quarta-feira, 12 de junho de 2019

Novo gênero literário, obra de brasileiro é destaque na Feira do Livro de Lisboa


Criação do escritor, jornalista e cineasta brasileiro José Paulo Lanyi, o romance cênico Deus me disse que não existe é um dos destaques da 89ª Feira do livro de Lisboa, aberta ao público no último dia 29 de maio, no Parque Eduardo VII na capital portuguesa, onde permanecerá até o próximo domingo, dia 16. A obra foi lançada em São Paulo e em Lisboa no ano passado pela editora portuguesa Chiado, que também a incluiu em seu catálogo da 25ª Bienal Internacional do Livro.

Narrado pelo Príncipe das Trevas, Deus me disse que não existe conta os bastidores de um estranho acordo: Deus e o Diabo decidem acabar com o Céu e o Inferno. O romance cênico alia o romance tradicional ao teatro. "É uma narração com estrutura mista, delineada pelos elementos formais da prosa e do texto teatral. O leitor depara com duas obras: a que começa na primeira letra e se encerra no ponto final da história: o romance; e a que se desenvolve apenas nos diálogos que compõem as cenas: o teatro", afirma o brasileiro na apresentação da obra. "O desafio do escritor é harmonizar os dois gêneros, de forma que o enredo se sustente tanto nas mãos do leitor quanto no palco", explica.

Carreira
José Paulo Lanyi foi repórter das rádios CBN e Globo, coordenador de jornalismo da sucursal da Radiobrás e repórter das TVs Bandeirantes e Manchete. Na TV Globo-SP, coordenou o Jornal Hoje, produziu o SPTV 1º Edição e fez pautas para o Jornal Nacional e o Bom Dia Brasil. Foi colunista da revista Imprensa e dos portais Comunique-se e Observatório da Imprensa, veículos em que exerceu a crítica da mídia, e colaborador da BBC News Brasil. Escreveu o último perfil em vida do escritor Plínio Marcos. Capa da revista "Cult" 27 (outubro de 1999), o artigo tornou-se uma referência acadêmica sobre a trajetória do dramaturgo santista. 

A peça teatral de Lanyi "Quando Dorme o Vilarejo" venceu, em 2002, o Prêmio Vladimir Herzog. Foi publicada pela Imprensa Oficial/SP e encenada em 2008, com o apoio da ONU no Teatro São Bento, em São Paulo. Dirigiu e produziu vários curtas-metragens. Foi produtor executivo e diretor do making of do longa-metragem "Real, O plano por trás da história" (LightHouse/Maristela/Paris Filmes).  Atualmente, faz assessoria de imprensa e está à frente do projeto de "Bodega", longa-metragem que dirigirá com Tristan Aronovich ("Alguém Qualquer"), em fase de captação de recursos. Também assina o roteiro e é produtor associado do filme, sobre o caso homônimo.

Além de Deus me disse que não existe, Lanyi é autor de livros como o romance "Calixto, Azar de Quem Votou em Mim" (Amazon, 2018) e a coletânea "Crítica de Jornalismo", publicada em cinco volumes na Amazon em 2018 pelo selo Jornalistas&Cia Livros.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Jornalista norte-americana lança "Escute o que ela diz", livro que aborda o viés inconsciente nos ambientes corporativos


Livro de Joanne Lipman, lançado pela Primavera Editorial, aborda o viés inconsciente - o que os homens precisam saber (e as mulheres têm a dizer) sobre trabalhar juntos.

A busca pela igualdade de gênero é percebida como uma luta feminina, liderada por mulheres e para o benefício das mulheres. Contrária à essa premissa, a escritora Joanne Lipman defende que ambos sexos devem combater os vieses inconscientes que perpetuam comportamentos inadequados nos ambientes corporativos e em toda a sociedade. Na obra Escute o que ela diz, a autora afirma que quando tivermos mais homens se mobilizando para acabar com a desigualdade de gênero, poderemos trabalhar lado a lado, vislumbrando um futuro diferente. Na prática, a mensagem trazida pelo livro é que homens e mulheres devem trabalhar juntos pela diversidade, para a equidade salarial e por oportunidades iguais, porque a diversidade é boa para todos – e está diretamente ligada a melhores resultados para as empresas.

