segunda-feira, 22 de março de 2021

Audiolivro "Brincando com o Samba" surgiu de projeto inspirado nas crianças e baianas do Morro do Salgueiro

 

Lançamento nesta terça-feira, dia 23, exibido na plataforma Zoom, às 16h30, será acompanhado de uma animada oficina (ritmo, vocal e corporal) com inscrição antecipada

Ritmo, voz e corpo, tudo em harmonia no lançamento do audiolivro "Brincando com o Samba", seguido de oficina dedicada às crianças de 4 a 6 anos de idade. Após temporada na Itália atuando no ensino da arte e educação, a carioca, atriz, pedagoga, bailarina e escritora Dayze Nascimento apresenta aos brasileiros, em nova versão, seu livro, ilustrado e musicado, que conta uma história animada para toda a criançada.

 


A realização do projeto foi possível pelo patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura – SMC, contemplado em edital pela Lei Aldir Blanc - Prêmio "Arte & Escola". A intenção com o projeto é estimular nas crianças da pré-escola o interesse pela leitura através do ritmo, das artes cênicas e artes visuais, respeitando as diferenças e as formas privilegiadas de conhecer o mundo através do brincar.

 

O "Brincando com o Samba", que tem edição impressa pela Editora Sinnos (Roma, Itália, 2002), surgiu a partir da criação do poema "Amarelinhos" de autoria de Dayze. Para ela, a inspiração veio como um suspiro de encantamento, entre dois momentos:

 

O primeiro – de observar crianças negras, do morro do Salgueiro, recolhendo doces pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro, durante os festejos de São Cosme e Damião. O segundo - ao escutar o canto da ala das baianas, descendo a comunidade do Salgueiro, no bairro da Tijuca, durante o carnaval de 1983.

 

Segundo a autora, os anos se passaram e o poema correu trilhas até chegar à cidade de Roma. Na capital da Itália ela morou e trabalhou por 15 anos, onde idealizou e desenvolveu o "Laboratório Performativo de Pedagogia Teatral Afro-brasileiro" - LPTAB, programa criado pela artista e educadora, um método intercultural e inter-transdisciplinar que se iniciou a contação de histórias.

 

Sinopse:

Um pintinho de nome, "Brasileirinho", nasce emitindo som muito parecido com o do instrumento musical de nome "cuíca". O som fascinante, contagia toda a cidade do Rio de Janeiro. E logo, se compõe uma banda musical que decide levar a alegria em uma cidade vizinha.

 

A Oficina:

As crianças brincam com os ritmos, com as palavras, com as imagens. Experimentam a musicalidade, o movimento do corpo, o canto. Passam a conhecer, valorizar e respeitar o território, a comunidade do entorno, os costumes e hábitos da cultura brasileira e, em especial: a cultura afro-brasileira.


Sobre a autora:

Dayze Nascimento é produtora, representante da EspressartBrasile, autora de literatura para a infância, atriz, com formação em Escola de Dança Angel Vianna. Mestre em Artes Cênicas - UNIRIO, com graduação em Arte Performance do Espetáculo - Universidade "La Sapienza di Roma", Itália.



Desde 1991 em Roma, Dayze Nascimento por meio da EspressartBrasile, dedica suas atividades aos processos educativos através dos programas: "Livro Vivo Itinerante", e "Pedagogia Teatral de Educação Intercultural" (Afro–brasileira). São frutos de experiências e de pesquisas, realizadas por Dayze em escolas de Roma, Itália e Estado do Rio de Janeiro.


Ficha Técnica:

Produção Executiva e direção artística: Dayse Angela do Nascimento Azevedo

Texto e Ilustrações: Dayze Nascimento

Produção musical - "Para Ser Feliz e Brincar" e "Um Novo Tempo Chegou": Composição de Dayse Angela do Nascimento Azevedo. Arranjo de Luiz Henrique Prado de Farias

Percussão/ oficina: Diogo Presuntinho

Produção on-line: Cris Nascimento

Comunicação: CICLO Comunicação - Clóvis Corrêa

Designer: Andrezza Paulo

Mais informações sobre o "Brincando com o Samba" e Dayze Nascimento
Blog: https://espressartbrasile.blogspot.com
SITE: https://espressartbrasile.com
YouTube: https://www.youtube.com/user/espressartBrasile

sexta-feira, 12 de março de 2021

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Ex-paquita Ana Paula Almeida, a Pituxita Bonequinha, lança biografia em turnê internacional

 

A biografia da ex-Paquita Ana Paula Almeida - Pituxita Bonequinha, Minha Vida de Paquita, escrita pela jornalista Luciana Castro, tem data prevista de lançamento no Brasil e na Europa. O livro chega às prateleiras das livrarias em abril e terá tradução para espanhol e inglês. A turnê de lançamento passará pelas melhores livrarias do Brasil, da Europa e Argentina.



