quarta-feira, 21 de outubro de 2020

“Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui?”, livro da jornalista Julia Michaels, já está à venda

 

A jornalista 'gringa' Julia Michaels é uma carioca nascida em Boston. Em sua mais recente obra, é beneficiada pelo talento de repórter aliado a uma longa experiência no Rio de Janeiro, acumulada desde a sua primeira visita em 1978. Na obra Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui?, lançado pela Editora Raiz, ela se debruça sobre uma tarefa desafiadora: explicar essa metrópole tropical, expondo as engrenagens sociais, econômicas e políticas que movem a cidade ora maravilhosa, ora inviável.




O título do livro expressa um questionamento que o sujeito faz a si mesmo ou a um amigo em um bar. Incrédulo e, ao mesmo tempo, escolado na montanha-russa de paixões e desilusões que é ser carioca, sacode de leve a cabeça e, quase como um desabafo, pergunta: como chegamos aqui?

 

A autora busca decifrar o Rio de Janeiro com seu olhar estrangeiro e afetivo, porém crítico. Direciona o foco para a problemática da mobilidade urbana, a euforia pré-Jogos Olímpicos, o decepcionante legado das Olimpíadas Rio 2016. Explorando cada um dos modais de transporte, Julia detalha ônibus, metrô, trens, barcas. Uma curiosidade: ao longo de Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui?, o leitor se surpreende com a vocação do Terminal Garagem Menezes Côrtes - estacionamento e popular ponto comercial no Centro da cidade - para despertar cobiça e gerar histórias, destacadas no livro sob o divertido título 'Mistério dos mistérios'.

 

Ao examinar a política, a jornalista rememora fatos dos governos Leonel Brizola, quando conta a história da Vila Autódromo; Marcello Alencar e seu espírito privatizante; Sérgio Cabral e a extensa lista de casos de corrupção desde a candidatura do Rio à cidade olímpica, que resultaram em sua prisão, e Luiz Fernando “Pezão”, preso por receber propinas.

 

Às vésperas das eleições municipais, o leitor/eleitor vai encontrar material jornalístico enriquecido com experiências pessoais nos capítulos 'Segurança pública: a chave de tudo', 'Saneamento: 'tamo' junto' e 'O povo faz e acontece'. Os fracassos das UPPs e do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara estão lá. Mas também está a potência da juventude nas favelas: criativa, engajada em suas comunidades, conectada em redes de colaboração e mobilização. E, talvez, essa juventude seja a dona da resposta não para a questão do título do livro, mas para a pergunta: e agora?


Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui? pode ser adquirido através da Um Livro (https://loja.umlivro.com.br/) e da Livraria da Travessa (https://www.travessa.com.br/) 



Sobre a autora

Julia Michaels nasceu em Boston, nos EUA, e mudou-se para o Brasil em 1981, depois de completar um mestrado em Relações Internacionais na School of Advanced International Studies, da Johns Hopkins University. Fez um segundo mestrado em Literatura e Criação Literária, na Bennington College. Demorou décadas para começar a fazer perguntas acerca da cidade onde morou por mais tempo na vida: o Rio de Janeiro. Mas as perguntas afinal surgiram, e em 2010 criou o RioRealblog (@riorealblog) — um site bilíngue com o qual acompanhou as mais importantes transformações sofridas pela cidade maravilhosa. Autora de 'Solteira no Rio de Janeiro, as aventuras de uma gringa cinquentona na cidade maravilhosa' e de 'Arpoador-Homenagem' (Língua Geral), é mãe de três, avó de dois e a tutora do Strudel, seu dachshund.

 

Sobre a editora

A Editora Raiz chegou ao mercado em junho de 2017 com o propósito de oferecer soluções editoriais para autores nacionais e independentes. Presta serviços de edição, parecer de manuscritos, agenciamento, consultoria, coaching, criação de projetos e publicação. Seu diferencial está alinhado à satisfação daqueles para quem trabalha: autores e leitores: www.editoraraiz.com.br.