Embora as grandes companhias estejam investindo em treinamentos em diversidade, Joanne Lipman aponta que homens jovens têm um papel descomunal nas culturas misóginas do Vale do Silício e em Wall Street. Mas há amplos indícios de que, no cômputo geral, a geração nascida entre a década de 1980 e início da de 2000 tem uma visão mais igualitária do mundo que as gerações mais velhas. Os homens da geração millennial– hoje entre 18 e 38 anos – têm mais probabilidades de favorecer um relacionamento igualitário entre maridos e esposas. Essa geração, inclusive, deve liderar uma nova cultura corporativa. Em contrapartida, a união entre homens e mulheres em prol dessa mudança de comportamento ainda está longe de ser uma realidade.

“Essa desconexão entre homens e mulheres não faz sentido para mim. Se só falarmos entre nós, mulheres, apenas podemos resolver 50% do problema. Precisamos que os homens participem da conversa, que sejam nossos parceiros. E quanto os homens, a maioria deles não está nem perto de ser um vilão”, afirma Joanne.

Joanne Lipman
Lançado pela Primavera Editorial, o livro Escute o que ela diz é voltado a mulheres e homens interessados em se educar e promover a diversidade e igualdade de gêneros; profissionais de recursos humanos interessados em possíveis caminhos para implementar políticas de diversidade, equidade salarial e igualdade de oportunidades; e gestores querem debater e precisam de ferramentas e argumentos para levar a temática para dentro das empresas; e gestores.

Segundo Lu Magalhães, presidente da Primavera Editorial, Escute o que ela diz é um daqueles livros transformadores que devem ser lidos por pessoas dispostas a repensar a vida corporativa e em sociedade. “Nas entrelinhas de capítulos com títulos provocativos – A vida secreta das mulheres; O sucesso dela é o seu também; Todo mundo é meio sexista; As doze palavras mais terríveis do idioma inglês; Mulheres invisíveis; Qual o melhor lugar do mundo para uma mulher? e O futuro é agora – a autora convoca homens e mulheres a trabalharem juntos pela diversidade, em prol da equidade salarial e por oportunidades iguais. Defende que a real diversidade é boa para todos; que melhora os resultados da sociedade e das empresas”, afirma Lu.

MCB lança livro 'Pauliceia Melindrosa', que retrata vida paulistana na década de 1920


Resultado de uma vasta pesquisa em anúncios e artigos de jornais da historiadora Ebe Reale, a publicação traz uma análise do período histórico da cidade de São Paulo

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerido pela Sociedade Civil por meio da A Casa Museu de Artes e Artefatos Brasileiros, acaba de lançar o livro Pauliceia Melindrosa, de autoria da historiadora Ebe Reale. A obra, editada pela DBA Editora, é o resultado de uma vasta pesquisa em anúncios e artigos de jornais de época em que a profissional buscou um fiel retrato da vida paulistana na década de 1920. A entrada é gratuita.

A publicação, rica em imagens, conta com o prefácio escrito por José Renato Nalini, presidente da Academia Paulista de Letras, e traz uma análise do período histórico, bem como uma série de informações que são desconhecidas do grande público, detectadas nas notícias e anúncios de jornais pelo olhar da autora. "A preservação da memória de uma sociedade não significa atrelá-la ao passado, mas tem o intuito principal de conservar sua identidade", comenta Ebe.

As principais localidades da cidade de São Paulo, a população (que quase dobrou em uma década - pulou de 526 mil em 1919 para 847 mil em 1929), os meios de transporte e os primeiros automóveis, a educação e suas escolas, a saúde pública e os hospitais, os meios de comunicação, do jornal ao rádio, além da vida comercial da metrópole, aparecem descritos com detalhes e poderão auxiliar estudantes, pesquisadores, acadêmicos e curiosos aprofundando o conhecimento histórico da metrópole.

