segunda-feira, 16 de maio de 2016

domingo, 8 de maio de 2016

Memórias visitadas: seis décadas de histórias contadas por Fernando Pedreira


Jornalista lança livro aos 90 anos, no qual fala sobre política, infância, amigos e amores


Aos 90 anos recém-completados – no último dia 3 de março-, o jornalista Fernando Pedreira lança seu mais novo livro, relembrando suas histórias vividas no Brasil e no exterior e a história do Brasil. "Fernando Pedreira – Entre a lagoa e o mar – Reminiscências" traz em suas mais de 400 páginas memórias acerca da juventude, da política, dos amigos, do jornalismo, da família, entre outros temas. Sem se importar com uma cronologia, as histórias vêm e vão como se ele estivesse conversando com o leitor.  Editada pela Bem-Te-Vi, a obra chega às livrarias em abril por R$ 74,00.


Jornalista e escritor, esse é o décimo primeiro livro de Pedreira. Sua construção se deu através de um longo processo que começou em 2000, quando a editora Vivi Nabuco sugeriu ao amigo que colocasse no papel algumas de suas lembranças. Cuidadosamente, as memórias foram ganhando corpo, a partir de 2006, e chegam ao público na época em que celebra seu aniversário.



Pedreira passou, entre outros, pelos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil. Morou no Rio de Janeiro, em Brasília, em Belo Horizonte, em São Paulo, em Nova York e em Paris. Em cada uma dessas cidades, e outras tantas por onde passou, viveu histórias saborosas e conheceu centenas de pessoas que fizeram parte de sua história particular e da história brasileira.


A apresentação de "Entre o mar e a Lagoa" traz uma carta do ex-presidente, professor e sociólogo Fernando Henrique Cardoso, amigo desde os tempos da juventude e de quem foi embaixador na Unesco, em Paris. Muitos encontros e desencontros estão ali em mais de 60 anos de amizade. FHC chegou a receber as primeiras cem páginas do livro ainda em 2006 e, em sua opinião, "há seções fascinantes no livro e, para minha surpresa, as mais fascinantes são as que se referem a seus sentimentos, quase sempre escondidos na vida diária".


Além do carioca Fernando Henrique, outro personagem presente nas páginas é o mineiro Roberto Gusmão, amigos desde a época em que jovens integraram a União Nacional dos Estudantes. Gusmão chegou a se tornar, por breve tempo, Ministro da Indústria e Comércio do governo de Tancredo Neves. Pedreira relembra algumas das histórias comuns aos dois como uma viagem à Europa, na época em que se "levava três dias e duas noites para se chegar a Paris pela Air France", além de outras feitas a serviço da política estudantil.


Política e políticos, aliás, são tema e presença constante nas páginas de "Entre o mar e a Lagoa", como foi em toda a sua vida. Por isso também estão lá histórias e reflexões sobre as ações de ex-presidentes como Juscelino Kubitschek, João Goulart, Getúlio Vargas, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Lula e dos militares. Análises dos períodos vividos com intensidade, seja como observador - atitude inerente ao seu ofício de jornalista -, como personagem deles ou ainda pelo convívio com alguns desses protagonistas.


Pedreira ressalta: "Fui comentarista político a maior parte da minha vida e o livro é um livro político. Somos todos políticos. Quem não gostar disso é melhor não ler". Em exemplo disso é que quando era diretor de redação do O Estado de S. Paulo, Pedreira, junto com Ricardo Kostcho, dirigiu a investigação de uma matéria sobre privilégios de funcionários do Governo. A série de matérias, publicadas em 1976, comprovou a existência de 'superfuncionários' com privilégios e vantagens e cunhou a palavra 'mordomia', que usada até hoje.


Os amores também estão lá. A mãe amorosa, as namoradas passageiras e as mulheres definitivas. "O episódio mais difícil de escrever foi o mais romântico. Sou um romântico, embora encabulado", define-se Pedreira. Os amigos que já se foram também se fazem presentes nas páginas. O saudoso Millôr Fernandes, amigo querido que na realidade se chamava Milton, e com quem partilhou muitas histórias e muitas viagens; o jornalista Evandro Carlos de Andrade;o empresário e editor Fernando Gasparian; o cunhado Flávio Rangel; o jornalista e comentarista de futebol João Saldanha, e tantos outros.

Hotel Ca´d´Oro - Novo lançamento da Editora Senac São Paulo


A Editora Senac São Paulo está apresentando seu novo lançamento: Grande Hotel  Ca´d´Oro, a história de sucesso de uma cultura hoteleira centenária. O livro, escrito por Celso Nucci e Marília Scalzo, narra, com riqueza de detalhes e um olhar familiar, momentos e detalhes preciosos sobre o cotidiano do Hotel Ca´d´Oro, ícone da hotelaria paulistana, desde sua inauguração até seu momento, quando surge um novo projeto imobiliário que o posiciona como o passado e o futuro do setor.