Vicentini Gomez lança “Cenas femininas e outras ilações”, livro que vai virar peça tetral

 

O livro Cenas femininas e outras ilações, de Vicentini Gomez, trata do universo feminino. Com ilustrações de Talessak e crônicas teatrais que mesclam humor e dramas do cotidiano, o livro está sendo lançado pela Editora Laços/SP. Escrito por um homem para ser encenado por mulheres, o texto já tinha sido aprovado pela atriz e diretora Maximiliana Reis - que vai encená-lo após o término da pandemia. 



Personagens da vida real, Cenas femininas e outras ilações transita por sonhos, rebeldias, traições, abusos, constrangimentos, risadas, mágoas e  perdões. Spoilers à parte, a peça encerrará de forma apoteótica com uma verdadeira "teatrata" (uma passeata dentro do teatro, com a adesão do público).

 

O livro pode ser adquirido no Mercado Livre, através do link https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1637031105-livro-cenas-femininas-e-outras-ilacoes-de-vicentini-gomez-_JM?quantity=1


 

SENNA

No próximo mês, Vicentini Gomez dará início às filmagens de Ayrton, Meninices no Coração do Brasil, projeto já aprovado pela Ancine, que contará boa parte da infância e adolescência de Senna. Ayrton passava as férias na fazenda do pai, na região de Tocantins. 

Fotos: Divulgação

“Tudo Passa”, de Maria Cecile Azambuja: um livro para entender a depressão e evitar o suicídio

 

O livro Tudo Passa é uma cartografia da depressão, doença que acomete milhões de pessoas no mundo inteiro. Foi escrito por Maria Cecile Azambuja, jornalista e roteirista de TV, durante um período do seu tratamento para a depressão. O livro acompanha esse processo e a produção de subjetividade que ele implica, além de trazer informações e respostas importantes acerca da doença e de seus sintomas. A autora também explica o pensar e o sentir na dinâmica das conexões neurais e como ela interfere de forma negativa ou positiva na vida de uma pessoa.

 


Quando Maria Cecile começou o seu percurso com a escrita do livro, não sabia aonde ia chegar. Por isso, ela se compara a um cartógrafo que, não tendo um alvo definido, vai apenas seguindo as pistas que surgem no seu caminho e fazendo intervenções. Foi descrevendo suas experiências à medida em que foram ocorrendo, às vezes fragmentadas e sem sentido imediato. Com a modulação do processo, as respostas foram se delineando mesmo que momentâneas pois o movimento nunca cessa.

 

Outras experiências também se desdobraram durante o percurso e algumas exigiram tratamento em separado. As ferramentas que usou, além da observação subjetiva, foram a pesquisa, o diário de campo, a psicoterapia, aplicativos de celular, dentre outras. Tudo Passa – Uma cartografia da Depressão reserva ainda um capítulo para listar as saídas que a autora criou para escapar de situações difíceis ao longo dos seis anos de tratamento e dicas para ajudar o leitor no combate e prevenção da doença.

 

O que se apresentou, ao final, foi a produção de conhecimento acerca da dimensão subjetiva e objetiva que avassala a vida de quem tem depressão. Pode ser lido como uma biografia, um livro de autoajuda, um estudo de caso tanto para a psicologia quanto para a psiquiatria ou simplesmente uma cartografia da depressão.

 

OBJETIVO

O objetivo do livro de Maria Cecile Azambuja é ajudar na recuperação de pessoas que estão acometidas pela doença, que podem estar pensando em suicídio, que têm dificuldade em acreditar que tudo passa, que têm um sentimento de desesperança pela vida e para aqueles que, conhecendo como se inicia um processo depressivo, podem agir preventivamente antes que a depressão se torne um mal maior. Tudo Passa tem ainda como objetivo informar àquelas pessoas que sofrem algum tipo de transtorno mental sem saber que é uma patologia possível de ser tratada.