"O livro é uma documentação rica, que se insere na reflexão que faz o Museu da Casa Brasileira sobre as questões e hábitos urbanos que direcionaram a construção da cidade para o seu desenho atual", finaliza Miriam Lerner, diretora geral do MCB.

Sobre Ebe Reale
Filha de Miguel Reale, um dos mais importantes juristas brasileiros, Ebe Reale é uma historiadora de renome com vasta contribuição para a história de São Paulo. Membro titular da cadeira de nº 40 da Academia Paulista de História, é autora de mais de dez livros, entre eles, Brás, Pinheiros e Jardins, três bairros, três mundos (1982), Menotti Del Picchia (1988), Faculdade de Direito do Largo São Francisco (1997) e Colégio Dante Alighieri (2010). Foi professora da FAAP, do Instituto de Ensino Superior Castro Alves e da Universidade Gama Filho. É atual presidente da Fundação Nuce e Miguel Reale.

Sobre o MCB
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, dedica-se à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país, realizado desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

Livro de aventuras da Editora Mackenzie aproxima crianças da reciclagem

Obra didática visa criar consciência ecológica na infância

A Editora Mackenzie lançou o livro infantojuvenil Aprenda com a reciclagem divertida, das autoras Eliana Zaroni Lindenberg Silva e Petra Sanchez Sanchez. Com temática lúdica e colorida, a obra mergulha crianças e adolescentes em uma história que mostra a importância da reciclagem de resíduos sólidos no dia a dia, sobretudo em ambientes urbanos.


A obra tem como objetivo educar os futuros cidadãos diante dos desafios da sustentabilidade urbana. Os personagens Lixci e Pete se aventuram na Estação 007, mostrando que é possível cuidar do meio ambiente de uma maneira alegre e prazerosa.

Sobre o Mackenzie
A Universidade Presbiteriana Mackenzie está entre as 100 melhores instituições de ensino da América Latina segundo a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação.

terça-feira, 4 de junho de 2019

‘TOCA O BARCO’: livro sobre Ricardo Boechat será lançado quinta-feira (6) no Rio de Janeiro


Obra com histórias contadas por quem conviveu e trabalhou com o jornalista também terá lançamentos em São Paulo e Niterói

Um dos mais brilhantes jornalistas do país, Ricardo Boechat construiu uma legião de admiradores ao longo de 50 anos de atuação em jornais, na TV e, principalmente, no rádio. Sua morte prematura, em fevereiro deste ano, encerrou uma carreira pautada por indignação, credibilidade e paixão, em que não fazia distinção entre ricos e humildes, poderosos e anônimos.


Toca o barco traz histórias e bastidores contados por 32 colegas que trabalharam, conviveram, sofreram e se divertiram com Boechat. O livro reúne textos inéditos de José Simão, Ancelmo Gois, Leilane Neubarth, Fernando Mitre, Datena, Tatiana Vasconcellos, Joaquim Ferreira dos Santos, Milton Neves, Angela de Rego Monteiro, Luiz Megale, Aluizio Maranhão, Rodolfo Schneider e Sergio Pugliese, entre outros.

Produzido com a urgência que pautou a vida profissional de Boechat, Toca o barco inclui charges de Chico Caruso, Aroeira, Cláudio Duarte e André Hippertt, com quem ele também trabalhou nas redações. O livro traz ainda um resumo de sua trajetória desde o primeiro emprego, no Diário de Notícias, em 1969.

O lançamento de Toca o barco, simultaneamente nos formatos papel e e-book, acontecerá, no Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira (6), às 19h, no Gabinete de Leitura Guilherme Araújo (Rua Redentor, 157, em Ipanema).

Haverá ainda lançamentos no dia 10, às 19, em São Paulo, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho 915, Vila Madalena), e no dia 11, também às 19h, em Niterói, na sede do clube Rio Cricket (Rua Fagundes Varela 987, em Icaraí).

