quarta-feira, 6 de abril de 2016

Ipea lança livro sobre o panorama da reciclagem no Brasil

Catadores assinam artigos na publicação "Catadores de materiais recicláveis: um encontro nacional" 

Com o objetivo de discutir as políticas públicas relacionadas à reciclagem no país envolvendo a perspectiva dos próprios catadores, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) acaba de lançar o livro Catadores de Materiais Recicláveis: um encontro nacional.

Além dos autores e organizadoras da obra, que conta com 23 capítulos, haverá a participação de Douglas Moreira da Silva e Armando Octaviano Júnior, catadores de materiais recicláveis. Eles assinam artigos que discutem a gestão participativa em cooperativas, analisam a poluição e desafios ambientais e sociais, além de seus relatos sobre a experiência no encerramento de aterros e a capacitação dos trabalhadores.

O livro é dividido em três partes: a primeira com destaque para noção de identidade do próprio catador, de suas questões a partir de sua perspectiva como trabalhador. Envolvem ainda as questões de gênero e aquelas relacionadas à divisão sexual do trabalho. Já na segunda parte, o destaque é para o aspecto coletivo, com a discussão sobre organização, instituição e fortalecimento das cooperativas como forma de inclusão produtiva. A última parte do livro discorre sobre o desenvolvimento e os desafios para a tecnologia e inovação no processo produtivo de materiais recicláveis.

O lançamento aconteceu no dia 31 de março, na sede do Ipea em Brasília, e a solenidade contou com as presenças do Ipea, Jessé Souza, e o presidente do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi), Gilberto Carvalho.

Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada 

Fundação pública vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fornece suporte técnico e institucional às ações governamentais - possibilitando a formulação de inúmeras políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiro - e disponibiliza, para a sociedade, pesquisas e estudos realizados por seus técnicos.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Vem aí “DEUS OU NADA - Entrevista sobre a fé”, o novo livro do jornalista Nicolas Diat

O influente Cardeal Robert Sarah fala sobre a Igreja, os papas, Roma, o mundo moderno, a África, o Ocidente, a moral, a verdade, o mal e Deus

Nicolas Diat é autor do livro “O homem que não queria ser Papa”, sobre o pontificado do Papa Emérito Bento XVI


Edições Fons Sapientiae, selo editorial da Distribuidora Loyola, leva às livrarias a controversa obra DEUS OU NADA – Entrevista sobre a Fé, compilação de uma extensa entrevista que o cardeal guineense Robert Sarah concedeu ao jornalista e escritor francês Nicolas Diat. Neste livro estão expostos a essência do pensamento do cardeal africano, um extraordinário mestre espiritual, um grande homem por sua humildade, um sacerdote que diuturnamente fala de Deus, o Deus que ama.

Há quem diga que a vida do Cardeal Sarah é uma espécie de milagre, pois traz uma sucessão de acontecimentos, aparentemente impossíveis de serem realizados sem a intervenção dos céus. Seguramente ela está edificada sobre a rocha da fé, o combate pela verdade de Deus, a humildade, a simplicidade e a coragem.

Nascido num pequeno povoado do continente africano, em uma família humilde da etnia coniagui, que vivia em uma modesta casa de alvenaria próxima à capital da Guiné, deixou a casa dos pais aos onze anos para entrar no seminário menor, levando consigo apenas um tesouro, uma mala confeccionada pelo próprio pai.

O cardeal guineense Robert Sarah
Após ter sido ordenado sacerdote em um país carcomido por uma das mais sangrentas ditaduras da África, tornou-se, aos trinta anos, pelas mãos de Paulo VI, o mais jovem arcebispo do mundo e lutou com uma energia extraordinária para libertar o seu povo. João Paulo II o chamou ao Vaticano em 2001 para servir como Secretário para a Evangelização dos Povos, Bento XVI o sagrou cardeal em 2010, e Francisco o fez um de seus mais próximos colaboradores, nomeando-o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

Em DEUS OU NADA, o Cardeal Sarah fala sobre novos paradigmas da igreja que, por sua orientação, deveria ouvir muito mais os católicos procedentes de culturas onde a fé ainda é incipiente e ouvir muito menos os que estão preocupados com os problemas particulares das Igrejas do Ocidente.

O jornalista e escritor francês Nicolas Diat
Questões como o drama de abusos sexuais do clero até as grandes teses do mundo pós-moderno, que vive como se Deus não existisse, estão entre os diferentes temas que nortearam a entrevista que resultou na obra. Entre suas páginas, ainda se alternam intensas discussões sobre política, permeadas com a história de vida do cardeal e da igreja em sua terra natal. À família é dedicado o capítulo intitulado "As pedras angulares e os falsos valores" com os desafios pastorais da defesa da sacralidade da vida, da natureza sacramental do matrimônio, da santidade da família. O cardeal finalmente declara que a sua preocupação "é mais devido à forma como alguns estados e organizações internacionais estão tentando impor em todos os sentidos, etapas, muitas vezes forçados, a filosofia destrutiva do gênero."
  