No livro, Ana Paula, de 43 anos, conta suas lembranças como Paquita. "Estou animada para dividir o meu livro com o mundo. Foi uma experiência incrível resgatar minha própria história, assim como muitos valores que me guiaram para chegar até aqui, uma experiência única e transformadora", diz.

 

Pituxita Bonequinha, Minha Vida de Paquita também trará a nostalgia de outros tempos da televisão brasileira, que marcaram a vida de muitos 'baixinhos' da Xuxa. Ana Paula abriu seu coração e contou a trajetória de sua carreira, que se iniciou aos 10 anos, e o sonho de dividir o palco do Teatro Fênix com a apresentadora Xuxa.



"Ter minha história eternizada num livro sempre foi um sonho. Ele está lindo, elegante, bem escrito. Conta a história de uma menina que sonhava em conhecer a Xuxa, ser paquita e conseguiu. Tem a minha história, curiosidades sobre o programa "Xou da Xuxa”, o dia a dia de gravações, bastidores e shows realizados", conta a ex-Paquita.

 

Além do Brasil, a biografia também será lançada em Portugal, Inglaterra, Irlanda e Estados Unidos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Escritora de Maricá é indicada ao prêmio Ecos da Literatura 2020

 

O livro A Menina do Chapéu Amarelo, da escritora de Itaipuaçu, Marcia Fernandes Ferreira, foi indicado ao Prêmio Ecos da Literatura 2020 em duas categorias: Melhor livro infantil e Melhor Ilustração. A autora também concorre na categoria Autor Revelação.

Marcia é autora do livro “A princesa dos dentes de ouro”, organizadora da Coletânea "Essas Mulheres Maravilhosas e Suas Histórias Inspiradoras", co-fundadora da Editora Proverbo, confeiteira amadora, artesã e mãe.


Apaixonada por contar histórias para suas filhas, a autora viu nascer, com a criação de suas histórias, um enorme amor pela literatura infantil. Assim nasceu a obra A Menina de Chapéu Amarelo, que, antes mesmo de seu lançamento oficial, é considerada uma das obras mais doces e cativantes de sua categoria.

Imagine uma menininha muito tímida, que se considera diferente e se esconde debaixo de um chapéu amarelo, despertando a curiosidade das outras crianças. Até que um fato inesperado muda a história dessa menina, deixando no ar a pergunta: é possível nascer uma grande amizade entre pessoas, especialmente crianças, completamente diferentes?

"Sou grata a todo apoio e retorno que tenho recebido. Estou encantada por este caminho lindo que minhas histórias infantis têm me proporcionado, e muito emocionada com esta indicação!" pontua Marcia Fernandes.



A votação, que vai até o dia 25 de fevereiro, pode ser acessada através do link: https://premioecosliteratura.wixsite.com/premioecosliteratura.

O livro infantil “A Menina do Chapéu Amarelo” está à venda no site da Editora Proverbo: https://proverboeditora.com.br/produto/a-menina-do-chapeu-amarelo/

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Livro “Memórias de filhos de exilados políticos” será lançado virtualmente neste sábado (30)

 

O livro Memórias de filhos de exilados políticos, da editora Mourthé e dos autores Bayard Do Coutto Boiteux, Bruno Ferreira Lima, Claudia Mourthé, Denise Mourthé, Eduardo Ferreira Lima, Lula Arraes, Mariana Arraes Alencar, Olga Mourthé, Vanessa Campos e Vanuza Monteiro Campos, será lançado de forma virtual neste sábado (30), às 19h, via Youtube. 

 


A obra, organizada pela psicóloga Vanuza Monteiro Campos, parte de dois importantíssimos pressupostos: depoimentos de pessoas filhas de exilados políticos e que, ao mesmo tempo, tivessem morado na Argélia. “É um resgate de nossa história social e política, em um momento de negação e silenciamento da ditadura militar”, acrescenta Vanuza.

