segunda-feira, 27 de abril de 2020

Em live nas redes sociais, professor Zé Paulo lança amanhã (28) livro sobre o Colégio Republicano



Nesta terça-feira (28), quando se comemora o Dia Nacional da Educação, o professor José Paulo Costa Neves fará, às 19h, uma live em suas redes sociais (Instagram - @professorzepaulo - e Facebook - jose.paulo.neves.3) para o lançamento do livro Muito mais que uma escola, sobre o Colégio Republicano, em Vaz Lobo, que encerrou suas atividades no fim do ano passado. Logo após a live, a venda do livro estará liberada.


Professor Zé Paulo
Na obra, o professor José Paulo conta o que viu e viveu naquele colégio, onde entrou como aluno e virou professor, função que exerceu por vários anos, até o último dia de funcionamento da instituição. Em Muito mais que uma escola estão, por exemplo, detalhes cada passagem, os eventos, SEMARTS, Olimpíadas Internas, Feiras de Ciências, passeios e o último ano do Colégio Republicano, marcado pela tristeza e ansiedade de funcionários, professores e alunos, que deram um abraço simbólico na institição. O professor Zé Paulo, como é carinhosamente chamado, conta ainda algumas das histórias mais hilárias envolvendo os alunos, que provocaram momentos de alegria e descontração em meio às atividades educacionais.

Funcionários, professores e alunos deram um abraço simbólico no prédio do Colégio Republicano, em Vaz Lobo

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Hoje é o Dia Mundial do Livro: isolamento social é um convite à leitura


Atividades mundo afora tentam fazer com que o setor se recupere


Celebra-se hoje (23/04) o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor, data escolhida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para celebrar o livro, incentivar a leitura, homenagear autores e refletir sobre seus direitos legais. Essa data foi escolhida em tributo aos escritores Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Vega e William Shakespeare, que, coincidentemente, morreram em 23 de abril de 1616.



O prazer de ler um bom livro é uma riqueza a ser redescoberta pela humanidade, sobretudo em tempos de quarentena por conta da pandemia provocada mundialmente pelo novo coronavírus. Grandes obras da literatura mundial são relembradas, discutidas e reverenciadas, assim como muitas iniciativas são realizadas, apesar das limitações impostas pela emergência da Covid-19. Convites para leitura, maratonas ao vivo e atividades com crianças, mesmo trancadas em casa, são ótimas iniciativas para fazer reiniciar um setor que está sendo duramente castigado pelo confinamento. 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Com desconto de 50%, livros abordam peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela


Enquanto durar o isolamento social pela pandemia da Covid-19 – e as lojas físicas permanecerem fechadas – a TITAN Comunicação e o jornalista Luiz Carlos Ferraz estão disponibilizando sete títulos de autoria do autor sobre as peregrinações que realizou pelo Caminho de Santiago, na Espanha, com um super desconto de 50%.

Luiz Carlos Ferraz em frente à Catedral de Santiago de Compostela
Os livros compõem duas coleções – a trilogia “Pedras do Caminho” e a série “Descobrindo Novos Caminhos” – e proporcionam um mergulho à magia da mística rota de peregrinação cristão. E mais: inspiram à busca do autoconhecimento que qualquer um pode (e deve) experimentar para tornar-se uma pessoa cada vez melhor.

O jornalista Luiz Carlos Ferraz é o autor brasileiro que mais títulos escreveu sobre o Caminho de Santiago. Os pedidos devem ser feitos pelo e-mail titan.com@uol.com.br ou WhatsApp (13) 99147-6668.

Vista de Cirauqui (Navarra), no Caminho Francês, em 2009
Estes são os títulos à disposição do público:

1) “Pedras do Caminho, meu encontro no Caminho de Santiago de Compostela”. Aborda a peregrinação pelos 800 quilômetros do Caminho Francês, de Saint Jean Pied de Port, na França, até Santiago de Compostela, na Espanha. R$ 15 + despesas postais (R$ 10) = R$ 25.

2) “Pedras do Caminho II. Sentido do Perdão no Caminho de Santiago de Compostela”. Aborda a peregrinação pelos 240 quilômetros do Caminho Português, do Porto, em Portugal, até Santiago de Compostela, na Espanha. R$ 15 + despesas postais (R$ 10) = R$ 25.