Fundado em 1953 como restaurante na rua Barão de Itapetininga, o Ca´d´Oro mais tarde se transformaria também em hotel e se expandiria para as ruas Basílio da Gama, Avanhandava e Augusta, conquistando o posto de primeiro cinco estrelas paulistano com o Grand Hotel Ca´d´Oro.
Frequentado por figuras ilustres da política e do meio artístico, o Ca´d´Oro já recebeu escritores como Pablo Neruda, Jorge Amado e Vinicius de Moraes; os músicos Luciano Pavarotti, Nat King Cole, Tim Maia, Elis Regina, Arthur Moreira Lima; os ex-presidentes François Mitterrand, da França, Nelson Mandela, da África do Sul, o rei Juan Carlos, da Espanha, e ainda foi sede oficial do governo da Presidência da República em duas ocasiões, nos anos 1980.

Em tom memorial, este livro conta a história do hotel e do restaurante que fazem parte do imaginário paulistano desde a década de 1950. Além de relatos dos herdeiros do Ca´d´Oro, de ex-funcionários e de clientes assíduos, as memórias são complementadas por um substancioso trabalho de pesquisa do contexto histórico no qual o hotel esteve inserido até 2009, quando cerrou as portas para sua reestruturação.
E ainda hoje o Ca´d´Oro continua fazendo história. De cara nova, mas sem perder a essência, a abertura do Ca´d´Oro São Paulo, complexo que abriga residências, salas comerciais, hotel e restaurante, é prova de que a tradição da família Guzzoni não cessa de crescer.

A ironia de Guilherme Fiuza nos textos do livro “Não é a Mamãe - Para entender a Era Dilma”


Reunião de crônicas publicadas em O Globo e na revista Época, o livro Não é a Mamãe - Para entender a Era Dilma traz textos sobre a candidata e a presidente Dilma, do início de 2010 à metade de 2014. Cobre toda a primeira campanha eleitoral e quase todo o primeiro mandato. Neles, Guilherme Fiuza repercute e opina sobre a gestão de Dilma Rousseff como presidente da República. Com rara capacidade de observação, humor singular e escrita leve e atraente, o autor reúne textos de cujo conjunto se extrai retrato definitivo – cômico e perplexo – do Brasil em que vivemos.



Guilherme Fiuza é colunista do jornal O Globo e da revista Época e autor dos best-sellers Meu nome não é Johnny (vencedor do Grande Prêmio de Cinema - melhor roteiro adaptado), Bussunda - A vida do casseta e Giane - Vida, arte e luta. Escreveu também os livros Amazônia, 20º andar e 3.000 dias no bunker, que conta a história do Plano Real. É coautor da minissérie da TV Globo “O brado retumbante”, indicada ao Emmy Internacional 2013.

Funarte lança livro de memórias do ator Sergio Britto


“Memória a dois” é um diálogo em forma de relato que Sergio Britto fez ao sobrinho Paulo Brito

Com o lançamento de Memória a dois, a Fundação Nacional de Artes - Funarte presta homenagem a um dos grandes nomes do teatro brasileiro, o ator e diretor Sergio Britto.

Escrito entre abril e maio de 2011, meses antes da morte do artista, o livro é uma espécie de diálogo entre ele e o sobrinho, Paulo Brito. As lembranças, muitas vezes, se confundem com a luta de Sergio Britto pela vida e sua busca intensa para manter a lucidez e a esperança. A publicação de 184 páginas traz também fotos, a maioria do acervo da família do ator.

Em Memória a dois, Sergio Britto exercita sua memória, relembra momentos de sua vida como a adolescência, os estudos de medicina, parte de sua trajetória profissional, além de movimentos importantes do teatro brasileiro e artistas com quem compartilhou experiências marcantes, como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Nathalia Timberg, entre outros.



Quem assina o prefácio do livro é o médico e analista junguiano Walter Boechat, a quem o ator recorreu em 2005 para ajudá-lo com os conceitos da psicologia de Carl Gustav Jung para a peça Jung e eu. O monólogo, de Domingos de Oliveira e Giselle Kosovski, rendeu a Sergio, naquele ano, uma indicação ao Prêmio Shell de melhor ator.

Para Boechat, Sergio Britto surpreende a todos com sua força criativa ao buscar, em momento de extremo sofrimento, um caminho inesperado de resgate de sua memória, de suas imagens internas e de sua identidade. "Depois de legar para a cultura brasileira esses importantes diálogos, Sergio Britto nos deixou órfãos de sua rica presença. Este Memória a dois é sua derradeira obra criativa, uma mensagem de otimismo, força criativa e crença no poder espiritual da vontade. A reflexão que Sergio Britto faz para si mesmo ao terminar serve também para todos nós que o acompanhamos em sua trajetória de estrela fulgurante: 'Agora é hora de esperar com calma e tentando não sofrer as próximas palavras'".