 

No momento em que nossa democracia é corriqueiramente questionada e colocada à prova, com ações, atitudes e comportamentos irresponsáveis e imorais de alguns, é de suma importância que nossas memórias sejam escritas, publicadas e divulgadas, para que nossa sociedade não permita o retorno aos tempos sombrios, onde os direitos e as liberdades foram brutalmente ceifados.

 

Os relatos contidos neste livro são coletâneas de memórias afetivas de adultos, outrora crianças e adolescentes, que tiveram o privilégio de viver, aprender e ter grandes exemplos de pais que lutaram por um ideal, por um mundo mais humano, inclusivo, democrático e tolerante.

 

Para acompanhar o lançamento, basta acessar o link: Bayard Do Coutto Boiteux – YouTube.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Robertinho Silva e Maria Lucia Daflon lançam terceiro livro juntos: “Coração mineiro”

 

Obra traça um panorama da história do músico desde os tempos pré-Clube da Esquina até hoje

“Coração mineiro” é o que podemos chamar de uma biografia romanceada. Isso porque a proposta inicial de contar a experiência de Robertinho na música mineira (e a forma como isso modificou sua estética musical) se transformou em uma viagem pelo tempo, em busca das raízes mineiras do Clube da Esquina e de seu surgimento em um dos momentos mais ricos da MPB.


Essa narrativa que procura entender o fenômeno da música mineira é o pano de fundo para a voz de Robertinho Silva, que narra em primeira pessoa suas descobertas musicais desde a infância e nos conta como foi participar do Clube da Esquina e tocar com Milton Nascimento por quase três décadas. Segundo o baterista carioca, foi na música de Minas Gerais que ele se encontrou com a diversidade rítmica brasileira e teve liberdade de criação e espaço para desenvolver um estilo próprio.

“Coração mineiro” é o terceiro livro de Robertinho Silva, escrito em coautoria com Maria Lucia Daflon, que idealizou a forma como suas histórias seriam contadas. As duas vozes foram o recurso encontrado por ela para expressar “fala” de Robertinho, numa narrativa fluida, nem sempre atenta à cronologia, ao mesmo tempo em que conduz o leitor por esse passeio pela MPB, numa reflexão sobre seus anos mais produtivos e marcantes, em que músicos que se encontraram em Belo Horizonte tiveram um papel central.  


A produção do livro foi totalmente independente, a partir de uma campanha de vendas antecipadas e financiamento coletivo. Com tiragem inicial de 1000 exemplares, o projeto gráfico realizado pelo designer Romildo Gomes foi acompanhado de perto pelos autores e cada detalhe tem o dedo deles. O prefácio foi escrito por Daniela Aragão, doutora em Literatura Brasileira, cantora e pesquisadora musical; as orelhas são assinadas pelo cantor e compositor Pedro Luís e pelo baterista Guto Goffi; na contracapa o texto tem assinatura de Ronaldo Bastos, que classifica a obra como “um livro afetuoso e generoso como o próprio Robertinho, que traça um panorama de sua história desde os tempos pré-Clube da Esquina até hoje, numa leitura fundamental para entendermos o caldeirão cultural que formou não só a MPB, mas também a carreira de seus mais estimados protagonistas”.

Breve história dessa coautoria

Robertinho Silva é um dos maiores nomes da MPB, um dos nossos grandes mestres, cria das bandas de baile da Zona Oeste do Rio de Janeiro que ganhou o mundo. Aficionado pela bateria, que aprendeu a amar nos musicais do cinema e nos programas de rádio da era de ouro, Robertinho era apaixonado por jazz. O samba-jazz era a sua praia no início da carreira e o plano era aperfeiçoar a técnica e mergulhar fundo nessas influências.


Tudo mudou quando ele conheceu Wagner Tiso, num momento em que também a MPB preparava uma guinada em seus rumos. Pouco depois os dois estavam juntos no Som Imaginário, banda formada para acompanhar Milton Nascimento e que fez história em sua breve existência. Robertinho e Milton viveram juntos momentos incríveis, fundamentais para a música brasileira contemporânea e para a carreira do baterista, ainda na ativa, prestes a completar 80 anos.