SERVIÇO
Título: DEUS OU NADA – Entrevista sobre a fé com Nicolas Diat
Autor: CARDEAL ROBERT SARAH  
Tradutores: J. Figueiredo e Eliane da Costa Nunes Brito
Editora: FONS SAPIENTIAE – selo editorial da Distribuidora Loyola
Páginas: 368
Valor: R$ 59,90
Público alvo: Professores e alunos de teologia e filosofia, religiosos, catequistas e interessados no assunto


O QUE DISSE O CARDEAL ROBERT SARAH

Em 2012, em Lyon, num discurso sobre os 50 anos do Concílio Vaticano II, o Cardeal Sarah disse: “Por vezes, o espírito do Concílio tem sido entendido de uma forma errada como, por exemplo, na tentação de se usar os critérios mundanos para entrar em diálogo com o mundo. Penso particularmente nos desvios litúrgicos, na redução da salvação a um messianismo passageiro, a uma compreensão da vida Cristã como uma espécie de compromisso humanitário, a uma fundamentação das ações sociais inspirada pela dialética e, portanto, perdendo a originalidade da mensagem Cristã.

“O Sínodo não tem qualquer poder doutrinal, mas apenas pastoral. Os bispos fazem discretamente algumas propostas ao papa. Trata-se de exortações. O cuidar de alguém é tarefa da pastoral, mas a composição do medicamento diz respeito à doutrina. Em última análise, é o Papa quem decide. A doutrina é o fundamento sem o qual a casa se desmorona”.

Quando Nicolás Diat lhe pede para “resumir” a eternidade em três palavras, o Cardeal respondeu com simplicidade: “a vida, o amor e a comunhão”.

Terroristas e ditadores, declarou o cardeal Sarah, “são filhos de Deus, criados à sua imagem e semelhança”. O corpo de Bin Laden não devia ter sido jogado ao mar. Até os tiranos mais sanguinários, caso sejam mortos, “devem ter seus cadáveres entregues às famílias para um sepultamento digno”. Segundo o cardeal, as reações brutais do Ocidente às agressões do fundamentalismo islâmico só contribuem para aumentar ainda mais o ódio.



                        O QUE DISSERAM SOBRE O CARDEAL SARAH

“Li o livro Deus ou nada com grande aproveitamento espiritual, alegria e gratidão. Seu testemunho sobre a Igreja na África que sofreu durante a época do marxismo e seu exemplo de uma vida espiritual vibrante, tem grande importância para a Igreja.
É extremamente importante e profundo quando expõe sobre a centralidade de Deus, a celebração da liturgia e a vida moral dos cristãos. Sua resposta corajosa para as abordagens de ‘teoria de gênero’, esclarece uma questão antropológica fundamental”.
Bento XVI, Papa Emérito

“Quem quiser entender as forças que moldam o futuro da Igreja, recomendo que leia este livro”.
John Allen, jornalista da CNN e vaticanista

“Cardeal Sarah mostra um profundo amor pelo Evangelho, o coração de um pastor para os pobres e uma visão clara dos desafios que a Igreja tem no mundo pós-moderno. Seu livro é um importante guia para a missão da nova evangelização”.
José H. Gomez, Arcebispo de Los Angeles


"O perfil de Robert Sarah, membro Curia com uma longa experiência servindo como pastor na África, é bastante tradicional. Como chefe do dicastério para adoração, é pouco provável que anuncie quaisquer inovações no campo litúrgico ".
Andrea Tornielli, vaticanista italiano

“O cardeal Sarah tem, além de ideias claras,  a capacidade de apresentá-las
de forma direta.”

Dom Murilo Krieger arcebispo primaz de Salvador, no prefácio

quinta-feira, 31 de março de 2016

Projeto “Leitura Digital, Leitura sem Fronteiras” incentiva em crianças e jovens o prazer da leitura em meios digitais


Iniciativa conta com patrocínio do Programa de fomento à cultura - Viva a Cultura!, da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura

Há quem diga que a evolução tecnológica, os tablets e smartphones afastam os jovens da literatura e até mesmo do exercício da escrita de textos literários. Diante de um dispositivo móvel, o primeiro impulso é navegar por uma rede social ou algum site de vídeo/entretenimento – atividades que nem de longe despertam na turma em idade escolar algum estímulo de exploração para além daquele “quadrado virtual”.

