem que ações de fomento à leitura são transformadoras para a vida de crianças e adultos.


A iniciativa faz parte de um grande movimento pela alfabetização das crianças brasileiras, promovido por Natura Crer Para Ver, em parceria com o Instituto Natura, envolvendo mobilização da rede de mais de um milhão de Consultoras de Beleza Natura ao redor do país. O livro é um convite para que as pessoas escrevam novas histórias de transformação por meio da literatura e educação, valores compartilhados pela SM.

 

"Acreditamos que a literatura, além de entreter, também estimula a imaginação, apresenta novos lugares e culturas, ajuda a desenvolver habilidades cognitivas, favorece a percepção de si e do outro, estimulando o acolhimento das diferenças e o pensamento crítico", ressalta Graziela Ribeiro dos Santos, gerente editorial de literatura da SM Educação.

 

Um sonho feito de linhas foi distribuído em versão impressa e digital às consultoras em setembro, mês do Dia Mundial da Alfabetização e da Educação Básica no Brasil. A obra foi escrita por Ana Carolina Carvalho, autora de obras infantojuvenis e psicóloga, que trabalha na educação com a formação de leitores - a partir de histórias de mulheres brasileiras reais, desbravadoras e que superam desafios e colaboram ativamente com a construção de uma educação pública de qualidade. "A literatura sempre me ajudou a tecer olhares para o mundo", reflete a autora Ana Carolina Carvalho. As ilustrações são de Andreia Vieira.


Para Graziela Ribeiro, trata-se de um livro poético, afetivo, com muitas metáforas e camadas de leitura, construídas a partir de uma linguagem simples, acessível a crianças e adultos. "Em conjunto, buscamos construir no texto, nas ilustrações e no projeto gráfico da obra uma narrativa sensível e potente, capaz de atingir diferentes faixas leitoras. Trabalhamos nos mínimos detalhes na construção das personagens e na contextualização para as consultoras que serviram de inspiração à protagonista e sua mãe se reconhecessem nessa história, e com ela se encantassem, a ponto de desejarem compartilhá-las com seus filhos e crianças próximas, lendo-a ou recontando-a".

 

No Brasil, mais da metade das crianças da rede pública de ensino não aprendem a ler e a escrever até os sete anos de idade. Isso significa que até o final do 2º ano do Ensino Fundamental, elas não estão alfabetizadas, apresentando sérias dificuldades de leitura e interpretação de texto. Foi pensando nesse desafio que Natura Crer Para Ver, em parceria com o Instituto Natura, lançou a campanha nacional #EuEscrevoEssaHistória, em apoio à alfabetização de todas as crianças até os 7 anos de idade.

A campanha #EuEscrevoEssaHistória tem como principais pilares valores também compartilhados pela Fundação SM, a sensibilização para o cenário da alfabetização pública no país e a mobilização de todos.


terça-feira, 29 de setembro de 2020

Funarte lança livro sobre a atriz Marina Miranda nesta quarta-feira (30)


Escrito por Clóvis Correa e prefácio de Ricardo Cravo Albin, "Marina Miranda - Além da 'Crioula Difícil'” homenageia a primeira humorista negra com destaque na TV brasileira

 

A Fundação Nacional de Artes – Funarte lança, nesta quarta-feira (30), o livro Marina Miranda – Além da Crioula Difícil, escrito pelo jornalista, roteirista, dramaturgo e produtor de Clóvis Corrêa. O lançamento será através de um bate-papo com o autor, às 17h, no canal da Funarte, no Youtube - www.youtube.com/funarte.

 

A obra, um tributo à trajetória da cantora e atriz, a primeira humorista negra com destaque na televisão brasileira, será apresentada no dia do aniversário de 90 anos da artista. No livro, com prefácio de Ricardo Cravo Albin, Clóvis Corrêa apresenta o percurso da artista, em teatro, cinema, rádio e televisão.