3) “Pedras do Caminho III. Busca sem fim no Caminho de Santiago de Compostela”. Aborda a peregrinação pelos 180 quilômetros do Caminho Aragonês, de Somport, na França, até Puente la Reina, na Espanha. R$ 15 + despesas postais (R$ 10) = R$ 25.

4) “Descobrindo Novos Caminhos. As Pedras do Caminho Sanabrês a Santiago de Compostela”. Aborda a peregrinação pelos 423 quilômetros do Caminho Sanabrês, na Espanha, de Zamora até Santiago de Compostela. R$ 15 + despesas postais (R$ 10) = R$ 25.

5) “Passos do Amor. A Peregrinação de Francisco, de Assis a Santiago de Compostela”. Aborda a célebre peregrinação realizada por São Francisco pelos cerca de 2.500 quilômetros de Assis, na Itália, até Santiago de Compostela, na Espanha. R$ 15 + despesas postais (R$ 10) = R$ 25.

6) “Juntos no Caminho. As Pedras do Caminho Inglês a Santiago de Compostela”. Aborda a peregrinação pelos 120 quilômetros do Caminho Inglês, na Espanha, de Ferrol até Santiago de Compostela. R$ 25 + despesas postais (R$ 10) = R$ 35.

7) “Lebaniego. Uma Rota Tangencial do Caminho de Santiago”. Aborda a peregrinação pelos cerca de 80 quilômetros do Caminho Lebaniego, na Espanha – uma rota tangencial do Caminho de Santiago –, que leva ao Monastério de Santo Toríbio, onde repousa a lignum crucis, o maior pedaço da cruz de Jesus Cristo. R$ 25 + despesas postais (R$ 10) = R$ 35.

Mais informações sobre as publicações podem ser consultadas no blog www.pedrasdocaminhodesantiago.blogspot.com.br.

quarta-feira, 11 de março de 2020


“A Simplificação no Direito Administrativo e Ambiental”: obra com temática inédita no Brasil propõe debate sobre desburocratização


Lançamento será nesta quinta-feira (12/3), às 18h,  durante o II Congresso Internacional da ESAP / PGE-RJ sobre Direito Ambiental, na Rua do Carmo 27/ 14• andar, Centro, no Rio de Janeiro

Simplificação é um termo que comporta diversos conceitos e ideias. No lançamento editorial A Simplificação no Direito Administrativo e Ambiental, com o selo da editora Lumen Juris, o advogado Rafael Daudt D’Oliveira reúne um conjunto de ideias sistematizadas sobre a simplificação no direito administrativo e ambiental, com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e promover o debate sobre o tema que tem impactos sociais e econômicos.
Diversos países do mundo vêm adotando medidas de simplificação, com destaque no âmbito do direito administrativo e ambiental, de forma a facilitar a vida do cidadão e das empresas e as suas relações com a Administração Pública. Por ser uma tendência mundial que, segundo o autor, “traria enormes benefícios ao Brasil”, o estudo da simplificação é tema central desta obra e tem como base pesquisas desenvolvidas pelo advogado nos últimos anos, destacando inúmeras referências nacionais e internacionais sobre o tema. 

Rafael Daudt D'Oliveira (Foto: Claunir Tavares - PGE-RJ)
“A exigência de formalidades desnecessárias por parte da Administração, além de incrementar os custos relacionados ao exercício das atividades econômicas e à prestação de serviços públicos, cria restrições desnecessárias ao avanço tecnológico. Demais disso, pode ter um impacto significativo sobre o desempenho do setor privado na prestação do serviço público, prejudicando o desenvolvimento nacional sustentável, e sem fornecer, em contrapartida, qualquer ganho em termos de tutela de bens jurídicos”, alerta Rafael Daudt.

Como exemplo de reforma de simplificação administrativa bem-sucedida, o autor cita no livro o programa de simplificação adotado nos Estados Unidos, durante o Governo Obama, que envolveu a adoção de diversas medidas, como a edição do Executive Order 13.563/2011. “Essa edição previu que as normas regulatórias devem ser acessíveis, consistentes, escritas em linguagem simples e fácil de entender. O programa de simplificação norte-americano teve ênfase na análise custo-benefício e na maximização de benefícios líquidos”, explica Rafael Daudt.