A vontade de contar essa história estava ali, faltava a parceria. Como o acaso é o maior artífice de grandes encontros, Robertinho Silva conheceu, em uma festa na Lagoa Rodrigo de Freitas, a tradutora Maria Lucia Daflon, que tinha também uma vontade: investir na carreira de escritora, após tomar gosto pela escrita com o sucesso de seu primeiro livro, também uma coautoria. O resultado desse encontro é um livro instigante, que mexe com nossas memórias musicais e com tudo que vem junto com elas.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Feliz Dia do Leitor!


O Dia do Leitor é comemorado anualmente em 7 de janeiro. Esta é uma data dedicada às pessoas que são apaixonadas pela literatura, ou seja, que amam livros!


 

Ninguém nasce sendo um leitor. O interesse pela literatura é algo que se desenvolve no ser humano através dos anos, a partir de influências positivas relacionadas ao ato de ler. O hábito da leitura é importante para exercitar as capacidades de comunicação, interpretação e de cognição das pessoas.

 

O Dia do Leitor foi criado em homenagem à fundação do jornal cearense “O Povo”, criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha, que pertenceu à Academia Cearense de Letras. Neste jornal, que ficou conhecido por combater a corrupção e divulgar fatos políticos, existia um suplemento chamado “Maracajá”, que se tornou um espaço de divulgação do movimento modernista literário cearense na época.



quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Isa Colli trata de temas sobre o meio ambiente para as crianças de forma simples e encantadora

 

É natural associar a palavra “sustentabilidade” à preservação e conservação do meio ambiente. No entanto, nem só aí reside o significado desse termo. O próprio dicionário afirma que a sustentabilidade está relacionada a aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade.

Mas, como explicar e prender a atenção de uma criança quando o assunto é tão tênue como o meio ambiente?

A educação é fundamental para a transformação de uma nação e os livros são ferramentas de extrema importância em todo esse processo. Para reafirmar esse poder transformador do livro, a escritora Isa Colli, busca com suas obras, mostrar que é possível apresentar qualquer tipo de assunto para as crianças, e o tema sustentabilidade deve ser ensinado desde cedo aos pequenos.


Para Colli, cuidar do meio ambiente e repensar formas de sermos mais sustentáveis é de grande importância. Ela acredita que é preciso buscar maneiras didáticas e criativas para ensinar nossas crianças, de forma lúdica e cheia de suavidade.

“A literatura para mim tem o poder de transformar o mundo e por isso escrevo. Se construirmos este hábito, não só da leitura, como do ensino de como cuidar do planeta, contribuiremos para que eles sejam adultos conscientes em suas gerações. Desejo que meus livros possam ajudar a tornar o mundo um lugar melhor, mais justo e sustentável”, afirma a escritora.


Obras de Isa Colli que falam sobre sustentabilidade


No livro “A Nuvem Floquinho”, ela conta a história de uma nuvem ambientalista que, ao perceber as consequências das ações humanas para o planeta, se junta à outras nuvens para levar mensagens de conscientização e salvar a natureza.


Outros dois sucessos assinados por Isa Colli são “Vivene e Florine e suas descobertas na Amazônia” e “O Rio Grinalda”. O primeiro mostra como as pessoas podem se unir e fazer a sua parte para salvarem o meio ambiente, com foco na Floresta Amazônica. O bioma que vem sofrendo com os severos danos do desmatamento, queimadas, extração ilegal de madeira, criação de grandes hidrelétricas e a mineração. Já Rio Grinalda fala sobre reciclagem e da importância de haver equilíbrio entre homens e natureza.

“Sustentabilidade é um tema não poderia ficar de fora das conversas com os pequenos. Afinal, eles são, por definição, o futuro do mundo. E investir em uma mentalidade sustentável, hoje, é garantir que ela perpetue boas ações em uma projeção de amanhã melhor para todos”, enfatiza Isa.

Sobre a autora

Isa Colli sempre amou escrever, mas começou a carreira literária em 2011. Desde então, já são 32 livros infantis lançados, um romance infantojuvenil e um livro de poemas. Todas as suas obras trazem lições importantes, além das obras sobre o meio ambiente, Isa traz para a cena literária infantil, assuntos que abordam sobre a importância da alimentação saudável, como “Luke, o Macaco Atleta” e “Luke e suas andanças pelo Brasil”, tendo também, obras que falam de solidariedade, amor aos animais e imigração.


Em 2018 ela deu um novo passo e fundou a editora Colli Books, que conta com livros sobre racismo, bullying, amizade e sonhos. Isa Colli é um talento da literatura e sempre busca levar informação em suas obras e plataformas.