 

Ela fez sucesso nas décadas de 1970 e 1980, famosa ao lado de Tião Macalé, no quadro Crioulo e Crioula Difícil, do famoso programa cômico de TV Balança mas Não Cai. Iniciou nos anos 50, cantando ópera na Rádio Nacional. Mas consagrou-se como intérprete de marchinhas, o que alavancou sua carreira de comediante.



 
Serviço:

Lançamento do livro Marina Miranda - Além da Crioula Difícil, de Clóvis Corrêa

Edições Funarte

168 páginas.

Bate-papo com o autor: dia 30 de setembro, quarta-feira, às 17h: www.youtube.com/funarte

Aquisição: Livraria Mário de Andrade (Funarte).

Encomendas para todo o Brasil, pelo e-mail: livraria@funarte.gov.br.

Preço: R$ 30,00.

Mais informações: www.funarte.gov.br.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Editora Piraporiando lança livros digitais animados narrados por crianças

 

Design das histórias, sonorização e interatividade proporcionam uma experiência única de leitura; títulos abordam a diversidade

 

Já imaginou livros digitais animados e narrados por crianças? É uma nova proposta de leitura online idealizada pela Piraporiando, editora especializada em livros e projetos educativos focados na diversidade. O projeto foi desenvolvido para proporcionar uma experiência única de leitura para crianças, inclusive aquelas que ainda não estão alfabetizadas ou que possuem deficiência visual. 

 

Uma das novidades é que os livros digitais da Piraporiando são todos narrados por crianças. A sonorização é composta por músicas inspiradas nas atividades que a editora realiza tais como mediação de leituras e contação de histórias, que incentivam a leitura, educam, emocionam, envolvem e divertem. 

 

“Geralmente os adultos que narram as histórias em e-books. Como todo nosso trabalho é focado no protagonismo da criança porque não elas mesmas contarem as histórias? Queremos gerar conexões, transmitir as mesmas emoções que estão nos nossos livros físicos no formato digital”, destaca Janine Rodrigues, escritora e fundadora da Piraporiando. 

 

Livro digital e desenvolvimento cognitivo das crianças

Para a autora, os livros físicos são sempre muito importantes e não são substituíveis.  Por isso, o projeto do livro digital animado levou em consideração aspectos importantes no desenvolvimento cognitivo das crianças. O manuseio faz com que ela perceba, por exemplo, como o tempo passa. Os designs das cenas das histórias também trazem uma experiência de leitura diferenciada. 

 

“As animações não são todas automáticas e a criança clica na tela para algumas coisas acontecerem. É bacana pois ela precisa executar algumas ações. A interação com o livro faz com que elas reflitam sobre a sua relação com o tempo e espaço. Fazemos questão de respeitar o tempo de leitura de cada criança”, conta Janine. 

 

Títulos abordam diversidade e temas complexos com crianças

As publicações da Piraporiando abordam a cultura afro-brasileira, a empatia, as emoções e demais temas importantes a serem tratados junto ao público infanto-juvenil como bullying, manterrupting (quando meninas são interrompidas por meninos), empatia, inclusão, medo. Sempre com uma linguagem livre, leve, divertida e educativa.  São eles:


- Nuang, Caminhos da Liberdade

 

Os Uthando eram conhecidos por sua sabedoria, pela honra de suas palavras e por sua beleza preta. As mulheres eram detentoras de conhecimentos milenares e tinham grandes cabelos crespos, belos como coroas.


Nuang, uma Uthando alegre e talentosa, gostava de deitar no colo de sua avó e ouvir histórias. Um terrível acontecimento mudou o percurso de seu caminho. É a fé em Nzambi, a força da memória, a união e a confiança que darão força para Nuang e seu povo reconquistar a liberdade que até hoje, todos nós, ainda buscamos alcançar.


Temáticas: Cultura afro-brasileira, educação antirracista, linguagens, autoconfiança, coragem, persistência.


