quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Em live hoje, às 17h, jornalista Álvaro Miranda lança seu novo livro: "Tribunal de Contas no Brasil"

 


O livro Tribunal de Contas no Brasil: a falsa cisão entre técnica e política, de autoria de Álvaro Miranda, jornalista e doutor em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento, será lançado hoje (17), em live às 17h, pelo Facebook da Editora da UFRJ (https://www.facebook.com/editora.ufrj/live/) ou pelo canal do YouTube do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (https://youtu.be/nUJyd0zDA-c).

Além do autor, a live de lançamento contará com a participação de Paula Nazareth, auditora do TCE-RJ, e de Helid Raphael de Carvalho, pesquisador do Laboratório de Estudos em Política Internacional – Lepin/UFF.

 

A transmissão tem apoio institucional do Fórum de Ciência e Cultura e da Diretoria de Acessibilidade da Reitoria da UFRJ (Dirac), que disponibilizará tradutores de Libras/Língua Portuguesa para tradução ao vivo do debate.

 

ABORDAGEM INÉDITA

Ao longo da publicação, o autor procura desfazer alguns mitos e lendas sobre os tribunais de contas e oferecer uma interpretação sobre as motivações políticas e econômicas que deram origem, no Brasil, a essa instituição europeia, no fim do século XIX e no contexto das primeiras quatro décadas da trajetória republicana.


Álvaro Miranda aborda também os conflitos que marcaram a criação dos tribunais de contas estaduais, a partir das décadas de 1940 e 1950, e analisa as relações federativas e os nexos entre o Tribunal de Contas e a emancipação dos municípios, objeto de debates das Assembleias Constituintes de 1934 e 1946. Reflete ainda sobre o período da Assembleia Constituinte de 1987/1988, em que os políticos debateram modelos de tribunais de contas e chegaram a um desenho que é fruto da combinação do antigo e do novo. Procura, por fim, discutir os atuais dilemas desses tribunais.

 

Veja abaixo dez questões do tema tratado no livro:

 

1) por que o Brasil resolveu criar um Tribunal de Contas antes de definir como seria o Poder Judiciário? Isso, há 130 anos.

2) como os primeiros constituintes republicanos (1891) reagiram à sua criação por decreto?

3) quem e por que criou os tribunais de contas estaduais?

4) quais as relações dos problemas da instituição com a forma federativa?

5) o critério de indicação dos dirigentes dessas cortes seria mesmo o problema central dos seus dilemas?

6) por que o TCU só ganhou essa denominação em 1967 durante a ditadura?

7) por que tantos dilemas materializados em oito propostas discutidas na Constituite de1987/1988? Quem participou desse debate?

8) por que um programa de modernização desses tribunais precisou, na década passada, do financiamento de um organismo internacional?

9) o que esse tipo de órgão fiscalizador tem a ver com as questões da representação política?

10) o que se quer dizer com a expressão de Norberto Bobbio, a falsa cisão entre técnica e política?

 

O livro está à venda em www.editora.ufrj.br e nas lojas da Livraria da Travessa.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Professora universitária lança livro sobre a quarentena

 

Apesar de às vezes parecer que não, o ser humano é um bicho que precisa muito mesmo um do outro. (pg 10)

É notório que a quarentena isolou e igualou todos os seres humanos. Trouxe um sentido grande de empatia e amor para muitos e desenhou claramente para a maioria, a realidade da vida. E não foi diferente com a Professora Adjunta na Faculdade de Educação da UFF, Andrea Serpa.

Porém, munida de todo medo, todas as angústias e todas as notícias que chegam até ela através da janela virtual que brota em sua residência, resolveu ser um ponto fora da curva, uma voz de resistência. Andrea hasteou sua bandeira do #ficaemcasa e produziu o livro Diários da Quarentena, sob o selo da Editora Proverbo, uma obra preciosamente forte, dura e, ao mesmo tempo, delicada, onde espelha, não só o que vai em sua alma, mas também compara os dias atuais com suas experiências, ainda vívidas em sua alma.