Recentemente, ela conquistou a cadeira 074 da Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB), além de já ter participado de eventos organizados pela Organização das Nações Unidas (ONU). Com a Colli Books, participou da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que pela primeira vez ocorreu em formato online devido à pandemia.


 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Psicanalista, filósofo e jornalista Fabiano de Abreu lança seu quinto livro, "Filosofia da Resiliência Humana", da série "Conhecimento para todos"

 

Em seu último livro, Filosofia da Resiliência Humana, o psicanalista Fabiano de Abreu pontua os comportamentos humanos e ensina como devemos trabalhar cada um deles para melhorarmos a nossa saúde mental.

O psicanalista, filósofo e jornalista Fabiano de Abreu (que possui um QI elevadíssimo e é reconhecido como um dos superdotados brasileiros, tendo muitos títulos de mestrado e doutorado), lançou seu quinto livro, Filosofia da Resiliência Humana, da série "Conhecimento para todos".


Assim, chega ao fim a série de cinco livros lançados pelo neurocientista, neuropsicólogo, psicanalista e filósofo Fabiano de Abreu. Autor de “Viver Pode Não Ser Tão Ruim” e “Como se tornar uma celebride”, (ambos editados pela MF Press Global saúde e moda), agora em “Filosofia da Resiliência Humana”, ultimo livro da série “Conhecimentos para todos”, procurou criar uma obra de autoajuda para que pessoas pudessem adotar hábitos e comportamentos saudáveis, visando uma melhor saúde mental, em especial neste período em que vivemos a pandemia do coronavírus. “Antes da Covid-19 se tornar uma pandemia, eu já tinha começado a escrever a série dos livros, justamente, pensando na saúde mental das pessoas, a forma como elas deveriam se comportar para alcançar uma melhor qualidade de vida. Nesta obra, eu procurei ab ordar temas variados e divertidos para que a leitura se torne prazerosa”, afirma. 

E completa: “Fico satisfeito, libero a minha dopamina (hormônio do prazer, da felicidade) – e ajudo as pessoas a liberarem as suas através desta leitura – ao saber que estou ajudando muitas pessoas. A minha recompensa é receber o retorno positivo dos leitores, que recebem o livro de forma gratuita. Eles agradecem e sempre estão falando que conseguiram alcançar mudanças significativas em suas vidas. Isso é o que me faz feliz”.

*Para receber os cinco livros, solicite por mensagem ou direct na rede social do escritor @fabianodeabreuoficial




Confira a entrevista com Fabiano de Abreu

Por que criou o projeto “Conhecimento para todos”?

Quando o vírus estava tomando a Europa, logo imaginei que isso seria uma pandemia e no mundo globalizado que vivemos, as informações seriam uma chuva de meteoros em nossas cabeças doentes. Digo isso pois vivemos uma doença universal que denomino ‘ansiedade potencializada e constante’ consequência do vício em dopamina. Vivemos numa cultura que nos força a buscar conquistas a todo instante. E no livro explico como as pessoas deveriam se comportar para alcançar uma melhor qualidade de vida. Na obra, abordo temas variados e divertidos para que a leitura se torne prazerosa.

De que forma você começou a pensar no projeto?

Foram muitas questões que vieram em minha mente. Pensei na ansiedade, no estresse, na imunidade baixa como consequência disso e mais mortes por causa do coronavírus. Pior, a quantidade de pessoas afetadas mentalmente que poderiam sofrer consequências dessa instabilidade. Não podemos esquecer que quando alterados, nossos mensageiros químicos nunca mais serão os mesmos. Um trauma de agora pode ser uma depressão de daqui a muitos anos. Uma das minhas formações é focada na neuroplasticidade cerebral e sei o quanto a leitura é importante.  Com a leitura podemos tomar atitudes que nos favoreçam de forma positiva. A plasticidade que nosso cérebro faz na leitura, reforça a nossas sinapses, melhorando, assim, o nosso humor. Com isso, abrimos a nossa memória para absorvermos mais conhecimento para melhores atitudes. É um ciclo como é todo nosso organismo e seu f uncionamento. E foi isso tudo que procurei colocar nesta séria de cinco volumes.

Você já escreveu outros livros da série “Conhecimentos para todos”. Qual é a novidade deste último, que tem como título “Filosofia da Resiliência Humana”?