- Onde está o Boris?

Muita preguiça, um dia de chuva, um gato curioso, e uma menina zureta das ideias. Samantha não imaginava a confusão em que se meteria quando decidiu não fechar a janela de seu quarto. E Belinda se recusou a esperar. E você? Sabe onde está o Boris?

 

A obra literária acompanha um encarte que propõe a construção de uma nova narrativa a partir da história do livro. As atividades incluem: recorte, escrita e atividades com realidade aumentada.


Temáticas: manterrupting e capacidade de pessoas com deficiência, paciência, empatia, comunicação, tolerância, persistência.


- As Duas Bonecas Azuis

As bonecas sem boca insistiam em chamar Labele para brincar. Mas Labele, desconfiada, nada enxergava, e ficava longe da casa de palha. Venha você também descobrir o mistério da casa de palha da rua cem.

 

Temáticas: medo, preconceito, a verdade, comunicação, resistência às frustrações, controle dos impulsos.

 

- Histórias do velho Nestor, contando seus contos de horror


Histórias do velho Nestor, contando seus contos de horror apresenta a história de um velho que, com sua capa preta, sua estranha caixa de madeira, suas grandes olheiras e seu apavorante modo de andar, assusta a todos da cidade.
Cansado da má fama do lugarejo o embaixador decreta que o tal velho deverá ir embora. Um menino serelepe, interessado em ganhar as recompensas oferecidas pelo embaixador acaba descobrindo a verdadeira história do velho Nestor…


Temáticas: preconceito, amizade, lealdade, ética, empatia, tolerância, coragem, paciência.

 

- No Reino de Pirapora

Pirapora adorava tudo que era bola. Tudo de mais redondo. Tudo em forma de argolas. E tudo aquilo que possuía bolinhas, Pirapora tinha. No reino de Pirapora as crianças choravam gotas de amora por que só com brinquedos bem redondos todas podiam brincar. Mas tudo vai mudar, quando o menino do brinquedo proibido no reino de Pirapora chegar.

 

Temáticas: bullying, solidão, o poder da empatia, paciência, empatia, comunicação, tolerância.


Contos Piraporianos

Três histórias prometem atiçar a nossa imaginação. A primeira é a história de dois gatos. Um vive num mundo onde só existe dia. O outro vive num mundo onde só existe a noite. Cansados das mesmices os gatos resolvem atravessar a barreira do tempo e mudam de lado. Logo reconhecem as belezas trazidas por este novo olhar. E assim nasce o mundo tal qual conhecemos hoje, onde dia e noite compartilham o mesmo mundo.

 

A segunda história é de Zabeleu. Um menino que vê tudo de cabeça para baixo. Irritado ele assopra, assopra, assopra…para que tudo fique no lugar que ele deseja. Mas nada adianta. Até que ele decide olhar do mesmo lugar onde estão as coisas que o incomodam.


E tem também a história sobre uma menina que passeia por lugares já conhecidos porém, com um despertar das belezas ainda não vistas. Kauara leva a menina a uma viagem pelas cores, pela história, pelos sons. E reconhecendo sua própria beleza a menina começa então a enxergar as belezas que estão a sua volta.

 

Temáticas: respeito ao olhar do outro, riqueza da diversidade, autoconhecimento, autoconhecimento, empatia, comunicação.

 

Os livros digitais animados podem ser adquiridos pelo site da Piraporiando www.piraporiando.com pelo valor de R$18,90.

Editora convida para participação na Coletânea “Esperança em Tempos de Pandemia”


Em tempos de incertezas, o que nos resta é a esperança. Esperança de que tudo passará e sairemos mais fortes desta! Pensando nisso, a Editora Proverbo convida os autores nacionais para participarem da coletânea “Esperança em Tempos de Pandemia”.