SERVIÇO
Lançamento de “Toca o barco – Histórias de Ricardo Boechat contadas por quem conviveu e trabalhou com ele”
Editora: Máquina de Livros
Autores: Vários (organização e edição de Bruno Thys e Luiz André Alzer)
Paginas: 176 páginas
Preços: R$ 44,90 (papel) e R$ 24,90 (e-book)

A EDITORA
Criada em julho de 2018, a Máquina de Livros é voltada para o segmento de não ficção, com ênfase em livros reportagem. Faz parte do DNA da editora a busca incessante por boas histórias e o senso de oportunidade na escolha dos temas, características trazidas das redações por seus diretores, Bruno Thys e Luiz André Alzer. Eles comandaram alguns dos principais veículos do país. Esse é o sexto lançamento da Máquina, que estreou com “A Farra dos Guardanapos”.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

"O menino que nunca sorriu" terá lançamento no Rio de Janeiro na próxima segunda-feira (3)


Depois, a sessão de autógrafos acontece em Niterói (dia 8) e São Paulo (dia 28)

Um menino que até os sete anos nunca deu um sorriso. O adolescente, fã de Neymar, que está se alfabetizando graças às letras e números estampados nas camisas de futebol. Um jovem que se recusa a entrar em ônibus cheio, mas sabe os nomes de todas as ruas num percurso de 500 quilômetros.

Personagens reais como esses frequentam o Ambulatório da Psiquiatria Infantil da Santa Casa, no Rio de Janeiro, referência no país. À frente, está o renomado psiquiatra infantil Fabio Barbirato, que comanda uma equipe de 42 profissionais. Todos trabalham de forma voluntária.


O livro O menino que nunca sorriu reúne alguns dos mais emocionantes casos atendidos na Santa Casa em quase 20 anos. Barbirato e sua mulher, a também psiquiatra Gabriela Dias, contam histórias de crianças e adolescentes tratados no ambulatório – portadores de autismo, ansiedade, depressão, hiperatividade e outros transtornos.

Escrito em parceria com o jornalista e dramaturgo Gustavo Pinheiro, que passou dois anos frequentando o setor de psiquiatria infantil, eles chegaram às 32 crônicas do livro. São histórias reais, surpreendentes, de superação e amor, um mergulho num universo até hoje pouco explorado.

– Nosso objetivo é que os transtornos mentais saiam da sombra do preconceito e do estigma e ganhem a luz do esclarecimento. Quanto mais falarmos, mais vidas serão salvas – diz Fabio Barbirato.

Com uma narrativa sensível e envolvente, O menino que nunca sorriu é também uma bússola valiosa para a missão cada vez mais desafiadora de criar filhos no mundo contemporâneo.

– Sempre nos chamou a atenção certa dificuldade dos adultos em identificar os primeiros sintomas dos transtornos mentais nas crianças e nos adolescentes. Não por má vontade, mas por falta de informação. Isso é ainda mais preocupante nos tempos atuais, em que o volume de conhecimento da internet pode mais confundir que orientar – completa Gabriela Dias.
O livro já está disponível nas livrarias e também nas plataformas digitais, no formato e-book.

AGENDA DE LANÇAMENTOS

Rio de Janeiro
Dia 3 de junho, a partir das 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco 290)

Niterói
Dia 8 de junho, a partir das 16h, na Livraria Blooks (Reserva Cultural – Av. Visconde do Rio Branco 880, São Domingos)

São Paulo
Dia 28 de junho, a partir das 18h, na Livraria Blooks (Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca 569, Consolação)

SERVIÇO
Livro: “O menino que nunca sorriu & outras histórias reais – Autismo, depressão, bullying e bipolaridade entre crianças e adolescentes”
Autores: Fabio Barbirato e Gabriela Dias, em depoimentos a Gustavo Pinheiro
Editora: Máquina de Livros
Páginas: 144
Preços: R$ 44,90 (livro impresso) e R$ 24,90 (e-book)