Ele não deixa de ter o teor filosófico doa anteriores, pois faz parte da minha alma. Porém, tem um toque mais relacionado aos problemas da pandemia e a sua relação com a saúde mental. Todos os outros livros falaram de comportamento e como devemos agir para que tenhamos uma vida melhor. Mas este toca na questão da pandemia em si, momento em que os problemas se tornaram mais potencializados como a ansiedade, a ira, o incógnita no futuro, entre outros. Nele, ainda falo dos Pets em relação ao momento que vivem com seus donos em casa.

Conta um pouco sobre cada livro que lançou nesta série...

“Os 7 pecados capitais” fala dos pecados conhecidos e que cometemos, seja pela natureza humana ou não, dependendo, podem se tornar um grande problema. Como devemos nos comportar para não pecar ou pecar menos. “Romantizando a Filosofia” fala de comportamentos de uma forma mais fácil, romantizada, estamos na era do cuidado com as palavras, onde tudo gera alguma calamidade. “Filosofia do Comportamento” é a raiz do intuito dos meus livros que falam todos de comportamentos e como lidar com eles. Já “Filosofia da educação infantil” é um dos que mais gosto, pois estamos no pior momento da educação, seja ela escolar ou parental. 


sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

1ª Bienal Virtual do Livro de São Paulo começa segunda-feira, dia 7, com mais de 100 expositores

 

Com uma plataforma digital dedicada, a organização espera receber 1 milhão de pessoas em uma semana de evento


A Câmara Brasileira do Livro (CBL) vai realizar a 1ª Bienal Virtual do Livro de São Paulo, entre os próximos dias 7 e 13. Com o tema Conectando Pessoas e Livros, o evento acontecerá pelo portal www.bienalvirtualsp.org.br que dará acesso gratuito a toda programação e novidades do mercado editorial. Com mais de 100 expositores e 330 autores confirmados, o evento contará com uma grade intensa de programação, venda de livros, além de rodadas de negócios.

 



O primeiro grande evento virtual do segmento possibilitará o encontro de leitores, escritores e profissionais do mercado editorial de qualquer lugar do mundo. Segundo Vitor Tavares, presidente da CBL, o evento virtual está mais do que nunca democrático, diverso e multicultural.

 

"Pela primeira vez, pessoas de todos os lugares do Brasil e do mundo poderão participar dessa grande festa, conhecendo as novidades, fazendo bons negócios e aproveitando as palestras que jamais estariam disponíveis de outra forma. Nossa expectativa é receber mais de 1 milhão de visitantes on-line", destaca Vitor Tavares. Na edição passada, o evento presencial contou com um público de 663 mil pessoas.

 

O ambiente virtual também vai possibilitar que o público assista a todas as palestras por mais tempo. O portal fica no ar até 13 de janeiro e não há necessidade de cadastro para assistir aos debates e visitar as salas dos expositores.

 

A Bienal Virtual levará para o ambiente digital seus espaços culturais, como o Salão de Ideias, Papo de Mercado e Arena Virtual. Ambos os espaços irão reunir autores e profissionais do mercado editorial em discussões com temas variados como racismo, empoderamento feminino, comportamento e espiritualidade.  Nomes como Verônica Oliveira, Mauricio de Sousa, Raphael Montes, Nara Bueno, Claudia Raia, Isabela Freitas, Leandro Karnal, Monja Cohen e Mário Sergio Cortella compõem os mais de 70 bate-papos previstos na programação do espaço Arena Virtual. 


No Salão de Ideias, haverá discussões de amplo interesse com escritores, pensadores e profissionais do mercado. Entre os autores estrangeiros, estão confirmados Sarah MacLean, Scarlett Peckham, Nic Stone e Gavin Roy.

 

A Bienal também trará lives dedicadas aos centenários de Clarice Lispector e da obra de Agatha Christie. Quatro mesas abordarão obra e vida de Clarice e a percepção de sua literatura hoje em dia. Já o estilo romance policial de Agatha Christie será discutido como ainda hoje influencia a literatura do gênero, mesmo 100 anos após a publicação de seu primeiro livro, "O Misterioso Caso de Styles".

 

Para coordenar a programação cultural do espaço Arena Virtual, a CBL convidou Diana Passy, criadora da FLIPOP, primeiro festival literário voltado para o público jovem do Brasil.

 

Os profissionais do mundo editorial também terão espaço garantido nas discussões que farão parte do Papo de Mercado. Tendências, perspectivas e novidades do mercado e da indústria cultural poderão ser acompanhadas por editores e autores.