“Para contribuirmos com o debate sobre os desafios desse momento e daqui para frente, estamos produzindo uma coletânea de textos literários (crônica, conto ou poesia), com foco narrativo em 1ª ou 3ª pessoa, sobre esse período, suas preocupações e perspectivas futuras,” explica Vilson Ferreira, Editor-chefe da Proverbo.


Estamos em busca de escritores que queiram contar (em poema, crônica ou contos) histórias, sonhos e CERTEZAS revestidas de ESPERANÇA!


Esta coletânea não é um concurso e não é paga! Os valores apresentados são referentes a quantidade de livros que o autor receberá.


A jornalista e escritora Roberta de Souza foi convidada para organizar essa coletânea, que já se desenha como uma das mais especiais organizadas por ela.


Mais informações podem ser obtidas pelos interessados através do site https://proverboeditora.com.br/esperanca-em-tempos-de-pandemia/

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Em live hoje, às 17h, jornalista Álvaro Miranda lança seu novo livro: "Tribunal de Contas no Brasil"

 


O livro Tribunal de Contas no Brasil: a falsa cisão entre técnica e política, de autoria de Álvaro Miranda, jornalista e doutor em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento, será lançado hoje (17), em live às 17h, pelo Facebook da Editora da UFRJ (https://www.facebook.com/editora.ufrj/live/) ou pelo canal do YouTube do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (https://youtu.be/nUJyd0zDA-c).

Além do autor, a live de lançamento contará com a participação de Paula Nazareth, auditora do TCE-RJ, e de Helid Raphael de Carvalho, pesquisador do Laboratório de Estudos em Política Internacional – Lepin/UFF.

 

A transmissão tem apoio institucional do Fórum de Ciência e Cultura e da Diretoria de Acessibilidade da Reitoria da UFRJ (Dirac), que disponibilizará tradutores de Libras/Língua Portuguesa para tradução ao vivo do debate.

 

ABORDAGEM INÉDITA

Ao longo da publicação, o autor procura desfazer alguns mitos e lendas sobre os tribunais de contas e oferecer uma interpretação sobre as motivações políticas e econômicas que deram origem, no Brasil, a essa instituição europeia, no fim do século XIX e no contexto das primeiras quatro décadas da trajetória republicana.


Álvaro Miranda aborda também os conflitos que marcaram a criação dos tribunais de contas estaduais, a partir das décadas de 1940 e 1950, e analisa as relações federativas e os nexos entre o Tribunal de Contas e a emancipação dos municípios, objeto de debates das Assembleias Constituintes de 1934 e 1946. Reflete ainda sobre o período da Assembleia Constituinte de 1987/1988, em que os políticos debateram modelos de tribunais de contas e chegaram a um desenho que é fruto da combinação do antigo e do novo. Procura, por fim, discutir os atuais dilemas desses tribunais.

 

Veja abaixo dez questões do tema tratado no livro:

 

1) por que o Brasil resolveu criar um Tribunal de Contas antes de definir como seria o Poder Judiciário? Isso, há 130 anos.

2) como os primeiros constituintes republicanos (1891) reagiram à sua criação por decreto?

3) quem e por que criou os tribunais de contas estaduais?

4) quais as relações dos problemas da instituição com a forma federativa?

5) o critério de indicação dos dirigentes dessas cortes seria mesmo o problema central dos seus dilemas?

6) por que o TCU só ganhou essa denominação em 1967 durante a ditadura?

7) por que tantos dilemas materializados em oito propostas discutidas na Constituite de1987/1988? Quem participou desse debate?

8) por que um programa de modernização desses tribunais precisou, na década passada, do financiamento de um organismo internacional?

9) o que esse tipo de órgão fiscalizador tem a ver com as questões da representação política?

10) o que se quer dizer com a expressão de Norberto Bobbio, a falsa cisão entre técnica e política?

 

O livro está à venda em www.editora.ufrj.br e nas lojas da Livraria da Travessa.