(...) Meus sentimentos...

Outra professora?

Outra enfermeira?

Outro doutor?

Meus sentimentos...

(Trecho do poema Meus Sentimentos, pág 49)

“As palavras, companheiras de longa data, voltam para salvar, acolher e promover encontros, em meio a essa avalanche de notícias e sentimentos, que todos vivemos neste momento histórico”. Explica a escritora.

Sem pretensões acadêmicas, apesar das marcas inevitáveis de sua formação, na obra, Andrea Serpa compartilha uma coletânea de palavras, sentimentos e ideias. Porque, apesar da distância, é fundamental ao ser humano seguir compartilhando afetos.

Sobre a autora:

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestrado e Doutorado em Educação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro atuou por nove anos como professora do Ensino Fundamental, Apoio à Direção, Sala de Leitura e no PEJA.

Possui vasta experiência na área de Educação., com trabalhos e projetos desenvolvidos no SINTUFRJ – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFRJ; como Coordenadora do Programa de Criança Petrobrás no CEASM – Centro de Estudos e Ações Sociais da Maré; no CEDERJ – e como Tutora Presencial no Curso de Pedagogia à distância (UERJ).

Atualmente é Professora Adjunta na Faculdade de Educação da UFF, onde desenvolve e participa de projetos de ensino, pesquisa e extensão no Campos de Estudo do Cotidiano Escolar, com ênfase em alfabetização, avaliação, currículo e formação de professores, na graduação e pós graduação.

Organizou e atua como Coordenadora do Laboratório de Brinquedos da Faculdade de Educação, onde orienta projetos de pesquisa, ensino e extensão. Desenvolve o projeto de extensão “Contar & Encantar: a contação de histórias na formação docente”.

Jornalista José Maria de Aquino resgata histórias do futebol no livro “Minha Vida de Repórter”

 

Obra resgata os bastidores e curiosidades de fatos reais vividos pelo jornalista ao longo de mais de quatro décadas de coberturas nacionais e internacionais. Lançado pela Editora Letras do Brasil, livro destaca a importância do papel do repórter num período pré-internet e traz como apêndice um “caderno de reportagens” com transcrições fiéis dos trabalhos originais tal como foram publicados na época.


Minha Vida de Repórter não é um livro de memórias tampouco uma autobiografia do jornalista José Maria de Aquino. A obra, que em 388 paginas reúne um fabuloso compilado de fatos reais vividos por ele ao longo de mais de quatro décadas de reportagem. É uma aula de jornalismo. E uma demonstração de amor pelo ofício de contar histórias. Não à toa, boa parte do conteúdo fora redigido por anos a fio sem a pretensão de um dia virar um livro.

 

Um longo bate-papo ao sabor de uns tragos à mesa de um bar com Obdulio Varella, o carrasco do Brasil na Copa de 50. As informações exclusivas sobre o primeiro casamento de Pelé. Os bastidores da preparação da seleção brasileira em 70 e o plano liderado pelos jogadores para convencer Zagallo a escalar o time que eles julgavam capaz de levantar o tricampeonato mundial. Uma conversa dramática com João do Pulo à beira da depressão após a amputação da perna mutilada num acidente. O olho clínico do jornalista observador para descobrir, no meio tantas estrelas já consagradas, a magia de uma menina desconhecida chamada Nadia Comaneci. As artimanhas para driblar a vigilância do hospital americano para obter uma entrevista exclusiva com Tostão horas antes da cirurgia da retina. As aventuras, os dissabores, os contratempos e os truques de um repórter para enfrentar toda a sorte de dificuldades em coberturas internacionais sem as facilidades tecnológicas de hoje.