Sergio Britto

Carioca de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, Sergio Pedro Corrêa de Britto nasceu no dia 29 de junho de 1923 e morreu em dezembro de 2011, aos 88 anos. Formado em medicina, ele trocou a carreira pelos palcos e dedicou sua vida ao teatro e à arte brasileira. Sua estreia foi em 1945, interpretando Benvoglio na montagem de Romeu e Julieta, de William Shakespeare, no Teatro Universitário.

Ator, diretor e produtor, Sergio Britto fez parte de importantes companhias do teatro brasileiro, como Teatro do Estudante de Paschoal Carlos Magno, Teatro dos Doze, Cia. Maria Della Costa, Teatro de Arena, Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Foi também um dos fundadores do Teatro dos Sete, nos anos 1950, e um dos sócios do Teatro dos Quatro, na década de 80.

Durante sua carreira, recebeu os mais importantes prêmios de atuação e direção teatral, entre os quais três prêmios, como diretor, por Os Veranistas, de Gorki; Prêmio Molière Especial porRei Lear, de Shakespeare; e Prêmio Mambembe por A cerimônia do Adeus, de Mauro Rasi. Dirigiu algumas óperas, como La Traviata e O Guarani.

Na televisão, foi pioneiro do teleteatro como criador, diretor e ator do Grande Teatro Tupi, que produziu mais de 450 peças. Participou de novelas, minisséries e especiais. Na TV Brasil, escreveu, dirigiu e apresentou o programa Arte com Sergio Britto, dedicado ao teatro e à arte de interpretar.

Em 2010, lançou sua biografia, O Teatro & Eu - Memórias, publicada pela editora Tinta Negra. O livro recebeu o Prêmio Jabuti 2011 na categoria Biografia.
* A compra do livro também pode ser solicitada através do e-mail livraria@funarte.gov.br, ao custo de R$ 30,00.

História da indústria brasileira de carne bovina é registrada em livro


“Brasil de Carne e Osso” segue linha do tempo que remonta aos primórdios do País e resgata os mais importantes fatos que transformaram o Brasil no maior exportador de carne do mundo

Lançado pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), o livro Brasil de Carne e Osso resgata, documenta e conta toda a história de sucesso da indústria exportadora de carne bovina brasileira com fotos históricas e depoimentos de figuras ilustres e importantes da cadeia da pecuária no Brasil.

Segundo o presidente da ABIEC, Antônio Jorge Camardelli, o livro pode ser considerado a principal fonte consolidada de informação histórica da pecuária brasileira e vai contribuir para que as pessoas tenham conhecimento como o Brasil se tornou o segundo maior produtor e o maior exportador de carne bovina no mundo. “É um livro de gratidão. Ele nasceu de um mix de objetivos, que era de contar a história da pecuária brasileira, da indústria e as histórias de quem fez história”, conta Camardelli.
Com histórias de famílias e pessoas que se jogaram no escuro ao apostar na pecuária brasileira na década de 30, o livro segue uma linha do tempo que remonta aos primórdios do País. “Ele retrata a história desde o Brasil Colônia; o ciclo do couro no Nordeste; a história das charqueadas; a chegada das multinacionais americanas e inglesas; a década de 60 em um Brasil, na época, grande importador de carne; a expansão dos mercados no Norte e Nordeste, até chegarmos aos anos 2000 com o crescimento do setor e da exportação, que colocou o Brasil como um player importante no cenário mundial”, explica Fernando Sampaio, diretor executivo da ABIEC.

Além das histórias familiares, o livro resgata curiosidades do espírito empreendedor do brasileiro, por exemplo, os mineiros que viajaram até a Índia para trazer o boi zebu ao País, em uma viagem que durava anos naquela época. Como curiosidade, ele ainda menciona a origem de uma clássica expressão popular, criada a partir de um processo comercial do charque no Rio Grande do Sul: “alguém está por cima da carne seca”, ou seja, as pessoas que tinham esse suporte comercial tinham uma ostentação melhor em virtude da taxa de sucesso.

Ao todo, são 196 páginas de textos em português e inglês em que o leitor tem a oportunidade de conhecer um pouco mais de como o Brasil chegou à posição de líder mundial em exportações de carne bovina, qual é a cultura por trás da pecuária e qual é o tamanho da paixão de quem faz parte da sua cadeia produtiva.

Ficha Técnica

Título – Brasil de Carne e Osso

Concepção – Antônio Jorge Camardelli

Autor – Rosane Queiroz

Páginas – 196 pg.

Editora - Abook editora

Ano – 2015

Preço – R$ 250,00

“Brasil de Carne e Osso” pode ser adquirido nas lojas físicas e online da Livraria Cultura, no site de compras eBay ou diretamente na ABIEC através do e-mail: abiec@abiec.com.br ou pelo telefone (11) 3531-7888.