A EDITORA
A Máquina de Livros é voltada para o segmento de não-ficção. Tem em seu DNA contar boas histórias aliadas ao senso de oportunidade na escolha dos temas, característica trazida das redações por seus diretores, Bruno Thys e Luiz André Alzer, que comandaram alguns dos principais veículos de comunicação do país. Esse é o quinto lançamento da editora.

terça-feira, 14 de maio de 2019

terça-feira, 23 de abril de 2019

Comemora-se hoje (23) o Dia Mundial do Livro


A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) criou a data do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor para encorajar as pessoas, especialmente os jovens, a descobrirem os prazeres da leitura, e conhecerem a enorme contribuição dos autores de livros através dos séculos.

Além de homenagear várias obras literárias e seus autores, a data de 23 de abril também busca conscientizar as pessoas sobre os prazeres da leitura. Neste dia também é celebrado o Dia dos Direitos de Autor.
Uma tradição catalã ligada aos livros já existia no dia 23 de abril, e parece ter influenciado a escolha da Unesco. Na tradição catalã, no dia de São Jorge (23 de abril), é costume dar uma rosa para quem comprar um livro. Trocar flores por livros já se tornou tradição em outros países também.
Origem do Dia Mundial do Livro
A Unesco escolheu a data do Dia Mundial do Livro em 1995, em Paris, durante o XXVIII Congresso Geral. O dia 23 de abril foi escolhido por ser a data da morte de três grandes escritores da história: William Shakespeare, Miguel de Cervantes, e Inca Garcilaso de la Vega.
23 de abril é também a data de nascimento ou morte de outros autores famosos, como Maurice Druon, Haldor K.Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.
  • Aproveite a oportunidade para contar a história dos grandes escritores do mundo;
  • Desenhe ou pinte desenhos sobre Dom Quixote ou de outros clássicos da literatura, por exemplo.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Conversa Literária: evento gratuito reúne escritores na Biblioteca-Parque do Centro


Lançamento e distribuição de livros entre as atividades abertas ao público


Com o objetivo de promover o acesso à leitura e comemorar o Dia Nacional do Livro Infantil, a Biblioteca-Parque Estadual (Avenida Presidente Vargas 1261, Centro-RJ) abre as portas nesta quinta-feira (18/04), para uma edição especial do evento Conversa Literária. Entre as atividades previstas, estão: mesas de bate-papo, debates, sessão de autógrafos, oficinas, exposições e a libertação de livros, que distribuirá exemplares gratuitos ao público.


A edição especial do Conversa Literária foi idealizada pela professora e curadora do evento, Cíntia Barreto, em parceria com o superintendente de Leitura e Conhecimento da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Pedro Gerolimich. "A Conversa Literária é uma atividade plural e para todos, assim como a Biblioteca-Parque. Precisamos cada dia mais fortalecer ações como essas para democratizar o acesso à leitura e difundir os espaços públicos de cultura", destacou Gerolimich.

Entre os autores confirmados estão: Francisco Gregório Filho, membro da Academia Acriana de Letras e patrono da cadeira 21 da Academia Brasileira de Contadores de Histórias, a especialista em Teoria e Crítica da Literatura Infantil e Juvenil Georgina Martins e a jovem escritora Duda Macieira.


O público poderá participar de oficinas de encadernação, ilustração, cordel encantado e confecção de bonecas Abayomi, além da exposição sobre Monteiro Lobato e da Expo Cores e Formas. Lançamento de livros, encontro com artistas e especialistas, contação de histórias e uma feira do livro também estarão à disposição dos participantes.

Serviço:
Atividade Cultural Gratuita na Biblioteca-Parque do Centro.
Local: Avenida Presidente Vargas 1261, Centro, Rio de Janeiro.
Data: 18/04/2019      Horário: 10h às 18h
Ação: distribuição gratuita de livros, debates, lançamento de livros, sessão de autógrafos, oficinas e feira do livro