segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

As relações entre JUDEUS e CRISTÃOS a partir do evangelho segundo São João


Dentro da Coleção Judaísmo e Cristianismo, as Edições Fons Sapientiae publica o sexto volume, cujo título é As relações entre Judeus e Cristãos a partir de evangelho segundo São João. A obra é assinada pelo Pe. Manoel Miranda, NDS, diretor geral do Centro Cristão de Estudos Judaicos (CCDEJ), e o prefácio é de outro confrade da ordem de Nossa Senhora do Sion, Pe. Donizete Luiz Ribeiro, NDS.


Nesta obra, Pe. Manoel Miranda situa e analisa as diferentes ra-zões de uma possível separação entre Judeus e Cristãos a partir do que foi escrito pelo evangelista São João e traz à luz o que foi determinado na Nostra Aetate, declaração sobre as relações da Igreja com as religiões não-cristãs, de outubro de 1965 (Concílio Vaticano II).

Alguns pesquisadores como R. E. Brown, Frederic Manns e Etienne Nodet sentenciam que a separação do judaísmo e do cristianismo deu-se nos anos 90 da era cristã, época em que São João teria escrito o quarto e último evangelho. Os estudiosos citados, veem uma hostilidade no Evangelho de São João contra os judeus e suas teologias. Brown detalha as adversidades quando o evangelista discorre sobre as festas judaicas, o Templo, o sábado e outros costumes judaicos.

Pe. Miranda, por sua vez, analisa com devida sutileza diversos textos do Novo Testamento e demonstra que contrariamente às aparências ou ideologias, a separação entre Judeus e Cristãos acontece de maneira gradativa, localizada e depois de muitas décadas de convivência e de encontros. Busca situar e analisar as diferentes razões de uma possível separação a partir do corpo textual do Novo Testamento.

A tese defendida brilhantemente pelo autor está em consonância com a grande corrente de pesquisa representada, entre outros, pelo pesquisador judeu Daniel Boyarin, que publicou em 2007 a tese The border lines: the partition of Judaeo-Christianity.

Segundo o Pe. Donizete Luiz Ribeiro, no prefácio, “de fato, faz-se necessário reconhecer que entre Judeus e Cristãos, o que nos une é bem maior e mais antigo do que nossas divergências, sobretudo histórico-bíblicas. A afirmação capital de ‘patrimônio comum’ é um tesouro escondido que precisa ainda ser revelado e lapidado para que juntos, judeus ne cristãos, com suas legítimas diferenças, possam se engajar para o bem da humanidade, a partir da Escuta do Sinai e de Sion”.

Sobre o autor:
Pe. Manoel Miranda é religioso da Congregação dos Religiosos de Nossa Senhora do Sion. Licen-ciado e Filosofia pela FAI (Faculdades Associadas do Ipiranga), bacharel em Teologia pela Universidade Católica de Paris e Mestre em Teologia Dogmática com concentração de estudos bíblicos e judaicos pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção. Atualmente trabalha como diretor acadêmico do CCDEJ (Centro Cristão de Estudos Judaicos – www.sioncentrodeestudos.org) e como Diretor Administrativo dos Colégios Sion, do Ipiranga, São Paulo e Arujá.

O que você faria se só te restasse um dia de vida?


Editora Novo Conceito traz para o Brasil uma coletânea de histórias supreendentes e emocionantes reveladas pela série The Buried Life,  sucesso da MTV norte-americana,  que inspirou pessoas do mundo todo a se libertarem e viverem seus sonhos mais profundos.

Você já parou para pensar em uma coisa que você deseja tanto que não pode deixar de fazer antes de morrer? Dave Lingwood, Ben Nemtin, Duncan Penn e Jonnie Penn, quatro estudantes universitários canadenses, pensaram. E, como ninguém sabe quanto tempo a morte pode demorar para chegar, decidiram não deixar para depois o que podiam fazer já.