Sobre a ABIEC

Criada em 1979, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) reúne 28 empresas do setor no país, responsáveis por 92% da carne negociada para mercados internacionais. Sua criação foi uma resposta à necessidade de uma atuação mais ativa no segmento de exportação de carne bovina no Brasil, por meio da defesa dos interesses do setor, ampliação dos esforços para redução de barreiras comerciais e promoção dos produtos nacionais. Atualmente, o Brasil produz 10 milhões de toneladas de carne bovina, 20,8% são negociados para dezenas de países em todo o mundo, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

"Somos Todos Sementes": 60 anos da ISLA em prosa e verso


ISLA Sementes lança livro comemorativo com a 
trajetória da empresa, imagens e contos

Muito além de material de cultivo e plantação, a Semente é parte de cada pessoa, cada indivíduo. Somos todos Sementes. Assim começa o livro lançado em abril que comemora os 60 anos da ISLA, pioneira na América Latina no desenvolvimento, produção e comercialização de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos. A publicação foge do "lugar comum" da documentação da trajetória da empresa e propõe ao leitor uma viagem lúdica pelo universo do campo e, sobretudo, pelo amor à terra. 

"O projeto é fruto de muito carinho e amor por tudo o que cultivamos em todos esses anos. São histórias de centenas de pessoas que construíram e entrelaçaram caminhos que passaram diretamente pelas portas da ISLA" conta a presidente Diana Werner. 


As páginas de Somos todos Sementes relembram a saga dos visionários fundadores, Plínio e Dulce - avós de Diana -, do planejamento à construção da primeira empresa de importação de sementes, além da adequação e criação de maquinários para embalagens. Em paralelo, contos sobre a terra, conversas com parceiros, ações sociais, dicas de alimentação saudável e muitos "causos" que acontecem no campo encantam o leitor (envolvido ou não com agricultura).

"Este livro conta histórias. Algumas delas são reais; outras são ficções do início ao fim. E há também histórias que misturam as duas dimensões. Mas tudo é verdade. Estamos muito orgulhosos com o resultado desse projeto", completa Diana. Entre as 135 páginas, contos como "Duas Amigas – A arte de crescer", que retrata a amizade entre a pequena Laura e Elsa, a árvore plantada no dia de seu nascimento, emocionam e envolvem. Após a experiência, o leitor fica com a certeza de que a imortalidade é presente nos grãos e a terra molda a vida.

Sobre a ISLA:

Semente, produtor, distribuidor, estabelecimento comercial e, finalmente, a mesa do cidadão. Este é o caminho percorrido pela genética das sementes ISLA. A empresa sexagenária é pioneira na América Latina no desenvolvimento, produção e comercialização de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos. Tem como Missão superar expectativas, disponibilizando produtos e serviços inovadores para a agricultura, com transparência e comprometimento com a sociedade, meio ambiente, sócios e colaboradores. A empresa se preocupa com todas as etapas de cultivo até comercialização de seus produtos, assim como em ser corresponsável pela geração sustentável de empregos, diretos e indiretos, rentabilidade e valor agregado para seus colaboradores, parceiros, consumidores e meio ambiente.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Foi um sucesso a noite de autógrafos de ‘Paixão, Lâmina’, romance do jornalista Marco Antônio Gay


O espaço da Blooks Livraria, em Botafogo, foi pequeno para receber os amigos do jornalista Marco Antonio Gay que ali compareceram para prestigiar, na noite da última terça-feira (12), a o lançamento do livro ‘Paixão, Lâmina’. A sessão de autógrafos foi um grande sucesso e o autor, em seu perfil no Facebook, fez um agradecimento emocionado, que reproduzo abaixo:

Marco Antonio Gay e seu novo romance
“Caras/caros, o lançamento do meu romance ‘Paixão, lâmina’” foi uma festa maravilhosa, com a presença de amigos recentes (muitos do face) e amigos de tempos mais remotos (alguns, eu não via há anos e anos), como a turma da gloriosa FNFi, além de contatos eventuais (pré-amigos) – esses, realmente, a grande surpresa. Enfim, vivi uma noite pra lá de alegre e, mais, comovente. A todos, um hip-hip hurra.”

Daqui a dias o autor divulgará a lista de livrarias onde o livro estará à venda, mas o romance já pode ser comprado na Blooks Livraria, local da noite de autógrafos (Praia de Botafogo, 316 - galeria do Espaço Itaú de Cinema) ou, via internet, pelo link da editora, http://www.7letras.com.br/paix-o-lamina.html.

Abaixo, algumas fotos tiradas pelo fotógrafo oficial do evento, Daniel Marques, a quem deixo meu agradecimento especial: