sexta-feira, 4 de maio de 2018

Livro ajuda os pais a entenderem seus filhos que estão entre a primeira infância e a adolescência


Um manual repleto de dicas práticas para lidar com as transformações da pré-adolescência e, assim, ajudar meninos e meninas entre 8 e 12 anos a passarem por essa nova etapa do desenvolvimento

É dos 8 aos 12 anos que acontece o maior desenvolvimento do cérebro de um ser humano. É dos 8 aos 12 anos que o corpo muda numa velocidade assustadora (da voz até as espinhas) e que boa parte das meninas brasileiras vai menstruar pela primeira vez. É dos 8 aos 12 anos que quase todos os pais vão ceder e dar o primeiro smartphone ao filhos. É dos 8 aos 12 anos que eles mudam do ensino fundamental 1 ao fundamental 2. É dos 8 aos 12 anos que você deixa de ter uma criança pequena em casa mas ainda não tem um adolescente. Como lidar, afinal, com tantas mudanças em tão pouco tempo?

Em Pré-Adolescente: um guia para entender seu filho, lançamento da Globo Livros pelo selo Principium, Daniela Tófoli, jornalista especializada em família, disseca as transformações que acontecem no cérebro – e no corpo todo! – de quem tem entre 8 e 12 anos e, assim, mostra às famílias como lidar de forma mais tranquila com essa fase tão rica e desafiadora. “Falta muita informação para quem tem filhos dessa idade, parece que entramos em uma espécie de ‘limbo’, e a ideia do livro é mostrar o que está se passando com nossos filhos e como podemos ajudá-los a lidar com tantas novidades, dúvidas e inquietações”, diz Daniela.


Além do desenvolvimento físico e mental, temas como autoestima, bullying, distúrbios alimentares, tecnologia, ansiedade, namoro, sono, a relação com os pais e o papel dos amigos estão presentes na obra, sempre com uma linguagem fácil e com dicas práticas que podem ser adaptadas no dia a dia de cada família.

Para abordar todos esses assuntos, a autora entrevistou médicos, psicólogos, educadores e cientistas e compartilha os estudos e descobertas mais recentes com os leitores. “Não quero ditar regras, mas ajudar a refletir e também mostrar um novo modo de olhar aquele comportamento que até parece ser uma afronta mas que, no fundo, é só uma pequena parte do imenso percurso que é crescer”, afirma.

Sobre a autora:
Daniela Tófoli é jornalista há mais de 20 anos especializada nas áreas de parenting, comportamento, saúde e educação e trabalha há 10 anos na Crescer – marca da Editora Globo voltada para grávidas e pais de crianças até 8 anos. Atualmente, é Diretora de Grupo Crescer, TechTudo, Galileu, Monet e Casa e Jardim e escreve semanalmente o blog Mãe de Tween, para pais e mães com filhos entre 8 e 12 anos, no site do jornal O Globo. Mãe de uma pré-adolescente, é graduada em jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero (SP), com cursos de Publishing em Revistas pela Yale University (EUA), de marketing para mães pela PME® Entreprises (EUA), de gestão avançada no APG do Amana-Key (SP) e de jornalismo feminino pela ESPM (SP).

Livro “Uma Biblioteca Vinária” será lançado em São Paulo no dia 24


Publicação esmiúça a rica coleção de Juan Carlos Reppucci, com títulos raros sobre a história do vinho

Mais de 6,5 mil exemplares, que contam a história do vinho desde antes mesmo da invenção da imprensa de Gutemberg. A biblioteca de Juan Carlos Reppucci, engenheiro nascido na Argentina que há anos fincou raízes e laços no Brasil, é daquelas cenas raras de se ver. Ao entrar no apartamento, que ele comprou e adaptou exclusivamente para sua preciosa coleção, a sensação é de voltar no tempo. A cada cômodo, estantes preenchidas com milhares de livros e suas encadernações de época em pergaminhos e couros bordados de dourações, variada e rica tipografia e inúmeros idiomas e dialetos.

É essa a história, de 30 anos de colecionismo de livros, documentos e manuscritos, que agora é contada no livro Uma Biblioteca Vinária, com o selo Editora Dialeto. Com textos de Claudio Giordano, em inglês e português, e fotos de Renato Dutra, é possível desbravar toda a biblioteca ao longo de 141 páginas da publicação.



A obra esmiúça o acervo composto não só por livros cuja temática gira em torno da bebida. Estas correspondem a cerca de 80% dos títulos, que abordam a cultura da uva, suas espécies, cultivo, vindima, doenças, produção e tipos de vinhos, armazenamento (adegas) etc. O restante é composto de publicações correlatas, tais como medicina e religião.

O livro traz dados como a riquíssima seção de incunábulos, livros impressos nos primeiros tempos da imprensa, antes de 1500, que conta com 84 exemplares entre os mais de seis mil títulos. Para um breve comparativo, a Biblioteca Nacional conta com 216, num acervo de milhões de itens.

Está ali, por exemplo, o incunábulo conhecido como Crônica de Nuremberg (1493), o mais ilustrado já produzido no mundo. Em Uma Biblioteca Vinária, pode-se ‘folheá-lo’ como não seria possível pessoalmente, através de reproduções de algumas de suas mais de 1800 xilogravuras.

Cada imagem, aliás, é acompanhada de legendas detalhadas, com material, ano da edição e curiosidades como um exemplar de De Vino et ejus Proprietate (1495), que pertenceu ao gastrônomo, colecionador e autor de livros sobre enologia Andre Simon – e que, hoje, está nas mãos de Reppucci.

A obra traz também grande parte da história da agricultura, assunto tratado no capítulo Agricultura e Botânica, que abrange títulos como os três volumes de Promona Italiana (1817-1839), um dos itens mais preciosos e raros da biblioteca.

Há ainda os capítulos Vinho e Religião e Medicina, temas comumente relacionados e/ou que abordam com frequência o vinho, tão associado e empregado no Velho Mundo como parte da medicina e sempre presente nas citações bíblicas e ritos religiosos. 

O lançamento será na Dan Galeria, para convidados, no dia 24 de maio. Para compra, estará disponível na Associação Santo Agostinho, mediante doação de R$100, ou pelo site da produtora, dialeto.com, por R$120.

Uma Biblioteca Vinária
Coleção Juan Carlos Reppucci
Textos Claudio Giordano
Fotos Renato Dutra
Editora Dialeto, 2017, 141 páginas

Lançamento
24 de Maio (quinta-feira), às 19h, para convidados
Dan Galeria - Rua Estados Unidos, 1638, Jardim América
11 3083 4600

Associação Santo Agostinho
Rua Conselheiro Zacarias, 97, Jardim Paulista
11 3887 1112

Autora do livro "Como Conseguir Um Homem Rico" afirma que 57% dos divórcios ocorrem por causa de finanças



A "casamenteira" Jennifer Lobo, que escreveu o livro Como Conseguir Um Homem Rico - Dicas Para Encontrar Amor e Dinheiro com a coach de casais Regina Vaz, diz que quase sempre é questionada se para ela é mais importante dinheiro ou amor.

"Não entendo por que as pessoas fazem esta pergunta. Por que precisamos escolher entre amor e dinheiro se podemos aliar o amor ao dinheiro e ter uma relação com a qual possa prosperar? O amor é algo que se constrói e planejamento financeiro com objetivos e parceria também. Um fato é que 57% de divórcios ocorrem por causa de finanças. Então para ter um relacionamento de longo prazo com sucesso você tem que pensar nisso", afirma a americana, que é CEO e fundadora do site "Meu Patrocínio".
Jennifer Lobo

Ela também diz que um dos valores do site "Meu Patrocínio" é apoiar que a mulher seja livre para viver seus sonhos: "Viver seus desejos sem ser reprimida pelo preconceito dos os outros é uma evolução no sentido da liberdade. Porque o conceito de feminismo que coloca a mulher em oposição ao homem é um machismo ao contrário".

"A mulher precisa viver tudo que tem direito e conquistar tudo que estiver ao seu alcance", destaca Jennifer Lobo. A empresária que atualmente está em um relacionamento acrescenta que é importante encontrar a parceria certa e para isso, ser transparente desde o começo porque se você esconder seus desejos, em algum momento isto aparece mais forte, surgem as cobranças e fica péssimo", conclui.



segunda-feira, 30 de abril de 2018

Coleção HQ Brasil transforma grandes obras brasileiras em história em quadrinhos


A sensibilidade e a curiosidade de Mário de Andrade pelo povo brasileiro estão evidentes em suas obras que ressaltam a identidade brasileira e suas diversas nuances em qualquer gênero. Na adaptação para quadrinhos O Peru de Natal e outros contos de Mário de Andrade quatro contos desse grande escritor modernista foram selecionados e abordam temas como relacionamentos, sonhos, ética e ciúme.

Entre a seleção proposta pela Editora do Brasil está "O Peru de Natal" e "Vestida de preto", ambos extraídos de “Contos novos”; "Será o Benedito!", publicado em um jornal da época; e "Caim, Caim e o resto" que foi extraído do livro “Os contos de Belazarte”.

No enredo do conto que dá nome ao título, conhecemos a história de Juca, personagem com os traços do autor, que está cansado de cultivar o luto pela morte de seu pai e resolve cometer um desatino no Natal, que assusta os familiares e principalmente a mãe, acostumada a se contentar com as migalhas do peru na ceia “Vestida de preto” traz as lembranças fortes do primeiro amor de Juca pela prima Maria.

Já em “Será o Benedito!”, o narrador traz as ironias da vida e do viver na visita à Fazenda Larga e no encontro com Benedito, um menino curioso e cheio de sonhos . E, para finalizar, “Caim, Caim e o resto”, apresenta a vida dos irmãos Aldo e Tino retratando o dia a dia na periferia de uma cidade grande nos anos de 1920, e as semelhanças com os dias atuais.

Francisco Vilachã, responsável por adaptar os contos em quadrinhos, comenta que havia lido apenas “O Peru de Natal” antes de fazer todas as releituras. “Devo confessar que na época não me causou grande impressão. Relendo hoje, achei simplesmente genial, assim como os demais ilustrados para essa edição”, declarou.

Vilachã detalha seu processo de criação. Primeiro começa lendo o conto e escolhe o que é mais relevante para adaptação. “Normalmente a parte descritiva é eliminada de cara. Nos diálogos e legendas procuro ser o mais fiel possível ao texto original. Depois de decupada as cenas em closes, plano geral e médio, trabalho a arte final com caneta e digitalizo os originais em alta definição”, descreve. As cores são todas aplicadas de forma digital.

O livro segue a proposta dessa coleção e traz ainda excertos e pequenos textos dos mais variados gêneros produzidos pelo autor, brindando os leitores com um apanhado sucinto da obra de Mário de Andrade, um ícone da literatura nacional, apontado como um dos maiores autores brasileiros de todos os tempos.


domingo, 29 de abril de 2018

Instituto Pró-Livro comemora um ano de sua plataforma que mapeia ações de Promoção da Leitura

Ferramenta colaborativa, a Plataforma Pró-Livro já recebeu mais de 300 projetos

Com a expectativa de possibilitar o mapeamento das ações de promoção da leitura e formação leitora desenvolvidas em todo o país, o Instituto Pró-Livro oferece, há um ano, uma ferramenta digital, que, tem também por objetivo, valorizar, divulgar e possibilitar o acesso e o intercâmbio de experiências, estudos e ideias sobre o tema. 

De acordo com o presidente do Instituto Pró-Livro, Luís Antônio Torelli, os números mostram que, apesar do pouco tempo no ar, a plataforma está no caminho certo. Entre agosto do ano passado e março deste ano, foram 44 mil visualizações e 18 mil usuários.

Nesse ambiente digital, que tem como proposta a construção colaborativa, OSCs (Organizações da Sociedade Civil), Bibliotecas, Institutos e governos, já cadastraram cerca de 300 projetos, e estão possibilitando acesso a seus projetos, experiências, estudos/pesquisas e ideias sobre formação leitora e promoção da leitura e do acesso ao livro.

A Plataforma acolheu ainda as inscrições de projetos para duas edições do Prêmio IPL – Retratos da leitura. “Assim, damos conta de mais um objetivo: valorizar e divulgar os projetos finalistas e premiados. Muitos deles foram notícias na Plataforma e na Newsletter Pró-Livro”, destaca Torelli.


“Acredito que conseguimos criar uma ferramenta colaborativa que tem muito potencial para criar conexões e fomentar novas iniciativas. Nosso desafio, agora, é mobilizar todos aqueles que desenvolvem ações exitosas de promoção da leitura, pelo Brasil, a apresentarem seus projetos. Neste ano, nossa expectativa é a de aumentar as conexões para o intercâmbio e a difusão dessas experiências; oferecer curadoria para aqueles que buscam implantar ou qualificar seus projetos, além de dar maior visibilidade à essas ações. Torço para que investidores sociais descubram esse mapeamento como um repertório de boas práticas a serem patrocinadas”, finaliza Torelli.   

Sobre o Instituto Pró-Livro: 
O Instituto Pró-Livro (IPL - http://prolivro.org.br), criado em 2006 e mantido pelas entidades do livro – Abrelivros, CBL e SNEL, tem a missão de promover ações de fomento à leitura e, de transformar o Brasil em um país de leitores. Realiza periodicamente a pesquisa Retratos da Leitura do Brasil, maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, para avaliar impactos, orientar políticas públicas do livro e da leitura, promover a reflexão e estudos sobre os hábitos de leitura do brasileiro e, desta forma, melhorar os indicadores de leitura e o acesso ao livro.

Também é responsável pelo Prêmio IPL - Retratos da Leitura, que tem como objetivo reconhecer e homenagear organizações que desenvolvem práticas de incentivo à leitura e, deste modo, promover e difundir experiências para que ganhem amplitude e investimentos, orientem políticas públicas e inspirem outras iniciativas pelo Brasil. Estas ações foram todas mapeadas através da Plataforma Pró-Livro (www.plataformaprolivro.org.br) que reúne informações destas práticas ao redor do país e, incentiva a troca de experiências.  

sábado, 21 de abril de 2018

Contexto traz ao Brasil livro sobre extermínio de padres em campo de concentração nazista


“O Pavilhão dos padres” chega em maio com histórias sobre Dachau, considerado maior cemitério de religiosos do mundo

O nazismo foi responsável pelo extermínio de milhões de pessoas na Europa, com especial perseguição aos judeus, ao longo da Segunda Guerra. Poucos sabem, porém, que o regime estendeu suas ondas de violência e mortes para o clero, deflagrando horror e assassinatos entre os religiosos. Entre 1938 e 1945, dos 2.579 sacerdotes enviados ao campo de Dachau, 1.034 foram assassinados.

O primeiro campo de concentração nazista, localizado no coração da Baviera, foi inaugurado em março de 1933, apenas 51 dias após Adolf Hitler se tornar chanceler alemão. Mas recebeu os primeiros sacerdotes, seminaristas e monges católicos cinco anos depois, em 1938. É tido como o maior cemitério de padres do mundo e abrigou a primeira ordenação de um sacerdote católico em um campo de concentração. Essas e outras histórias são narradas no livro O Pavilhão dos Padres - Dachau, 1938-1945, do jornalista francês Guillaume Zeller que chega em maio às livrarias brasileiras.

A obra traz diversas histórias individuais chocantes e episódios heroicos vividos pelos religiosos em Dachau. Além dos percursos pessoais, o livro lança nova luz sobre o sistema hitlerista dos campos de concentração e aborda a fé e o comprometimento espiritual, que ultrapassaram as trajetórias pessoais desses religiosos.

Entre as diversas histórias retratadas, O Pavilhão dos Padres conta a saga dos irmãos sacerdotes Pawel, Alois e Boleslaw Prabu. Após o exército do Terceiro Reich vencer a Polônia, os religiosos são presos pelos nazistas e levados para o campo de concentração de Oranienburg-Sachsenhausen, no Norte de Berlim. Um ano depois, são transferidos para Dachau e estão entre os milhares de religiosos mortos e torturados no local durante a Segunda Guerra.

Guillaume Zeller
Resgatar essa história singular permite oferecer respostas e traçar paralelos entre as tragédias que acometeram os leigos e os fatos ocorridos com esses padres. Quais foram, afinal, as reais motivações dessas perseguições: ideológicas ou políticas?

Sobre o autor
O jornalista francês Guillaume Zeller é formado em História e Comunicação pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, o Sciences Po. É diretor no Canal+, rede de televisão francesa, e foi diretor na iTélé, também emissora de televisão da França. Foi ainda redator-chefe na DirectMatin.fr.

Nova Fronteira lança edição especial do mundialmente consagrado romance infanto-juvenil “Poliana”


Um dos romances mais traduzidos e adaptados do século XX, Poliana é um clássico da literatura e ganha uma edição especial da Nova Fronteira. Publicado originalmente em 1913, o livro de Eleanor H. Porter foi adaptado também para o cinema e até mesmo para a televisão brasileira, em 1956, pela Rede Tupi, tornando-se a primeira telenovela voltada ao público infanto-juvenil do país. Em maio de 2018, o SBT estreia sua própria versão da obra, chamada As aventuras de Poliana e protagonizada pela jovem atriz Sophia Valverde.

Nascida nos Estados Unidos em 1868, Eleanor H. Porter começou sua carreira literária em 1900 com um conto e, no ano seguinte, passou a escrever em tempo integral, publicando mais de 200 contos em revistas femininas sob o pseudônimo Eleanor Stewart. Sua primeira novela, Correntes cruzadas, foi publicada em 1907, com grande sucesso. Seus romances também alcançaram êxito, mas ne­nhum deles conseguiu despertar tanta atenção em todo o mundo como Poliana, que vendeu mais de um milhão de exemplares na época em que foi lançado.

Na história, Poliana, que já era órfã de mãe, perde o pai aos 11 anos e vai morar com a sua amarga e rica tia Paulina na pequena cidade de Beldingsville, mas nunca se deixa abater pela frieza e pela severidade com que foi recebida. A convivência, que parece impossível em um primeiro momento, transforma a vida das duas, e a menina conquista o coração de todos ao redor.

Em seu novo lar, Poliana ensina às pessoas uma brincadeira que aprendeu com seu pai, o “jogo do contente”, que consiste em tirar algo de positivo de todas as situações, mesmo das mais complicadas e desagradáveis. O livro passa para os leitores a mensagem de que as coisas sempre podem ser melhores, tudo depende da maneira como as olhamos.

Com capa almofadada e ilustrações vibrantes, a edição da Nova Fronteira conta ainda com o depoimento encantador de Sophia Valverde sobre a personagem. Uma obra perfeita para quem já ama a pequena e otimista Poliana e para quem ainda não a conhece e com certeza vai se apaixonar pela história.

Coleção "Onde está?" apresenta duas das maiores referências da música do século XX


Livros-passatempo desafiam o público a encontrar Elvis Presley e a banda The Beatles

​A pergunta "Onde está Wally?" fez a alegria de crianças e adultos no final da década de 1980. Criada pelo ilustrador inglês Martin Handford, a série se tornou uma febre mundial e ainda influencia publicações em todo o planeta. Nela, um garoto de gorro, óculos redondos e blusa listrada desafiava o leitor a encontrá-lo na praia, no Império Romano ou na cidade, sempre camuflado em meio a objetos e personagens.

Inspirada na obra de Handford, a coleção Onde está?, lançamento da editora Ciranda Cultural, estimula o jovem leitor a encontrar as maiores lendas da música do século XX, Elvis Presley e os meninos de Liverpool, The Beatles, em cenários paradisíacos, divertidos e históricos.

Em cada livro o público se depara com ilustrações que ocupam duas páginas inteiras, nas quais em algum lugar estão Elvis, John, Ringo, Paul e George. Cada obra trata-se de um jogo que também proporciona um exercício prático de atenção visual.

Para os adultos, a coleção é uma forma de relembrar a infância, e para os jovens leitores, um modo de promover o contato com os livros, com a cultura musical, além de estimular a concentração.

Onde está a banda The Beatles?, coloca os meninos de Liverpool escondidos no meio de uma multidão em locais como o Cavern Club, bar londrino em que grupo tocou pela primeira vez em 1961; na Abbey Road, rua do estúdio que leva o mesmo nome e famoso no mundo todo por ter sido utilizado pelo grupo para a gravação, ao vivo, da canção All You Need Is Love;  na plateia do programa "The Ed Sullivan Show" que ganhou fama e importância para a cultura mundial por ser o responsável pela primeira apresentação da banda nos Estados Unidos, em fevereiro de 1964. O livro ainda coloca George, Paul, John e Ringo em um imenso e bagunçado retiro indiano, no aeroporto JFK, em Nova Iorque, em um show no topo de um edifício, entre outros lugares e situações. O leitor também poderá procurar em todos os cenários personagens como David Bowie, Bob Dylan, Eric Clapton Yoko Ono, Linda McCartney, George Martin etc.

Já Onde está o Elvis? esconde o rei do rock em Graceland, sua mansão, que hoje é alvo da visitação de milhares de pessoas de todo o mundo; no Alladin Hotel, local de seu casamento com Priscilla Presley, em maio de 1967; em Honolulu, Havaí, locação de um dos mais famosos filmes de Elvis, Feitiço Havaiano. O livro ainda instiga o público a procurar o rei do rock  em Las Vegas, numa prisão, em um quartel do exército e em um divertido barco abarrotado de belas garotas, rapazes, paparazzis e artistas. O leitor ainda poderá procurar celebridades como Marilyn Monroe, Johnny Cash, Frank Sinatra, BB King entre outros.

Os livros não se esgotam no aspecto lúdico, uma vez que estimulam também a pesquisa e o conhecimento. Cada obra retrata a cultura que permeou os anos de 1960 e 1970 e possuem sucessões de extraordinárias aventuras!

Coleção “A cidade da gente”, de livros infanto-juvenis, aborda o patrimônio e a história de pequenas e médias cidades brasileiras


O desenvolvimento dos livros envolve alunos da rede pública e eles são destinados ao uso escolar

Balsas, no Maranhão. Campo Verde, em Mato Grosso. Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul. Paracatu, Araxá e Congonhas do Campo, em Minas. São José dos Campos, Taubaté e Pindamonhangaba, em São Paulo. Pinheiral, no Rio de Janeiro. Essas cidades têm em comum terem seus patrimônios materiais e imateriais abordados na coleção A cidade da gente.

Idealizado pela Editora Olhares, com autoria do escritor mineiro José Santos e ilustrações de Nara Isolda, o projeto já publicou livros sobre sete cidades de quatro regiões brasileiras. Mais três serão lançados ainda em 2018. Cada um deles conta a história de um município brasileiro e o roteiro surge a partir da interação entre professores e alunos da rede municipal de ensino. Eles são incentivados a dissertar sobre os patrimônios de seus municípios e tornam-se guias do escritor na cidade. Assim, viram protagonistas de suas próprias histórias quando o livro toma forma.

Com preocupação didática, o projeto tem o objetivo de apoiar a perpetuação e a disseminação da história das cidades abordadas e ampliar as noções das crianças locais sobre sua identidade e sobre o pertencimento à cidade e à região onde vivem, além de valorizar lugares importantes da memória coletiva da cidade.

Os livros da coleção se tornam importantes referências locais de conhecimento e têm sua tiragem distribuída gratuitamente para as escolas da rede pública da cidade, para que sejam utilizados pelas turmas ano a ano, apoiando as atividades didáticas em temas diversos. Sua contribuição local tem sido amplamente reconhecida por autoridades e professores locais.