 

A obra é destinada ao público em geral, pacientes em tratamento da depressão, pessoas que sofrem algum tipo de transtorno mental, pessoas que já tentaram o suicídio ou que intentam sobre ele, pessoas que se preocupam com a saúde mental, pessoas cujos parentes sofrem de depressão ou de algum transtorno mental, para que os compreendam, psiquiatras e psicólogos.

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Alexandre Martins mostra em seu primeiro livro - “O Choque da Vida” - como uma experiência de quase morte pode mudar a vida

 

Obra da PoD Editora narra a trajetória do técnico em segurança do trabalho que sobreviveu após um choque de 345kv


Carioca do Méier, o técnico em segurança do trabalho, licenciando em música e especialista em gestão de liderança Alexandre Martins, 47 anos, lança, em novembro próximo, o seu primeiro livro, O Choque da Vida. Com prefácio de Dani Amaral, especialista em antifragilidade, além de palestrante e YouTuber, a obra é um lançamento da Pod Editora.


 

O livro narra experiência que ele vivenciou em 2011, quando sofreu um gravíssimo acidente de trabalho, passando mais de 90 dias em uma cama de hospital, onde foi submetido a 26 procedimentos cirúrgicos após uma descarga elétrica de 345kv, que mudou a história da sua vida. O autor conta que foi a partir deste episódio, quando recebeu o verdadeiro “choque da vida”, que, durante sua recuperação, fortaleceu muito suas competências de resiliência e otimismo, obrigando-o a se reinventar.

 

A partir desta mudança, inspirar pessoas passou a ser o seu novo projeto de vida. “Passei a querer fazer a diferença na vida das pessoas em palestras onde levo mensagem sobre o impacto do que vivi. Em minha jornada como palestrante, costumo frisar o quanto é necessário ser o verdadeiro líder de nossa história e como é importante trabalhar o processo de aceitação”, afirma.

 Alexandre Martins


A experiência que acabou vivendo se tornou, então, um grande agente de transformação. “Isso fez com que gerasse uma reflexão de como é preciso abandonar a famosa zona de conforto, ressignificar pensamentos, avaliar comportamentos. Tudo isso conectado à importância das prevenções e o desenvolvimento de pessoas, temas de grande valor para empresas e equipes”, explica o autor.

 

Além de narrar um pouco de sua trajetória, O Choque da Vida ensina pessoas a se tornarem autoras de suas próprias histórias. Alexandre ensina como isso pode ser feito e, para isso, mergulhou ainda mais nos estudos criando um método próprio, baseado nos ensinamentos do Dr. Augusto Cury e nos livros do Pastor John Maxwell, chamado de “Os 4 ASES da realização pessoal”. O método trabalha, principalmente, em cima da trajetória do desenvolvimento pessoal constante, que faz toda a diferença nos tempos atuais. “O livro é, acima de tudo, a maneira que encontrei de mostrar como é possível passar por qualquer dificuldade e continuar sendo uma pessoa feliz, mesmo diante de uma nova condição”, finaliza.

domingo, 11 de outubro de 2020

“Como um rio”, novo livro de Luiz Carlos Ferraz, revela encontros no Caminho de Santiago

 

Para falar sobre sua nova obra, o jornalista estará “ao vivo” em sua página no Facebook (www.facebook.com/CebolaFerraz), nesta segunda-feira (12), às 16h

 

Após oito livros-reportagem sobre suas peregrinações pelo Caminho de Santiago, o jornalista Luiz Carlos Ferraz nos brinda com sua primeira obra de ficção. E, como não poderia ser diferente, Como um rio – Encontros no Caminho de Santiago traz personagens misteriosos, ora divertidos, às vezes dramáticos, oferecendo curiosas reflexões sobre a tradicional rota de peregrinação cristã.

 


"Criar uma ficção inspirada no Caminho era um sonho antigo, desde minha primeira peregrinação, em 2009", afirma o jornalista peregrino, ao explicar que “Como um rio” sintetiza suas experiências nessas jornadas em busca de autoconhecimento e devoção ao Apóstolo de Jesus. “Admito que desconhecia essa minha veia literária, uma vez que na condição de jornalista sempre me pautei pela verdade e objetividade. Escrever uma ficção exigiu outro exercício mental, mas deveras interessante e desafiador”, salienta.

 

O histórico Caminho de Santiago com seus diletantes e por vezes delirantes personagens é capaz de transportar o leitor ao longo dos séculos, desde o período medieval até os dias atuais, envolvendo-o às incertezas geradas pela pandemia. “A obra é uma grata surpresa para quem aprecia uma leitura fluida, repleta de referências, e quer inspirar-se na mística da peregrinação”, acrescenta Ferraz.

 

A vida do peregrino é como um rio. E assim também é a vida de Manolo, um pescador da Galícia, no noroeste da Espanha, que mergulha num mar de emoções ao peregrinar o Caminho de Santiago. Uma peregrinação carregada de encontros e desencontros, inusitados e inesperados, numa constante fuga das sombras do passado e uma busca que ele próprio hesita em compreender.

 

Define o escritor: “É a parábola de uma caminhada que inicia num olho d’água, como uma inspiração, para atravessar veredas inescrutáveis; que deixa à margem o imprestável e carrega apenas o necessário, com a certeza de que ao final alcançará a meta, que pode ser o impreciso mar, assim como a fraternidade do irmão, o amor ao próximo, o perdão dos pecados, enfim, a paz anunciada nas sagradas escrituras”.


 Ferraz é autor da trilogia "Pedras do Caminho" e de outras cinco obras que relatam suas peregrinações nos vários itinerários do Caminho de Santiago – como o Francês, Português, Aragonês, Sanabrês, Primitivo e Inglês –, além da rota tangencial, Caminho Lebaniego, e a célebre peregrinação de Francisco, de Assis a Compostela.

 

O livro estará disponível a partir deste 12 de outubro com exclusividade no portal Amazon.

Buen Camino!

 

MEMÓRIA / LIVROS PUBLICADOS

Ferraz é autor da trilogia “Pedras do Caminho”:

1)  “Meu Encontro no Caminho de Santiago”, sobre o Caminho Francês, peregrinado em 2009, 800 km em 29 etapas (Editora Titan/2013);

2) “Sentido do Perdão no Caminho de Santiago”, sobre o Caminho Português, 240 km em 10 etapas, feito em 2010 (Titan/2014); e

3)  “Busca sem fim no Caminho de Santiago”, sobre o Caminho Aragonês, 190 km em 7 etapas, realizado em 2012 (Titan/2015).

E da série “Descobrindo novos Caminhos”, com 5 títulos:

1) “Descobrindo novos Caminhos, as pedras do Caminho Sanabrês”, sobre o Caminho Sanabrês, 423 km em 16 etapas, peregrinado em 2013 (Titan/2015);

2) “Passos do Amor – A Peregrinação de Francisco, de Assis a Santiago de Compostela”, concretizado em 2014 (Titan/2015);

3) “A Última Peregrinação, Lágrimas no Caminho Primitivo”, sobre o Caminho Primitivo, 312 km em 13 etapas, peregrinado em 2015 (Titan/2016); e

4)  “Juntos no Caminho de Santiago, as pedras do Caminho Inglês”, sobre o Caminho Inglês, 120 km em 7 etapas, peregrinado em 2016 (Titan/2017). O conteúdo de “Juntos no Caminho de Santiago” lhe valeu o segundo lugar, na categoria “Peregrinos”, no II Certame Internacional de Investigação do Caminho Inglês, promovido pelo Conselho de Oroso, na Galícia.