Criaram uma lista com 100 itens (alguns muito loucos, outros mais simples, muitos quase impossíveis), entraram em um ônibus adquirido através de doação e saíram pelo mundo com a missão transformar em realidade cada um dos itens listados. Mas não eram só os seus sonhos que estavam em jogo. A outra parte da missão (e a mais legal) era estimular os outros a fazerem o mesmo.

Abrir o principal noticiário do dia, pilotar um avião, ajudar alguém a construir uma casa, aparecer na primeira página de um jornal, dar cem dólares a um estranho, jogar basquete com Obama, ajudar a dar à luz um bebê e nadar com tubarões eram alguns dos desejos dos quatro rapazes e, a cada item realizado, eles deveriam ajudar um estranho a realizar o seu próprio desejo.

A iniciativa fez tanto sucesso que se transformou em um dos programas de maior audiência de MTV norte-americana. Com o título original em inglês, "The Buried Life", a série teve grande repercussão, e os garotos ultrapassaram mais de 200 mil seguidores em suas redes sociais. Foram convidados a participar de renomados programas, como Oprah e The Today Show, e ganharam o destaque de principal programa das noites de segunda, nos Estados Unidos.

Aventuras inesquecíveis e momentos emocionantes que os tornaram um canal entre pessoas que nunca tinham visto e a realização de seus sonhos renderam uma grande coleção de reflexões, segredos e histórias que os rapazes decidiram compartilhar com o mundo lançando o livro O que você gostaria de fazer antes de morrer?, que chega ao Brasil através da Editora Novo Conceito. Divertido e comovente, o livro é uma coletânea ilustrada de sonhos mais selvagens, inspiradores, imaginativos, divertidos e instigantes, que nos desperta para sentimentos e vontades que realmente dão sentido às nossas vidas.

Edições Fons Sapientiae lançam a biografia "Arquitetura de uma Monja"


A busca da perfeição cristã, o combate incessante pelo desenvolvimento da vida virtuosa fizeram de Alba-Teresa uma das joias da riqueza mística Mary Del Priore

As Edições Fons Sapientiae acabam de colocar em seu catálogo a obra Arquitetura de uma Monja, uma biografia muito bem organizada e estruturada da Irmã Teresa do Menino Jesus e da Santa Face OCD. A autoria é do psicanalista e também escritor de outros livros Ario Borges Nunes Junior. O prefácio traz a assinatura da historiadora Mary Del Priore. 


Como certifica a prefaciadora, “Esse livro conta uma bela história de amor. De amor ao Cristo e de amor ao próximo. Sua protagonista é a Irmã Teresa do Menino Jesus e da Santa Face OCD, o cenário inicial, o mosteiro de Santa Teresa em São Paulo. Nascida Alba Hehl Simões, a monja Teresa transfigurou-se, graças a exercício constante de virtudes, em Priora maternal. (...) A busca da perfeição cristã, o combate incessante pelo desenvolvimento da vida virtuosa fizeram de Alba-Teresa uma das joias da riqueza mística. Riqueza que nos convida a pensar que existem fiéis que vivem sua união com Deus de maneira excepcional”.       

Ao traçar um perfil biográfico, parte-se do confronto entre as circunstâncias – espacial, temporal e ideológica –, com um enigmático mundo interno que, apesar de em parte ser fruto do contexto, o extrapola surpreendentemente. A partir de tudo isso, penetra-se em um universo instigador que, por si só, justifica a leitura. Tendo acesso à correspondência familiar, à atividade literária, sobretudo aos poemas de Irmã Teresa, Ario Borges, evidencia a vida e obra desta que foi, sem dúvida, um modelo vivo da tradição mística carmelita. E como o próprio autor diz na introdução, esta obra visa com clareza, apontar quaisquer aspectos do perfil humano de Alba/Teresa, antes e depois de sua entrada para o Carmelo.

Arquitetura de uma Monja é apresentado em dez capítulos que destacam desde a genealogia familiar da biografada até os registros post mortem, passando por todos os passos dados por Irmã Teresa, como a reforma teresiana, seu relacionamento com as demais irmãs, seu lado místico, seus familiares e amigos, a escritora e poeta, cinquenta anos de Carmelo. Traz, também, referências biográficas, três apêndices, e um caderno iconográfico. 

Sobre o autor:
Ario Borges Nunes Junior é psicanalista, nasceu em São Paulo, em 1961. Cursou o ensino médio no Colégio São Luís, na mesma cidade. É doutor em Psicologia Social, pela Universidade de São Paulo (2001), e doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense (2013). Publicou Êxtase e clausura: sujeito místico, psicanálise e estética (Annablume, São Paulo, 2005) e Relíquia: o destino do corpo na tradição cristã (Paulus, São Paulo, 2013). Fenômenos míticos: caracterização e estudos de caso (Ecclesiae, 2015), Relíquia: Transcendência do corpo (Museu de Arte Sacra de São Paulo, 2017). Tem no prelo Os estigmas místicos e a psicanálise, que deverá ser publicado pelas Edições Fons Sapientiae Atualmente, faz estágio de Pós-doutorado no departamento de Ciências da Religião da PUC-SP e dedica o seu tempo de trabalho à clínica psicanalítica.

"Nas Montanhas do Marrocos": livro com gostinho de série de TV


Editora Novo Conceito dá visibilidade nacional à primeira obra de autora alagoana independente, que conta a história de uma mulher à frente de seu tempo, que supera conflitos culturais e religiosos em busca de liberdade e amor

Nas Montanhas do Marrocos, romance da autora Luisa Bérard, é um daqueles livros que poderiam perfeitamente virar série de TV. Intenso, dinâmico e surpreendente, tem todos os ingredientes necessários para manter o telespectador preso na história do primeiro ao último episódio. Mas, como não é série, é livro, cumpre com maestria sua missão de segurar o leitor da primeira à última página.

Tem protagonista feminina, bela e forte;
Tem o requinte da Inglaterra vitoriana contrastando com o misticismo do Marrocos;
Tem lindos campos, castelos, deserto e mesquitas;
Príncipes, princesas, duques e outros títulos da realeza...
Tem ação, tem aventura, tem segredos, encontros e desencontros.
Tem reviravoltas e tem amores: possíveis e impossíveis.

Com uma narrativa leve e deliciosamente descritiva, que faz com que o leitor dê vida à história em sua própria mente, o romance é cuidadosamente construído dentro de um contexto histórico preciso e coerente, que traz realismo aos fatos e conquista a cumplicidade do leitor durante a leitura.

O romance de estreia da alagoana Luisa Berard tem como protagonista lady Katherine Hartington, uma jovem de 18 anos, representante da nobreza inglesa do século XIX, que se vê envolvida em dilemas culturais da religião islâmica que ameaçam mudar o rumo de sua história.

A forma criativa e bem estruturada com que a autora desenvolve o texto não deixa nada a desejar às obras de grandes best-sellers internacionais do gênero romântico histórico.

Ao longo de 560 páginas muito bem encadeadas, o leitor acompanha situações-limite da personagem, que fazem com que suas inquietações, ambições, desejos, amores e medos se transformem em coragem e atitude para transgredir regras da época e de culturas envolvidas e alterar uma história que já estava prevista para traçar seu próprio destino.

Sobre a autora
Luisa Bérard é alagoana, vive em Recife e tem 42 anos. Trabalhou como advogada até descobrir seu talento para a literatura. Depois de uma conversa com sua irmã Teresa, durante as festas de fim de ano, tomou coragem e decidiu passar para o papel toda aquela história que já habitava sua mente há tempos.
Em 2017, afastou-se da advocacia para dedicar-se à autopublicação e divulgação de seu primeiro trabalho. Vendeu em esquema independente mais de 2 mil livros impressos.
A obra ganha projeção nacional com seu relançamento, pela Editora Novo Conceito, uma das maiores editoras de romance de ficção do país, com mais de 380 títulos publicados.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Lançamento triplo de livros de jornalistas e professoras na Travessa de Botafogo


Amigas, jornalistas e professoras, Adriana Barsotti, Ana Paula Goulart de Andrade e Cláudia Rodrigues vão lançar seus três livros, que discutem a crise e o futuro do jornalismo, no próximo dia 3 de dezembro, na Travessa de Botafogo (Rua Voluntários da Pátria, 97), das 19h às 22h.


A noite de autógrafos começará com um debate sobre "Fake news e o futuro do jornalismo", mediado pelo jornalista Fábio Gusmão, um dos editores do Fato ou Fake, e contará com a participação, como debatedor, do diretor do Departamento da PUC-Rio, Leonel Azevedo de Aguiar. O debate começará pontualmente às 19h.

Abaixo, os três títulos que serão lançados: 





Mídia Ninja: narrativas jornalísticas em disputa, de Cláudia Rodrigues









Uma história da primeira página: do grito ao silêncio no jornalismo em rede, de Adriana Barsotti








Telejornalismo apócrifo: a construção da notícia com imagens amadoras e de vigilância, de Ana Paula Goulart de Andrade



segunda-feira, 26 de novembro de 2018

“UMA VIDA DE LUTA”: Padre lutador de jiu-jítsu e tatuado tem sua história contada em livro


Jornalista conta a trajetória de um padre com mais de 20 tatuagens, lutador de jiu-jítsu, apaixonado por carnaval e que transformou em fenômeno uma missa em devoção a São Miguel

Fora de sua paróquia, localizada num cantinho da região central de Niterói, padre João Cláudio Nascimento pode ser confundido com um “bad boy”: as roupas grunge, o corte de cabelo moicano e as mais de 20 tatuagens estampadas nos braços, pernas e peito são marcas típicas de uma dessas tribos jovens, tão comuns na sociedade contemporânea.


Dentro de sua igreja, porém, a surpresa não é menor. A legião de fiéis que ali se reúne para celebrar São Miguel Arcanjo sabe não apenas que João Cláudio é um graduado lutador de jiu-jítsu, mas, sobretudo, um combatente da vida, um sacerdote muito bem preparado para a missão religiosa. Sua trajetória, que alterna derrotas, vitórias e até o triunfo diante de uma sentença de morte, está presente nas missas que promove sempre nos dias 29 e que viraram um fenômeno, atraindo multidões das mais diferentes religiões.

O livro Uma vida de luta – A incrível história do padre que resgatou a devoção a São Miguel, escrito pelo jornalista Leonardo Bruno, não é um relato sobre um padre, mas a história de um guerreiro que se alistou às hostes de São Miguel Arcanjo – o chefe das milícias celestes – e, com seu exemplo de luta e fé, tem inspirado um número cada vez maior de seguidores.

Algumas particularidades do Padre João:
● É lutador graduado de jiu-jítsu, disputa campeonatos, mas não revela aos adversários no tatame que é padre.

● Entre suas mais de 20 tatuagens, tem uma de São Miguel que cobre todo o braço esquerdo; uma imagem do Wolverine; e o discurso que o pai do Super-Homem fez ao enviar o filho à Terra para salvar o planeta

● Desfila desde 2014 na Viradouro, frequenta a quadra da escola o ano inteiro e faz bênçãos especias no altar aos integrantes da agremiação.

● É historiador e um dos integrantes da comissão brasileira da Causa dos Santos, que prepara os sigilosos processos de canonização de aspirantes a santos da Igreja.
● Seu trabalho é reconhecido por religiosos importantes, entre eles o arcebispo Dom Orani Tempesta, que já esteve nas missas de São Miguel.

● Em 2016, recebeu um falso diagnostico de câncer. O médico lhe deu apenas seis meses e Padre João viajou a Roma para se despedir da vida. No Vaticano, teve um encontro emocionante com o Papa Francisco.

● Interage intensamente nas redes sociais e transmite as missas pelo Facebook, que alcançam mais de 20 mil fiéis. Criou ainda uma webrádio, em que fala não só de religião, mas também de carnaval e lutas marciais.

● Usa elementos da luta e do carnaval em sua atividade pastoral, como analogias de coragem, de trabalho em equipe e de alegria.


O AUTOR
Leonardo Bruno é jornalista, escritor e roteirista. Trabalha há 18 anos em redações do Rio de Janeiro. Foi repórter, editor e gerente de negócios do jornal Extra. Tem três livros publicados: “Zeca Pagodinho – Deixa o samba me levar”, “Cartas para Noel – Histórias da Vila Isabel” e “Explode, coração – Histórias do Salgueiro”. Este é seu quarto livro.

A EDITORA
A Máquina de Livros é voltada para o segmento de não-ficção e tem em seu DNA contar boas histórias aliadas ao senso de oportunidade na escolha dos temas, característica trazida das redações por seus diretores, Bruno Thys e Luiz André Alzer, que comandaram alguns dos principais veículos de comunicação do país. Esse é o quarto lançamento da editora, que estreou com o livro reportagem “A Farra dos Guardanapos”, já na segunda edição e com os direitos vendidos para o cinema.

SERVIÇO
Uma vida de luta – A incrível história do padre que resgatou a devoção a São Miguel
Autor: Leonardo Bruno
Preço: R$ 39,90 (livro físico) e R$ 19,90 (e-book)
Páginas: 160
Editora: Máquina de Livros

LANÇAMENTOS
Dia 29 de novembro
Igreja Nossa Senhora de Fátima (Rua Andrade Pinto 189, Bairro de Fátima, Niterói), após as missas de São Miguel das 12h e das 19h30.

Dia 13 de dezembro
Livraria Blooks, no Reserva Cultural Niterói (Av. Visconde do Rio Branco 880, São Domingos), a partir das 18h.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

CEM ANOS DE FELICIDADE: Um livro feminino, sem ser feminista


Numa linguagem simples, clara e direta, na apresentação do livro CEM ANOS DE FELICIDADE, com o selo da Editora Baraúna, a médica Regiane Mastellari Doria discorre, dentro de um amplo espectro existente, tópicos próprios do universo feminino. Com enfoques dos mais variados, sugere junto às leitoras caminhos que indiquem uma direção para o encontro da tal almejada felicidade de forma permanente e invulnerável.

“Nascer mulher é uma dádiva da natureza. No entanto, tor-nar-se mulher, no sentido mais amplo que isso possa representar, é uma conquista gradual, que exige um grande encontro consigo mesma e, portanto, com seus desejos mais verdadeiros”, é o que diz a autora logo no primeiro parágrafo deste seu livro, que acaba de chegar às livrarias em sua segunda edição.

CEM ANOS DE FELICIDADE aborda temas, dentro dos catorze capítulos, bem femininos, sem serem feministas. Discorre sobre a felicidade, as culpas, o encontro com o amor verdadeiro, a obrigatoriedade de atividades impostas às mulheres, tais como excesso de afazeres e a opção de ter ou não ter filhos. Aborda a homossexualidade, a relação da felicidade feminina com os ciclos hormonais, o receio do inevitável envelhecimento, versa sem religiosidade sobre Deus e aborda o renascimento.

A autora deixa claro que a mulher precisa adquirir a consciência absoluta de que, para ser feliz, precisa perseguir seus reais desejos ou convicções de vida e, para que isso aconteça total e irrestritamente, é necessário que desvende seu verdadeiro “ser”, sua identidade original, e reencontre sua verdadeira natureza para si mesma, e não para os outros.

Ser feliz é um estado bioquímico, fisiológico, psicológico, escreve Regiane Mastellari Doria, e conquistar essa sensação absoluta é totalmente possível, desde que haja uma proposta mental honesta para iniciar uma autotransformação que leve a essa direção.

Regiane Mastellari Doria
Sobre autora:
Regiane Mastellari Doria nasceu em Santo André (SP), é médica graduada pela Universidade de Santo Amaro e bióloga pela Universidade Católica de Santos (SP). Pós-graduada em Medicina do Trabalho, Nutrologia e Ginecologia, sendo esta última a especialidade que abraçou como carreira. Pintora, viajante compulsiva, apreciadora das artes, da música e da natureza.

É uma observadora e incessante estudiosa das questões da espiritualidade e das emoções humanas. Esta obra, seu título de estreia como escritora, é fruto de reflexões advindas de sua experiência como mulher e do seu trabalho como médica ginecologista, onde teve a oportunidade de se deparar com diversos fatos e situações típicas do universo feminino, vindo daí sua inspiração para abordar, numa linguagem direta e simples, as questões comuns que ainda atrapalham a felicidade da mulher.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Livro da EdUFSCar recebe Prêmio Literário da Biblioteca Nacional


Autora é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura da UFSCar

O livro Epígrafes e Diálogos na Poesia de Machado de Assis, de autoria de Audrey Ludmilla do Nascimento Miasso, aluna de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura (PPGLit) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e publicado pela editora da Instituição, a EdUFSCar, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em 2017, ficou em terceiro lugar na categoria ensaio literário do Prêmio Literário da Biblioteca Nacional. A cerimônia de entrega do Prêmio está prevista para o próximo dia 4 de dezembro.


Resultado da dissertação de mestrado de Miasso, orientada pelo professor Wilton Marques, do Departamento de Letras (DL) da UFSCar, o livro nasceu da observação das recorrentes epígrafes que abrem a maioria dos poemas de Machado de Assis. Embora o escritor seja pouco conhecido enquanto poeta, o fundador da Academia Brasileira de Letras iniciou sua carreira escrevendo versos e não os abandonou, apesar de ter, ao longo do tempo, diminuído sua produção poética. "O livro fala das epígrafes, que são pequenos trechos que estão nos poemas de Machado de Assis, da forma como eles dialogam com a poesia e como foram aproveitados na poesia machadiana", descreve Miasso.

Audrey Miasso
A obra tenta entender e revelar a relação entre a poesia machadiana e as epígrafes escolhidas pelo autor para seus poemas. Esses diálogos revelam autores que de alguma forma fizeram parte da formação inicial de Machado de Assis. "Por exemplo, os nomes que assinam as epígrafes são possíveis leituras que influenciaram a escrita machadiana, no período em que a crítica chama de primeira fase de sua carreira. Entretanto, pode-se extrair das epígrafes mais que apenas nomes e influências, mas o próprio diálogo entre os textos literários", explica Miasso. Alguns nomes que aparecem nessas epígrafes são Victor Hugo, Alfred Musset, Dante Alighieri, Homero, Gonçalves Dias, Camões, William Shakespeare e outros.

Além disso, o livro abre espaço para repensar o próprio papel da epígrafe dentro dos textos literários. "A epígrafe não é exclusividade da poesia machadiana e não se comporta dentro do texto como uma citação ordinária. Além de ocupar um lugar de destaque, o modo como o texto literário epigrafado se apresenta revela um diálogo todo específico desse tipo de relação", afirma a pesquisadora.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Mauricio Menezes leva a irreverência de seu "Plantão de Notícias" do teatro para o seu primeiro livro


Quem acompanha os meios de comunicação, especialmente o rádio, o jornal e a televisão, muitas vezes não faz a menor ideia de como o profissional desses veículos trabalha. Para ajudar a entender isso, o jornalista Mauricio Menezes lança hoje (13) o livro Plantão de Notícias – Os causos mais engraçados das rádios, dos jornais e da TV, com o selo da Editora WAK.


A obra, que tem sessão de autógrafos às 19h, na Livraria Argumento (Rua Dias Ferreira, 417), no Leblon, mostra como o homem de comunicação erra na tentativa de acertar, e Maurício não tem a pretensão de criticar ou fazer denúncia. Este livro é uma grande homenagem ao pessoal que faz de tudo para levar informação e entretenimento ao público.

Mauricio Menezes: a irreverência agora em obra literária
O autor faz questão de mostrar erros, distrações, curiosidades e distorções, sem qualquer pretensão de fazer correções ou denunciar. O leitor vai entender por que saem erros no rádio, no jornal, na televisão e na Internet, principalmente, onde a notícia publicada um minuto antes da concorrência é a glória ou a desgraça, porque, na comunicação, a pressa é muito inimiga da perfeição.

"Não se trata de nenhum manual de boa conduta dos jornalistas. É apenas uma forma divertida de mostrar um lado que quase ninguém conhece do jornalista e das dificuldades que nós temos para trabalhar", explica Maurício Menezes, que há mais de 20 anos apresenta a peça teatral “Plantão de Notícias”, a qual ele classifica de “desaconselhável para estudantes de Comunicação”.

Alexandre Araujo lança "Informação em segundo lugar", livro que conta a história do Rock/Pop Bola


A alegria, a brincadeira e a ironia tomaram conta do La Esquina, na Lapa, na noite desta segunda-feira (12), durante o lançamento do livro Informação em segundo lugar, escrito pelo jornalista Alexandre Araujo, um dos Pop Bolas (os outros atualmente são Alexandre Tavares, Frajola, Lopes Maravilha e Alex Calheiros).   
Alexandre Araujo autografa sua obra
A obra, que levou quase um ano para ser escrita, conta a história do programa Rock/Pop Bola, os bastidores, os programas antológicos e os personagens que ousaram e desafiaram a mesmice. Através de piadas, trocadilhos, analogias, sátiras, brigas e muita irreverência, os Pop Bolas construíram uma forma nova de falar sobre futebol e foram pioneiros no jornalismo bem-humorado, criando jargões, bordões e apelidos, usados em exaustão pelos ouvintes, concorrentes e outros veículos.

Confira abaixo alguns momentos da sessão de autógrafos, nas fotos de Felipe Araujo e do arquivo pessoal do autor.



  


  






sexta-feira, 9 de novembro de 2018


Psicóloga Élide Cristina lança seu primeiro livro de poesias: 'Ressignificar'


Pela Editora Mondrongo, de Itabuna (BA), chega às livrarias Ressignificar, o primeiro livro de poemas da psicóloga, nascida e criada em Feira de Santana, Élide Cristina. A obra será lançada oficialmente hoje (9/11), a partir das 18h30, nas Livraria Atlântica, situada à Avenida Getúlio Vargas, 3125, em Feira de Santana, na Bahia.  O livro é ilustrado por aquarelas de Gabriel Ferreira na capa e miolo.


Para deixar o leitor ciente do que irá encontrar nas páginas do livro, o editor Gustavo Felicíssimo não economizou no que escreveu nas orelhas da obra: “O mais comum em relação ao termo Ressignificar, verbo que dá título a esse livro, é pensar que se constitui em atribuir novo sentido ou significado a algo. E como toda relação e todo sentimento podem ser ressignificados, esse é um instrumento muito poderoso para libertação de todo ser em relação a aspectos da experiência que causam algum tipo de aflição ou desconforto. Como psicóloga, a poeta Élide Cristina sabe muito bem disso e é esse o cariz que ela traz para a poesia em tempos que não são exatamente de paz. Prova disso é que se em uma palavra eu tivesse que resumir seu livro, eu diria que essa palavra é Serenidade, esse talvez o elemento mais constante em ‘Ressignificar’”.

Élide Cristina
 Não obstante, Serenidade é algo necessário para todo processo de ressignificação. E é esse o componente que mais me parece a autora nos quer passar com os seus versos, reflexo de sua vivência profissional e pessoal, versos esses que contam com o auxílio luxuoso das ilustrações de Gabriel Ferreira, utilizadas aqui para dar maior amplificação para algumas passagens do livro.

Por fim, caro leitor, ciente de que um breve texto de orelha quase nada pode elucidar sobre um livro, convido-lhe a adentrar à poesia de Élide Cristina e degustar cada poema, cada metáfora, mas acima de tudo, com todos os sentidos ligados e o coração aberto para o que ela está a nos dizer”.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018