Sobre o autor

José Maria de Aquino é jornalista e advogado. Nasceu em 18 de agosto de 1933, em Miracema, interior do Estado de São Paulo. Sua carreira como jornalistra foi iniciada em 1966, no extinto Jornal da tarde, como repórter. No mesmo ano, ganhou o Troféu Pena de Ouro da Aceesp (associação dos Cronistas Esporivos do Estado de São Paulo), com a matéria “Filpo, um amor antigo”, assinada em parceria com Milton José de Oliveira. Também no JT conquistou, ao lado do fiel companheiro Michel Laurance, o Prêmio Esso de Jornalismo em 1969, com a reportagem “O jogador é um escravo”, reproduzida neste livro.

 

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Faturamento do setor editorial com Conteúdo Digital cresce 140% em três anos

 

CBL e SNEL apresentam novo estudo anual 

A pesquisa Conteúdo Digital do Setor Editorial Brasileiro ano-base 2019, coordenada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e executada pela Nielsen Book passa agora a ser feita anualmente, da mesma forma que a Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, divulgada em junho. No futuro, será possível também uma série histórica sobre toda a performance do conteúdo digital, o que já acontece, há 14 anos, com a Produção e Vendas.

 


O estudo pesquisou a produção e o faturamento de e-books, audiolivros e outras plataformas de distribuição de conteúdo. A receita do mercado editorial com estes formatos em 2019 foi de R$ 103 milhões, um crescimento de 140% em três anos quando comparado com o Censo Digital de 2016. Isso significa um aumento real de 115%, considerada a variação do IPCA no período.

 

O conteúdo digital foi pesquisado em três categorias: Ficção (literatura infantil, juvenil, jovens adultos, literatura geral, poesia, ...), Não-ficção (biografias, ensaios, autoajuda negócios, espiritualidade, religião, ...) e Científico-Técnico- Profissional (CTP). Do faturamento total, R$ 71 milhões foram de unidades vendidas e R$ 32 milhões de outras plataformas, como assinatura e biblioteca virtual. Nas vendas em unidades, as categorias de Ficção e Não-Ficção representam 60% do total, e CTP  40%.


 

No total, foram vendidas 4,7 milhões de unidades, sendo 96% e-books e 4% audiolivros. Sobre o faturamento de unidades vendidas, 99% foram e-books. A pesquisa aponta que o acervo digital total é de 71 mil títulos. Em 2019, foram lançados 8,9 mil novos títulos onde 92% são e-books e 8% audiolivros.



O estudo preenche uma lacuna que havia no mercado. Com os dados pesquisados, o setor, a imprensa e até os consumidores poderão entender como se dá a produção, a venda e os principais tipos de conteúdos digitais no Brasil. São importantes considerações para a análise do presente e tendências futuras da indústria.

 

Confira aqui a pesquisa na íntegra.


Tocalivros: a plataforma brasileira de audiolivros

 Em um mercado que só cresce, produtora nacional de audiolivros se destaca com a promoção de cultura e conhecimento de maneira facilitada

Imagine ter conhecimento ou se divertir enquanto caminha, está no trânsito ou ainda otimizar o tempo na hora de lavar a louça? Os audiolivros são a nova forma de consumir literatura, onde e quando quiser. E quem popularizou o formato de obras fonográficas no Brasil foi a Tocalivros, a plataforma brasileira de audiolivros.


 

Com o modelo de negócio inspirado nos maiores serviços de streaming do mercado, a Tocalivros completa seis anos de mercado e chega em um momento que une o amadurecimento da marca com a ascensão do mercado de audiolivros no Brasil – impulsionado pela febre dos podcasts e a facilidade dos aplicativos de streaming nos smartphones. Mas a produtora nacional quer ir além e se reposiciona no mercado como uma promotora da cultura e da disseminação do conhecimento entre os brasileiros.

 

São mais de dois mil audiolivros e cinco mil e-Books para levar aonde quiser. E a facilidade ocorre também nos planos e assinaturas, com a compra individual da obra ou com Assinatura Ilimitada. Na compra individual, o usuário pode adquirir ou até mesmo presentear um ou mais títulos a sua escolha; na Assinatura Ilimitada (por R$ 19,90, menos de um Real por dia) o usuário pode ouvir à vontade e os primeiros 15 dias são por conta da Tocalivros.  