5)  “Lebaniego, Uma rota tangencial do Caminho de Santiago”, sobre o Caminho Lebaniego, 69,4 km em 5 etapas, peregrinado em 2017 (Titan/2018).

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Livro “Para Colorir o Futuro” terá lançamento sábado (10), às 17h, com transmissão ao vivo pelo Facebook

 

Obra tem como personagens crianças negras com suas características mais marcantes 


A ideia de criar o livro Para Colorir o Futuro surgiu a partir do lançamento de uma linha de lápis cor de pele, quando os autores notaram que não há no mercado brasileiro livros para colorir que contenham crianças negras com suas características mais marcantes: cabelos crespos, narizes largos e lábios grossos e que isso impacta fortemente a autoestima delas. 


Masé Sant'Anna, idealizadora do projeto, é formada em Letras e trabalha com livros há mais de 30 anos. Gerencia a empresa Obra Completa Comunicação, que presta serviços editoriais para várias editoras e pessoas físicas.

 

João Pedro Sant'Anna de Lima, ilustrador do livro, é atleta e concluiu o curso técnico de Comunicação Visual pelo Senai. Para Colorir o Futuro é seu primeiro livro autoral.

 

Serviço:

Preço: R$30,00 (despesas de entrega serão acrescidas)

Pedidos pelo e-mail paracolorirofuturo@gmail.com

Faixa etária: livre

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Escritora gonçalense recebe Moção de Aplausos Câmara de Vereadores de São Gonçalo

 

A escritora Maria José Pedroza receberá, na próxima quarta-feira, dia 7, às 14h, Moção de Aplausos em solenidade na Câmara de Vereadores de São Gonçalo. A cerimônia pode ser acompanhada através do Canal da TV Câmara: http://www.cmsg.rj.gov.br/tv-camara/



Considerada destaque na literatura regional por seus livros publicados e sua história de desafios e superação, vereadores da cidade de São Gonçalo resolveram homenagear esta mulher forte e inspiradora.

 

Zezé Pedroza, como gosta de ser chamada, teve 90% de seu corpo queimado, ainda em sua infância (11 anos), no incêndio do Gran Circus Norte-Americano, em Niterói, nos anos de 1961. Abençoada e marcada para viver, Maria José, a despeito de todas as dores e cicatrizes marcadas em sua carne, lutou, cresceu e se tornou professora, esposa, mãe, avó, bizavó e escritora.

 

Após longos anos, Zezé realizou seu maior sonho: publicar sua biografia. O livro Vidas em Chamas apresenta, sem floreios e sem cortes, as lembranças mais profundas desta mulher impressionante! E, agora, a autora lançará seu livro “Contos para não Esquecer”, sob o selo da Editora Proverbo.

 

A autora vende seus livros através do Facebook: @escritorazezepedroza.  

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Entrega de Sacolas Literárias garante leitura e diversão para crianças e adolescentes

 

Estudantes da Região Metropolitana de Curitiba recebem livros junto ao kit escolar para ler em família

 

Incentivar o hábito da leitura durante o período de isolamento social é um dos grandes desafios das escolas, pais e professores. Mas se os livros chegassem até a casa dos alunos? Essa é a intenção do Sacolas Literárias, projeto criado pelo Marista Escola Social Ecológica, que atende gratuitamente crianças e adolescentes em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Por meio da iniciativa, a cada quinzena, os estudantes têm a oportunidade de levar para casa uma sacola com livros, que é entregue junto com as atividades escolares impressas.



O projeto tem como objetivo levar a leitura como ferramenta de aprendizagem, diversão e ludicidade para crianças e adolescentes. “Neste período, surgiu a necessidade de levar a biblioteca para a casa dos estudantes, oportunizando o acesso à leitura. Esses benefícios não são somente para eles, mas se estendem a todos que residem na mesma casa”, revela a diretora Gillys da Silva.