Para o autor a simplificação no âmbito ambiental é uma tendência mundial. “A simplificação no direito ambiental vale-se do mesmo arcabouço teórico da simplificação administrativa, mas com as especificidades da área às quais acrescentamos a existência de princípios jurídicos próprios, como os do poluidor-pagador, da prevenção e da precaução, que diferenciam o direito ambiental dos demais ramos do direito. A simplificação ambiental também adota diversas medidas da simplificação administrativa com as necessárias adaptações para a temática ambiental, mas possui algumas que lhe são peculiares”, esclarece Daudt.

A temática da obra visa, portanto, abrir espaço para discussão no âmbito jurídico, social, público e empresarial sobre as melhores formas de simplificar processos e gerar resultados efetivos na vida pública e na sociedade em geral.

O livro A Simplificação no Direito Administrativo e Ambiental será lançado nesta quinta-feira, dia 12, às 18h, durante o II Congresso Internacional da ESAP / PGE-RJ sobre Direito Ambiental, evento que acontecerá de hoje (11) até sexta-feira (dia 13), na Rua do Carmo 27/ 14• andar, no Rio de Janeiro, e tem a coordenação de Rafael Daudt. 


Sobre o autor:
Rafael Daudt D’Oliveira é Doutorando em Direito Público e mestre em direito ambiental e urbanístico pela Universidade de Coimbra. Especialista em Direito Ambiental e bacharel em direito pela Puc-Rio. Professor de direito ambiental da Puc-Rio. Professor de direito administrativo e ambiental da Esap. Conselheiro do CONAMA. Conselheiro do CONEMA-RJ. Membro da Ceca- Comissão Estadual de Controle Ambiental. Procurador do Estado do Rio de Janeiro. Procurador-chefe do Inea. Sócio do escritório Daudt Advogados. Possui diversas publicações sobre direito ambiental no Brasil e Europa. Membro da Delegação brasileira nas Conferências da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre mudança do clima e das Partes do Protocolo de Quioto, realizadas em Cancún (2010) e Durban (2011), bem como da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) realizada no Rio de Janeiro (2012). 

domingo, 1 de março de 2020

Docente da UFSCar lança livro sobre a Língua Brasileira de Sinais

Obra compartilha pesquisas desenvolvidas no âmbito da pós-graduação relacionadas à Libras

"Você disse Libras? - O acesso do surdo à educação pelas mãos do intérprete de Libras" é o título do livro que está sendo lançado por Diléia Aparecida Martins Briega, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e publicado pela Editora Letraria.

O livro nasceu da necessidade de compartilhar pesquisas desenvolvidas no âmbito da pós-graduação relacionadas à Língua Brasileira de Sinais. "A Língua Brasileira de Sinais [Libras] precisa ser aprendida por todas as pessoas, e o intérprete de Libras é um profissional que merece reconhecimento", defende a autora.


A obra é dividida em cinco capítulos: "Surdez, linguagem e educação escolar", "O intérprete de Libras na educação de surdos", "O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como via de acesso ao Ensino Superior brasileiro", "Análise das condições oferecidas aos surdos no Enem" e "Apre(e)ndendo com os dados do Enem".

O acesso do surdo ao Enem foi estudado pela autora durante seu doutorado, uma pesquisa financiada pelo Observatório de Educação (Obeduc-Capes) que analisou indicadores publicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). "O estudo abordou o desenvolvimento da pessoa surda, a apropriação da língua e do conhecimento escolar, o direito previsto para a realização de exames, a atuação do intérprete de Libras etc.", detalha Briega. De acordo com ela, os resultados indicam a necessária mudança do sistema educacional para que o bilinguismo seja vivido na prática. "Essa mudança começa na atitude das pessoas que se comprometem a aprender a Libras", conclui.

O livro impresso pode ser adquirido por meio do link https://bit.ly/3bWe5sH ou pelo WhatsApp (16) 99713-2014 ou (16) 99743-8755. O e-book "Você disse Libras?" foi lançado anteriormente e está disponível para download gratuito em www.letraria.net/voce-disse-libras.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Henrique Rodrigues lança "Rua do Escritor", coletânea de crônicas sobre o gosto pela leitura


O escritor e gestor de projetos literários Henrique Rodrigues lança pela Editora Malê a coletânea de crônicas Rua do escritor: crônicas sobre leitura, no próximo dia 5 (quinta-feira), às 19 horas, na Livraria da Travessa (Rua Voluntários da Pátria, 97), em Botafogo, no Rio de Janeiro.