Produzidos com recursos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, os livros da coleção têm gestão cultural da Doble Cultura e já contaram com patrocínio de Monsanto, CBMM, Novelis e MRS. O projeto também pode acontecer em outras. Os interessados devem entrar em contato através do e-mail apoie@acidadedagente.com.br ou do telefone (11) 2924-1744.

Sobre a olhares
Em um catálogo heterogêneo, os títulos da Olhares têm em comum a proposta de estruturar o conteúdo junto com os autores, o pensamento editorial e de design entrelaçados, a articulação entre textos e imagens para a construção de uma narrativa comum. Trata de temas da cultura brasileira, em especial nos campos da arte, da história, da fotografia, da arquitetura e do design. Além de títulos relevantes nesses segmentos, a editora conquistou prêmios como o Jabuti e o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira.

Sobre o autor
José Santos é mineiro de Santana do Deserto. Vencedor do Prêmio Jabuti de livro infantil em 2016, tem 27 livros para crianças e jovens publicados, atingindo uma tiragem de 350 mil exemplares. Já teve quatro de seus títulos selecionados para o catálogo da Bologna Children’s Books Fair. E cinco de seus livros foram escolhidos pelo Ministério da Educação para fazer parte do PNBE – Programa Nacional Biblioteca na Escola. Seus projetos foram feitos em parceria com importantes ilustradores como Alcy, Laurabeatriz, Girotto, Guazzelli, Jô Oliveira, Maurício de Sousa e Eliardo França.











quinta-feira, 19 de abril de 2018

André Barroso relança livro em noite de autógrafos em Niterói


O bom filho não nega suas origens. Depois de lançar seu mais novo livro, Codinome: Boto – Biu Olho Azul e outras histórias, no Rio de Janeiro, o cartunista niteroiense André Barroso recebe os amigos e leitores em sua cidade natal no próximo dia 25 (quarta-feira), para uma noite de autógrafos e bate-papo.

O relançamento da obra em Niterói será na Conexões Coworking, na Rua Luiz Leopoldo Fernandes Pinheiro, 521/805, no Centro, a partir das 18h. Interessados podem reservar o livro pelo e-mail andrelbarroso@yahoo.com.br para recebê-lo das mãos do autor. O selo é da Editora DataCoop, com encadernação em brochura, ao custo de R$ 40,00.

Animal da fauna brasileira cercado de mitos no Norte do país, o boto retratado no livro é um herói anônimo que ajuda a polícia a capturar bandidos. Uma nova roupagem à lenda do animal que se transforma em homem para engravidar as moças. Em uma ilha fictícia no interior do Estado do Rio, ele, o boto, ajuda a caçar um perigoso traficante e a desbaratar sua quadrilha.

O livro é uma compilação de histórias em quadrinhos publicadas nos grandes diários brasileiros e internacionais. O boto é o protagonista tanto da história principal quanto das tiras de humor. Material com muito humor para jovens e adultos. Prefácio do colunista do Estadão e atual presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro.

Sobre o autor
André Barroso
André Barroso é artista multimídia: artista plástico, cartunista e músico. Começou cedo, aos 10 anos, quando estudava no tradicional Centro Educacional de Niterói e fez na escola um jornal em que divulgava seus quadrinhos. Não parou mais. Quando entrou para a faculdade de Arquitetura da UFRJ, passou colaborar com várias publicações da cidade e depois trabalhou para vários jornais do país, em revistas e até na TV. Ganhou prêmios no Brasil e no exterior.


Em Niterói, onde continua morando, é de sua autoria um dos painéis do muro na entrada do túnel Charitas-Cafubá. Sua obra, “Arqueologias dos afetos por Niterói”, foi uma das dez escolhidas em concurso da prefeitura para adornar o local. O traço de Barroso também foi um dos escolhidos recentemente para compor o livro em comemoração aos 85 anos de Ziraldo, um dos autores e cartunistas de maior destaque do Brasil, criador do personagem Menino Maluquinho.