 

A escolha dos livros é feita pela equipe da biblioteca e coordenação pedagógica da Escola com base nos cadastros dos alunos. “Quando observamos que tem outras crianças na mesma casa, irmãos, pais e avós, enviamos livros que possam também ser aproveitados por eles, para a leitura em família, e também individualmente”, reforça a coordenadora pedagógica Suellen Cristine Fernandes.

 

Muito além da leitura

Desde o início do projeto já foram emprestados cerca de 500 livros, que proporcionam benefícios que vão muito além da leitura. Para alunos entre 11 e 13 anos, faixa etária que maior procura o serviço, a leitura pode ajudar na compreensão do momento atual e também contribui para o bem-estar. “Nessa fase, o hábito de ler pode contribuir para a compreensão de textos, aumento da criatividade e na diminuição do stress e da ansiedade, principalmente diante do momento que estamos vivendo no mundo”, reforça Suelen.

 

Para a adolescente Geovana Voinaski, estudante do 8º ano, a leitura se tornou uma aliada durante o isolamento social. “Depois que comecei a pegar a sacola literária, à noite me desligo totalmente do celular e entro no mundo do livro., Sempre gostei de ler, mas, nesse momento, ter livros em casa me ajuda especialmente ”, afirma.

 

A estudante também divide os momentos de leitura com a família. “Eles começaram a se interessar pelos livros que chegavam na sacola, e acabo compartilhando com eles as histórias que gosto”, conta.

 

Marista Escolas Sociais: 

Marista Escolas Sociais atende gratuitamente 7700 crianças, adolescentes e jovens por meio de 20 Escolas Sociais, localizadas em cidades de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Os alunos atendidos nas Escolas Sociais têm acesso a uma educação de qualidade e gratuita que vai desde a educação infantil até o ensino médio, além de projetos educacionais e pedagógicos que acontecem no período contrário às aulas. Mais informações: https://maristaescolassociais.org.br/

É Realizações Editora lança “Uma Terra Feita Refém – O Líbano e o Ocidente", de Roger Scruton

 

O autor explica como o Líbano deixou de ser um país que presava a liberdade, para se tornar refém de conflitos políticos e religiosos que culminaram numa guerra civil

Após a Segunda Guerra Mundial, e com a queda do Império Otomano, a França assumiu o controle da área que corresponde ao Líbano e à Síria. Os franceses criaram o estado do Grande Líbano como um porto seguro para os maronitas, mas incluíram uma grande população muçulmana dentro de suas fronteiras. Em 1926, o Líbano foi declarado uma república e uma constituição foi promulgada. Desde então, a sua história foi marcada por períodos alternados de estabilidade e turbulências políticas, intercalados com uma prosperidade construída na posição de Beirute como um centro regional de finanças e comércio. Roger Scruton, em Uma Terra Feita Refém, se propõe a explicar a transição desse período próspero, para uma era de conflitos que desintegraram totalmente a nação libanesa.


Na década de 1960, o Líbano ainda conseguia resolver seus problemas internos, mantendo um ambiente político no qual muçulmanos e cristãos, xiitas e sunitas, maronitas e drusos viviam sob uma única jurisdição e um parlamento eleito. Mas essa harmonia foi destruída por influência de políticas externas, analisadas por Roger Scruton em seu livro. Ele tenta explicar como uma democracia foi sendo arruinada, até se tornar mais um problema para os conflitos no Oriente Médio.

Uma Terra Feita Refém foi escrito em 1987, quando a guerra ainda não havia terminado. Mas é um livro revelador, em que Roger Scruton já conseguia vislumbrar alguns dos problemas que se tornariam constantes, e continuam sendo fundamentais para se compreender a dinâmica dos conflitos na Palestina. Com a criação do estado de Israel, em 1947, cem mil refugiados palestinos foram deslocados para o Líbano durante 1948 e 1967, o que contribuiu para mudar o equilíbrio demográfico em favor da população muçulmana.