“Rua do Escritor” se destaca por abordar diversos aspectos que compõem a vida literária de um escritor na atualidade, revelando e valorizando detalhes que costumam passar despercebidos ao longo das leituras. Por meio da alegoria da rua, o livro se insere na tradição da crônica carioca, buscando também uma poética do efêmero escondida nas diferentes camadas sociais urbanas.

Em seu décimo quinto livro, o segundo publicado pela Editora Malê (o anterior foi o infantil “O pé de meia e o guarda-chuva”, lançado também na França), Henrique Rodrigues selecionou crônicas produzidas nos últimos anos que tratam de experiências envolvendo a literatura. O resultado é uma obra que, longe de ser um conjunto de relatos didáticos ou de receitas edificantes, estimula o envolvimento efetivo com os livros.

Como afirma o escritor Marcelo Moutinho na orelha do livro, “Henrique Rodrigues trata da leitura sem sacralizá-la”. Isso significa que as 54 crônicas reunidas no volume têm a cadência da liberdade que esse tipo de literatura apregoa: vão de uma oficina literária para uma lembrança do emprego no fast-food, de um encontro com leitores a uma partida de videogame, do impacto de ler um clássico a um gato preso no sótão. Na rua deste livro, literatura e vida transitam na mesma velocidade, na mesma faixa.

Oriundo das camadas mais populares do Rio de Janeiro, Henrique também não deixa de apresentar episódios em que o contato com livros alterou profundamente sua vida, tornando-o leitor, escritor e agente cultural especializado no estímulo à leitura. O próprio título da coletânea, baseado na rua de mesmo nome onde o autor morou nos anos 1990, faz a costura de uma trajetória direcionada pelas práticas de leitura e escrita.

Se, como disse o cronista Marques Rebelo, “o Rio é uma cidade com muitas cidades dentro”, em “Rua do Escritor” o leitor encontrará uma via de mão dupla: olhar para fora também é ler a si mesmo, visto que cada um é também uma cidade se lendo e escrevendo a todo tempo.

Sobre o autor

Henrique Rodrigues nasceu no subúrbio do Rio de Janeiro, em 1975. É doutor em Letras pela PUC-Rio e trabalha na gestão de projetos de incentivo à leitura e circulação de manifestações literárias pelo SESC Nacional. Já trabalhou como vendedor de cachorro-quente, atendente de lanchonete, balconista de videolocadora, professor de língua portuguesa, pesquisador da Cátedra Unesco de Leitura e superintendente da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro. Participou de eventos em universidades e espaços culturais no Reino Unido, França, Portugal, Espanha e Bélgica.

É autor do livro de poemas A musa diluída (Record, 2006), Versos para um Rio Antigo (infantil, Pinakotheke, 2007), Machado de Assis: o Rio de Janeiro de seus personagens (juvenil, Pinakotheke, 2008), O segredo da gravata mágica e O segredo da bolsa mágica (infantil, ambos pela Memória Visual, 2009) e Sofia e o dente de leite (infantil, Memória Visual, 2011), Alho por alho, dente por dente (com André Moura; infantil, Memória Visual, 2012), do romance O próximo da fila (Record, 2015 – publicado na França em 2018, “Au suivant”, Anacaona Editions) , Palavras pequenas (infantil, Bazar do Tempo, 2016), O pé de meia e o guarda-chuva, (infantil, Malê, 2017)  e Previsão para ontem (poesia, Cousa, 2019).

É coautor do livro Quatro estações: o trevo (independente, 1999) e participou das antologias Prosas cariocas: uma nova cartografia do Rio de Janeiro (Casa da Palavra, 2004), Dicionário amoroso da Língua Portuguesa (Casa da Palavra, 2009), Escritores escritos (Flâneur, 2010), Humor Vermelho vol. 2 (Vermelho Marinho, 2010), Brasil-Haiti (Garimpo, 2010), Amar, verbo atemporal (Rocco, 2012) e Vou te contar: 20 histórias ao som de Tom Jobim (Rocco, 2014).