 

Segundo o diretor da empresa, Ricardo Camps, os audiolivros são mais que comodidade, conhecimento e diversão, tratam-se de vivenciar uma experiência. “Dependendo do tamanho e quantidade de texto por página, um livro com 300 páginas é transformado em apenas três horas de narração. Imagine que a pessoa no trânsito escuta 30 minutos de livro por dia, em menos de uma semana ela terá escutado um livro completo”, revela Ricardo.

 

Narradores que dão vida aos livros

O time de narradores da Tocalivros é formado por 52 pessoas, entre atores, atrizes e também autores. As histórias são bem contadas, com alta qualidade de som e passam por um controle de qualidade e mixagem criteriosos. Nomes como Fabio Porchat, Daniel Vidal, Zeza Mota, Claudia Alexandre, Rubens Caribé,  Priscila Scholz dão vida às histórias e, junto com uma equipe de curadoria artística e produção fonográfica, fazem o ouvinte mergulhar nesse universo. A empresa já produziu mais de 800 audiolivros em seus estúdios e tem contrato com mais de 70 editoras.



Incentivadores do hábito de leitura

O Clube Digital de Leitura é o braço social da Tocalivros. O propósito é incentivar o hábito da leitura, democratizar o acesso a conteúdo de qualidade e gerar impacto positivo na sociedade. Assim, nasce o Clube Digital de Leitura, projeto social que distribui audiolivros gratuitamente em vários locais como o Metrô de São Paulo; hospitais que cuidam de crianças em tratamento de câncer e doenças raras; organizações que cuidam de pessoas com deficiência visual e dislexia; casas de repouso, além de alunos e professores de escolas públicas. Saiba mais no site: https://clubedigital.tocalivros.com/.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Poeta Tanussi Cardoso participa, virtualmente, de Feira do Livro de Lima, no Peru

 

O poeta Tanussi Cardoso participará amanhã (25), através da plataforma Zoom, da "25ª FERIA INTERNACIONAL DEL LIBRO DE LIMA, PERU", na apresentação de seu livro "Exercício do Olhar", traduzido para o espanhol pelo poeta peruano Óscar Limache, e que será editado pela Amotape Libros.

sábado, 22 de agosto de 2020

Adolescente lança o livro “Para Todos os [não] K-Popers” sobre o estilo de música K-pop

 

Júlia Fernandes, no alto de sua adolescência, transformou em literatura seu amor pela cultura K-Pop.

 


A cultura K-Pop tem invadido os ouvidos e os corações de nossos jovens e adolescentes! E não é para menos! Destaques e diferenciações moldam esse mundo, completamente particular. E a adolescente, de 13 anos, Júlia Fernandes, que conhece muito bem esse universo, preparou uma obra super bem escrita e simples, para apresentar aos não K-Popers esse universo totalmente paralelo da música mundial!


Publicado sob o selo da Editora Proverbo, a obra – Para todos os [não] K-Popers -, de leitura leve e bem literal, apresenta o contato inicial que a adolescente travou com esse estilo musical, desenha um pouco sobre esse rico universo e prova, que o K-Pop é muito mais do que uma cultura musical, é um estilo de vida, uma escolha de caminho, é a formação de uma história única e destacada. Como se vidas paralelas formassem os amantes e os praticantes do K-Pop.


É incrível como essa coisa de iniciação é algo que nos acompanha por toda a vida. (...) em momentos diferentes da nossa vida debaixo do sol, estamos sempre nos iniciando ou sendo iniciados: no amor, na fé, no mercado de trabalho, etc. (...)