 

O público infanto-juvenil não ficará de fora da 1ª Bienal Virtual. O Espaço Mauricio de Sousa contará com palestras sobre livros e temas específicos para o público.

 

Durante o evento, acontecerá também a 2ª edição da Jornada Profissional, com rodadas de negócios entre players nacionais e internacionais. Esses encontros também promovem discussões sobre os panoramas atuais do setor e as perspectivas para o mercado editorial mundial.


As rodadas de negócios serão exclusivas para empresas apoiadas pelo Brazilian Publishers, projeto de internacionalização de conteúdo editorial brasileiro realizado por meio de uma parceria entre a CBL e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A Jornada Profissional contará com 30 compradores internacionais previamente selecionados. As mesas e discussões serão abertas e poderão ser acompanhadas por todos os interessados.


A Bienal Virtual do Livro de SP tem o Pólen®, um produto Suzano, como patrocinador do evento."Estamos muito felizes com mais essa parceria que apoiou a Bienal do Livro física por três edições e, neste ano, está patrocinando a 1ª Bienal Virtual do Livro de SP.", afirma Vitor Tavares.

 

Loja virtual

Além das lives e palestras, o público terá acesso às lojas virtuais de cada editora participante, como Rocco, Novo Século, Livraria e Distribuidora Loyola, Grupo Autêntica, Madras, Trilha Educacional, Edições Loyola, Aleph, Papirus, FTD, Panini, Ave Maria, Cia das Letras, Editora Globo. Pelo site, os visitantes podem conferir os lançamentos de seus autores favoritos e possíveis promoções.

 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

62º Prêmio Jabuti: "Solo para Vialejo", de Cida Pedrosa, pela CEPE Editora, é o Livro do Ano

 

Em sua primeira versão digital, o prêmio também homenageou a escritora Adélia Prado. Confira esses e outros destaques do Prêmio Jabuti 2020

 

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou, no dia 26 de novembro, os vencedores do 62º Prêmio Jabuti. Pela primeira vez em formato totalmente digital, a premiação contemplou obras em 20 categorias divididas em 4 eixos: Literatura, Ensaios, Livro e Inovação. A jornalista paulistana Maria Júlia Coutinho foi a mestre de cerimônias do evento.

 


A autora pernambucana Cida Pedrosa, com a obra Solo para Vialejo, foi a grande vencedora do Livro do Ano de 2020 e, além da estatueta, receberá o prêmio de R$ 100 mil. Cida nasceu em Bodocó, na região do Sertão do Araripe, em Pernambuco e tem sete livros de poemas publicados. Além da obra vencedora do Jabuti, Cida também escreveu Claranã (2015) e As filhas de Lilith (2009). Os poemas deste último foram transformados no curta-metragem Olhares sobre Lilith, dirigido por 26 vídeo-artistas pernambucanas. Cida ainda tem participação em antologias de poemas e contos no Brasil e exterior.

 

Os autores premiados em cada uma das 20 categorias também levaram a estatueta e o valor de R$ 5 mil cada, exceto a categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior, que recebe só a estatueta. Os editores das obras vencedoras também ganharam a estatueta do Jabuti.


Para conferir a lista completa dos premiados, clique aqui.

 

“É uma alegria poder celebrarmos os livros, todos os profissionais que fazem parte de uma cadeia tão produtiva e criativa e, claro, todos os leitores. Juntos, escrevemos mais um capítulo memorável na história do Jabuti, do mercado editorial e da leitura no país”, comenta Vitor Tavares, presidente da CBL. 


Em cada uma das categorias estavam cinco finalistas revelados pela CBL no dia  05 de novembro. As obras foram avaliadas por um time de 60  jurados, especialistas nas respectivas áreas que fazem parte do Jabuti. Esses profissionais foram escolhidos por meio de consulta pública e validados pelo conselho curador do prêmio, composto por Camille Mendrot, Cassius Medauar, Marcos Marcionilo e Mariana Mendes.

 

A escritora brasileira Adélia Prado foi homenageada como Personalidade Literária da edição 2020, e a atriz Mariana Ximenez recitou trechos dos poemas de Adélia, considerada também uma das mais importantes poetisas nacionais. A 62º edição do Prêmio Jabuti foi transmitida ao vivo pelas redes sociais da CBL.

 

Veja e reveja a cerimônia clicando aqui.