Mais tarde, intervenções externas, principalmente de Israel e da Síria, após a criação da Organização para a Libertação da Palestina, foram aprofundando as divergências que levaram a desentendimentos incompatíveis com uma política democrática. Scruton, então, faz um paralelo entre o país que visitou em 1962, e a imagem que se fez dele através da imprensa, combinando as intervenções políticas desastradas que o levaram à ruína. A sagacidade de Scruton torna esse livro revelador e surpreendente.

SM Educação lança livro infantojuvenil inspirado em mulheres brasileiras: "Um sonho feito de linhas"


 Obra desenvolvida a partir de anseios e histórias inspiradores de mulheres brasileiras fará parte de movimento pela alfabetização do Instituto Natura

 

O Instituto Natura acaba de lançar Um sonho feito de linhas, livro desenvolvido pela SM Educação a partir de relatos da infância e histórias de vida de diversas Consultoras de Beleza Natura provenientes de diferentes regiões do Brasil. A ação nasceu por meio de uma parceria entre o Instituto Natura e a Fundação SM, que defendem que ações de fomento à leitura são transformadoras para a vida de crianças e adultos.


A iniciativa faz parte de um grande movimento pela alfabetização das crianças brasileiras, promovido por Natura Crer Para Ver, em parceria com o Instituto Natura, envolvendo mobilização da rede de mais de um milhão de Consultoras de Beleza Natura ao redor do país. O livro é um convite para que as pessoas escrevam novas histórias de transformação por meio da literatura e educação, valores compartilhados pela SM.

 

"Acreditamos que a literatura, além de entreter, também estimula a imaginação, apresenta novos lugares e culturas, ajuda a desenvolver habilidades cognitivas, favorece a percepção de si e do outro, estimulando o acolhimento das diferenças e o pensamento crítico", ressalta Graziela Ribeiro dos Santos, gerente editorial de literatura da SM Educação.

 

Um sonho feito de linhas foi distribuído em versão impressa e digital às consultoras em setembro, mês do Dia Mundial da Alfabetização e da Educação Básica no Brasil. A obra foi escrita por Ana Carolina Carvalho, autora de obras infantojuvenis e psicóloga, que trabalha na educação com a formação de leitores - a partir de histórias de mulheres brasileiras reais, desbravadoras e que superam desafios e colaboram ativamente com a construção de uma educação pública de qualidade. "A literatura sempre me ajudou a tecer olhares para o mundo", reflete a autora Ana Carolina Carvalho. As ilustrações são de Andreia Vieira.


Para Graziela Ribeiro, trata-se de um livro poético, afetivo, com muitas metáforas e camadas de leitura, construídas a partir de uma linguagem simples, acessível a crianças e adultos. "Em conjunto, buscamos construir no texto, nas ilustrações e no projeto gráfico da obra uma narrativa sensível e potente, capaz de atingir diferentes faixas leitoras. Trabalhamos nos mínimos detalhes na construção das personagens e na contextualização para as consultoras que serviram de inspiração à protagonista e sua mãe se reconhecessem nessa história, e com ela se encantassem, a ponto de desejarem compartilhá-las com seus filhos e crianças próximas, lendo-a ou recontando-a".

 

No Brasil, mais da metade das crianças da rede pública de ensino não aprendem a ler e a escrever até os sete anos de idade. Isso significa que até o final do 2º ano do Ensino Fundamental, elas não estão alfabetizadas, apresentando sérias dificuldades de leitura e interpretação de texto. Foi pensando nesse desafio que Natura Crer Para Ver, em parceria com o Instituto Natura, lançou a campanha nacional #EuEscrevoEssaHistória, em apoio à alfabetização de todas as crianças até os 7 anos de idade.

A campanha #EuEscrevoEssaHistória tem como principais pilares valores também compartilhados pela Fundação SM, a sensibilização para o cenário da alfabetização pública no país e a mobilização de todos.