Está preparado para se envolver no balanço das ideias de um universo ainda restrito aos verdadeiramente iniciados na arte k-pop? Mas desde já faço um alerta: abra sua mente, caso não seja um k-poper, retire a capa dos seus mais fixados preconceitos sobre gosto musical e deixe-se levar pelas ondas do ritmo que veio para ficar e fazer história.


Sobre a autora:

Júlia Fernandes, moradora de Maricá (RJ), é uma adolescente de 13 anos que adora cantar e dançar. Seu estilo de música predileto é o K-pop - gênero popular da Coreia do Sul que se tornou febre no mundo inteiro. Por ser uma grande fã desse gênero musical, Júlia também é profunda conhecedora dos seus ídolos de olhos puxados. Além disso, estuda coreano e fez aulas de k-pop para melhor dançar os hits mais famosos de suas bandas preferidas.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

São Paulo é candidata à Capital Mundial do Livro em 2022


A cidade de São Paulo é candidata à Capital Mundial do Livro (World Book Capital) em 2022, título concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Por meio do programa World Book Capital, a UNESCO reconhece o compromisso das cidades em incentivar a leitura durante o período de um ano. Com o lema "DiverCity: many stories, one city!", a candidatura é orientada pela diversidade - de pessoas, de culturas, de gêneros, a diversidade étnico-racial, sexual, social, política e de pensamento - que constrói São Paulo como ela é: uma cidade aberta, inclusiva, multicultural e com uma fascinante complexidade.


Para preparar a candidatura à certificação de Capital Mundial do Livro 2022, foi instituído o Grupo de Trabalho Intersecretarial com representantes das Secretarias Municipais de Educação (SME), Cultura (SMC), Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET) e da Câmara Brasileira do Livro (CBL). O grupo é coordenado pelo Secretário de Relações Internacionais, Luiz Álvaro Salles Aguiar de Menezes, que possui vasta experiência no mercado editorial.


A capital paulista tem desenvolvido uma série de ações e projetos com o objetivo de tornar os livros e a leitura acessível a todos. Ao concorrer para Capital Mundial do Livro, a cidade de São Paulo busca fortalecer o trabalho de formação de leitores e a potência cultural de novas linguagens. A candidatura de São Paulo é apoiada pelas cidades de Buenos Aires (Argentina) e Tbilisi (Geórgia), pela Comissão Nacional do Brasil para Unesco, pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), pela União Brasileira dos Escritores (UBE) e pela Rede Mundial de Governos e Líderes do Setor Cultural World Cities Culture Forum (WCCF).


Desenvolver e empoderar nossos cidadãos para garantir o exercício da cidadania pela cultura, pela ciência e pela educação é prioridade para o município de São Paulo", afirmou o Prefeito Bruno Covas em carta enviada a UNESCO para a candidatura.


"A cidade de São Paulo é um território fértil para a literatura, às artes e para as manifestações culturais devido à diversidade de povos e nações que se encontram por aqui. Tornar São Paulo a Capital Mundial do Livro é uma ação para impulsionar a universalização do acesso à leitura e à cultura não só no nosso município, mas em todo país", declarou o Secretário Luiz Alvaro.


"Fortalecer o nosso mercado editorial nacional e internacionalmente é umas das principais propostas da Câmara Brasileira do Livro. São Paulo tem uma das maiores diversidades editoriais da América Latina e do mundo e é isso que queremos mostrar", disse  Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro.


O ano de 2022 é simbólico para São Paulo e para o Brasil, pois, além do Bicentenário da Independência do país, marco histórico que ocorreu na cidade de São Paulo, o ano também celebrará o centenário da Semana de 22, evento que marcou a renovação artística brasileira e foi sediado na capital paulista. Em 2022 também está prevista a realização da 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a maior feira literária da América Latina.


A candidatura de São Paulo ao título de Capital Mundial do Livro 2022 foi enviada para a Unesco no último dia 11.