É organizador e coautor de Como se não houvesse amanhã: 20 contos inspirados em músicas da Legião Urbana (Record, 2010) e O livro branco: 19 contos inspirados em músicas dos Beatles + bonus track (Record, 2012) e Conversas de botequim: 20 contos inspirados em canções de Noel Rosa (com Marcelo Moutinho. Mórula, 2017). 





segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Lançamento de livro exalta papel importante da Associação Médica Fluminense, criada em 1897


Uma noite de gala que coroou a longa trajetória de dois anos de um trabalho intenso em equipe, com objetivos comuns: valorizar o acervo documental de quase 60 anos do médico Alcir Vicente Visela Chácar e contar a linda história da Associação Médica Fluminense e os mais de 100 anos do movimento associativista em Niterói. Lançado no salão nobre na sede da instituição, no último dia 14, o livro Associação Médica Fluminense – mais de 100 anos de amor à Medicina cumpriu o seu papel de sedimentar a relevância da instituição, trazendo à tona o seu protagonismo em todas esferas no cenário niteroiense.


Médicos, jornalistas, políticos, empresários e importantes nomes da sociedade passaram pelo local, prestigiando o evento. Entre essas personalidades, os ex-presidentes da instituição, Waldenir de Bragança, Aloysio Decnop, Alkamir Issa, Glauco Barbieri e Benito Petraglia. Também marcaram presença o secretário das Culturas, Victor De Wolf, e a secretária de Fazenda de Niterói, Giovanna Victer.

Além do lançamento do livro, o projeto, contemplado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, envolve ainda a exibição de um vídeo institucional sobre a obra e uma exposição, ambos organizados pela Casa da Gente Produções. O objetivo foi agregar valor à iniciativa de editar o livro e aguçar a curiosidade do leitor para ler essa história centenária, impregnada de momentos de superação, de fé inabalável e de busca pelo bem comum.


Durante a cerimônia de lançamento do livro, a presidente da Associação Médica Fluminense, Zelina Caldeira, falou da relevância da obra e convidou os jovens médicos a participarem ativamente dos rumos da Casa do Médico. Mas, o ponto alto da noite foi o discurso do grande responsável pela criação do livro, Alcir Chácar. Emocionando, ele falou do seu hábito incorrigível de guardar “coisas”, que, para muitos, pode parecer um sentimento pertinente a um “acumulador”. Porém, com a ideia de escrever o livro, esses hábitos passaram a ter um grande sentido. Sobre o futuro do livro, ele foi categórico ao afirmar: “Esperamos que ele sirva como argamassa a fortalecer as estruturas dessa Casa, construída com o empenho de grandes homens”.

Ex-presidente da Associação Médica Fluminense, no período de 1977 a 1981, Alcir Vicente Visela Chácar atuou, juntamente com o ex-prefeito Waldenir de Bragança, então presidente da AMF, na luta pela construção da sede da instituição no curto prazo de um ano. Além disso, ocupou importantes cargos na área da saúde pública, como diretor do IPASE e presidente do IASERJ, onde se empenhou no combate à desnutrição infantil. Além disso, também ocupou a presidência da Academia de Medicina do Estado do Rio de Janeiro em vários mandatos.


Sobre a obra
Organizada por uma equipe editorial composta pelo que ficou chamado “trio de ouro”, tendo como componentes o médico Alcir Chácar, a administradora de empresas Maria Gomes e a jornalista Verônica M. de Oliveira, o livro Associação Médica Fluminense – mais de 100 anos de amor à Medicina envolveu a organização do acervo, composto por fotos, recortes de jornais e revistas, e documentos históricos. E nessa gestação de dois anos foi sendo desenhada a estrutura do livro, que remonta a história inicial de 1987, quando foi criada a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Nichteroy, até os dias atuais.

A administradora de empresas Maria Gomes, o médico Alcir Chácar e a jornalista Verônica de Oliveira
Primeiro produto editorial da Texto & Café Comunicação e Editora, o projeto de valorização do livro cumpre o seu papel itinerante, sendo lançado ainda na Academia Fluminense de Letras e em Campos dos Goytacazes. O mais importante é justamente exaltar as raízes históricas da cidade de Niterói, que tem importantes símbolos que são exaltados no livro, tais como a Universidade Federal Fluminense, o Hospital Antonio Pedro e a Associação Médica Fluminense.


sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Publicação faz um passeio pelos 100 anos de vida do ator e dublador Orlando Drummond


A biografia “ORLANDO DRUMMOND – VERSÃO BRASILEIRA”, escrita pelo jornalista Vitor Gagliardo, será lançada no próximo dia 23, a partir das 19h, no Espaço Cultural Herdeiros da Vila, no Shopping Boulevard, em Vila Isabel

A história de um dos grandes nomes da TV brasileira está reunida na biografia Orlando Drummond – Versão Brasileira, com texto do jornalista Vitor Gagliardo e publicação da Gryphus Editora. O livro presta homenagem aos 100 anos do ator e dublador carioca, nascido no bairro de Todos os Santos, em 18 de outubro de 1919.

Conhecido principalmente pelo inesquecível “Seu Peru”, da Escolinha do Professor Raimundo, durante 40 anos Drummond emprestou sua voz à versão brasileira de Scooby Doo, o dogue alemão falante que soluciona mistérios. Este é seu personagem preferido e surgiu depois de o ator simular latidos para escapar de um assalto dentro de sua casa. Também deu voz a outros personagens icônicos, entre eles Alf, o ETeimoso, Puro Osso, Popeye e o Vingador, de Caverna do Dragão.
 
                               Orlando Drummond na pele do personagem "Seu Peru"
Orlando Drummond viu de perto as transformações da indústria do entretenimento no Brasil. Começou em 1942, na Rádio Tupi, como contrarregra, e logo caiu nas graças de Paulo Gracindo, que percebeu o potencial de seu timbre. Não demorou muito para estrear, em 1950, na TV Tupi. Em seguida, ele atuou em alguns filmes, como Rei do Movimento (1954) e Angu de Caroço (1955).


Foi na década de 90 que o rosto do ator se tornou familiar ao público com o famoso “Seu Peru”. O personagem ficou conhecido pelas roupas extravagantes e seus diversos bordões: "Estou porra aqui”, “Use-me e abuse-me”, “Te dou o maior apoio” e “Peru é cultura, cheio de ternura”. Em novelas, sua primeira participação ocorreu em Caça Talentos, interpretando Zaratustra, de 1996 a 1998.

O livro, segundo o autor, tem quase 340 páginas de texto e 16 de fotos. “Escrever sobre o Orlando foi um sonho que começou a se materializar em 2015. Mas, parecia distante, pois não se trata de qualquer história. Drummond é um dos pioneiros da dublagem. Fiz muitas entrevistas com ele, com os familiares e alguns dubladores. Ele próprio tem uma vasta documentação guardada. Além disso, fiz toda uma pesquisa buscando informações em arquivos e na imprensa”, diz Vitor.


Orlando é casado desde 1951 com Glória Drummond. O casal se conheceu em junho de 1947, nos bastidores de um programa de rádio de Pedro Anísio, cuja estreia Glória foi prestigiar. Os dois têm dois filhos, Orlando e Lenita Helena, cinco netos, Marco Aurélio Asseff, Michel Assef Filho, e os dubladores Felipe Drummond, Alexandre Drummond, Eduardo Drummond, e dois bisnetos, Miguel e Mariah.  “Drummond sempre gostou de fazer brincadeiras. A maioria delas quase sempre infantis. Então, quando perguntado sobre o bairro onde nascera, a resposta era sempre a mesma: ‘Todos os Santos, graças a Deus!’”, lembra Gagliardo.

O jornalista Vitor Gagliardo
Num olhar mais atento, o leitor poderá descobrir detalhes pouco conhecidos de um cara extremamente bem-humorado, louco pela vida e viciado em esportes. Boxe, futebol e remo eram suas grandes paixões. O lado brincalhão, gaiato, aparece em uma das muitas lembranças. “Certa vez foi assistir a um filme de terror no cinema. Em determinado momento, tinha uma cena que mostrava um ritual em que se matava uma galinha. Após o filme, resolveu voltar no dia seguinte com uma galinha viva na bolsa. O filme começou. Assim que acontece a cena do ritual, ele dá um grito e solta a galinha. O bicho, enquanto caía, começou a cacarejar”, conta o autor.