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Psicóloga Simone Emmanuel lança livro sobre a Geração Z, que analisa comportamento na era digital


Saúde mental, cultura de cancelamento e fake news são temas do estudo

Em tempos de pandemia, falar sobre o excesso de informação, o uso excessivo das redes sociais e o sentimento de solidão que acompanha os jovens já seria um tema super atual. Mas o que a psicóloga Simone Emmanuel não sabia era que seu estudo sobre a Geração Z (nascidos após 1995 – a era da internet), iniciado há dois anos, renderia um livro que mais parece ter sido escrito no início da quarentena.

A publicação, que está disponível a partir de hoje (dia 12) no formato digital (e-book) no site da Amazon.com (https://amzn.to/3fFdxYI), apresenta insights que revelam não só o comportamento dos que já nasceram usufruindo da internet em suas vidas -  mas também fala de temas  e sentimentos que todos nós parecemos estar mergulhados neste novo normal, como solidão, cultura do cancelamento e vaidade nas redes.

A chamada geração Z nasceu junto com os computadores. Desde pequenos já foram familiarizados com o modus operandi dos meios digitais e puderam acompanhar toda modernização dos aparatos eletrônicos. Mas, apesar de toda a facilidade e exposição nas redes, em meio à gama de recursos comunicativos a que tem acesso a geração Z, a solidão, paradoxalmente ao que se poderia esperar, é um sentimento que se apresenta com alta frequência entre esses jovens digitais. “Alguns estudos sugerem, curiosamente, que a geração Z vive uma epidemia de solidão, em que pese a amplitude de possibilidades de comunicação e entretenimento oferecidos pelo mundo tecnológico”, afirma Simone.

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Vovó Ester cria canal de contação de histórias no YouTube


Minha amiga Maria Ester Adami atua na área da Educação há mais de 30 anos e trabalha na biblioteca da E.M.E.F. Nova Esperança, em Caxias do Sul – RS.

Devido à pandemia da COVID-19, em isolamento e sem poder ficar com seu neto, Nicholas, que adora ouvir histórias, teve a ideia de gravar vídeos, como forma de estar mais próxima.

As histórias foram sendo compartilhadas com colegas professoras, que utilizam em seus planejamentos pedagógicos, e com amigas, que assistem com seus filhos ou netos.

A contação de histórias trabalha com o imaginário das crianças, torna esse momento lúdico em um incentivo à leitura e à escrita.

Ela, então, criou, no YouTube, o canal da "Vovó Ester em A Hora do Conto", onde tem a oportunidade de contar inúmeras histórias infantis para a criançada, como A Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho, João e Maria, A Bela e a Fera e Os Três Porquinhos, entre outras.

Para se inscrever no canal, clique aqui.

Participe, incentive!



quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Dia dos Pais: neste ano, os filhos também ganham presente!


O dia é especialmente para os pais, mas dessa vez você também pode ser presenteado(a). Já imaginou ganhar duas assinaturas de três meses para acessar uma plataforma com mais de dois mil audiolivros e cinco mil e-Books? Agora isso é possível!!

Neste Dia dos Pais, 9 de agosto, a Tocalivros vai celebrar presenteando você e o seu pai! Para concorrer aos dois acessos que te levarão para um mundo repleto de histórias, basta participar do sorteio que está rolando no Instagram oficial da Tocalivros (@tocalivros) e seguir as regras do post:
1.      Seguir o perfil da @tocalivros
2.    Curtir a imagem oficial no Instagram;
3.    Indicar um amigo nos comentários (pode comentar quantas vezes quiser, afinal, quanto mais vezes, maior a sua chance de ganhar).
* Só não vale marcar amigos repetidos, perfis de famosos ou contas fakes.
Muito fácil, não é? Para esse Dia dos Pais esqueça a frase “é só uma lembrancinha”, participe já e garanta sua oportunidade de dar um presentão para o seu melhor amigo.
O resultado sai às 18h na sexta-feira, 7 de agosto, e será divulgado nos Stories da Tocalivros!
Boa sorte!