Quando constatou esse abismo, Benita Prieto, que é contadora de histórias, especialista em Literatura Infantil, Juvenil e em Leitura, buscou ferramentas, estudou plataformas, aplicativos e hoje está à frente do projeto “Leitura digital, Leitura sem fronteiras”, iniciativa que conta com patrocínio do Programa de fomento à cultura - Viva a Cultura! da Prefeitura do Rio de Janeiro / Secretaria Municipal de Cultura e percorrerá as bibliotecas comunitárias do Lajão do Tabajaras,  Atelier das Palavras do Meninas e Mulheres do Morro da Mangueira, Biblioteca Wagner Vinício de Rio das Pedras e as Bibliotecas Parque da Rocinha, Manguinhos e Estadual, no período de 31 de março a 28 de abril, incentivando o prazer da leitura em meios digitais.

Benita Prieto e as crianças do projeto: prazer pela leitura
“A oficina estimula as múltiplas possibilidades de leitura e escrita de textos literários em dispositivos digitais com o uso de e-readers e tablets. Partindo da experiência de cada um com o mundo digital e com a leitura, vamos entender os novos suportes que a evolução tecnológica nos apresenta e assim desconstruir mitos e medos” explica Benita, idealizadora e coordenadora da ação. 

O projeto “Leitura digital, Leitura sem fronteiras” é voltado para crianças e jovens atendidos pelas bibliotecas comunitárias, além de mediadores de leitura que trabalhem em projetos sociais.  Durante o projeto, os participantes terão a oportunidade de vivenciar e aprender sobre literatura digital através de atividades como: dinâmicas, diferenças entre os diversos equipamentos digitais atuais, games literários e atividades de leitura e escrita usando os equipamentos digitais, entre outras.

Sobre Benita Prieto
Uma artista da palavra que estudou Engenharia Eletrônica, Teatro e fez especializações em Literatura Infantil e Juvenil e em Leitura: Teoria e Práticas. Trabalha como Contadora de Histórias do Grupo Morandubetá, desde 1991, com mais de 2000 apresentações por todo o Brasil e vários países. Formou mais de 20 grupos de contadores de histórias e agentes de leitura. Como Produtora Cultural criou feiras de livros, visitas guiadas a espaços culturais, espetáculos de narração de histórias, eventos de literatura, podendo destacar o Simpósio Internacional de Contadores de Histórias promovido pelo SESC Rio, desde 2002. Também é escritora. Dedica-se a promoção de leitura no meio digital desde 2011. Criadora do projeto Codex Clube (www.codexclube.com). Ganhou fomento da Prefeitura para as oficinas Leitura e Hiperleitura no mundo digital em 2015 e Leitura Digital, Leitura sem Fronteiras em 2016.


sexta-feira, 18 de março de 2016

Concurso Literário Infantil quer despertar sentimento de patriotismo nas crianças. Inscrições já estão abertas


"Brasil, gigante pela própria natureza" é tema da 4ª edição de Concurso Literário Infantil. Iniciativa busca também estimular a imaginação dos pequenos escritores


Sucesso entre crianças e escolas brasileiras, o IV Concurso Nacional Literário Infantil Espantaxim e o Castelinho Mágico já está com as inscrições abertas. O projeto criado pela escritora e musicista Dulce Auriemo em sua última edição, recebeu cerca de 2.000 redações e contou com a participação de mais de 70 escolas de 13 Estados brasileiros. A ação faz parte do Projeto Espantaxim que há 14 anos incentiva a literatura e estimula a criatividade e imaginação dos pequenos.

A edição 2016 do Concurso quer despertar no íntimo das crianças o sentido de Nação, de Pátria. Será a oportunidade para as crianças, de 7 a 12 anos de escolas públicas e privadas de todo o Brasil, expressarem o que pensam e sentem em relação ao País em que vivem por meio de redações e mensagens. Os trabalhos serão recebidos até o dia 31/05. O regulamento e todas as outras informações sobre a iniciativa podem ser acessados no site do projeto: www.espantaxim.com.br.

"Com o tema ‘Brasil, gigante pela própria natureza’, frase extraída do Hino Nacional Brasileiro, queremos provocar em nossos pequenos escritores o sentimento de patriotismo e de cidadania. Despertar o interesse pela beleza natural e riqueza cultural do nosso país, além de incentivar a literatura e a escrita. Pretendemos desviar um pouco a atenção das crianças desse momento crítico e negativo que estamos vivendo, para que procurem valorizar o  lado positivo do país", explica a autora e escritora Dulce Auriemo, idealizadora do Projeto.

De todo o material recebido serão selecionadas as obras que farão parte da "IV Antologia Espantaxim e o Castelinho Mágico", onde as crianças terão a oportunidade de ver o seu trabalho literário publicado em um livro muito especial com outros jovens escritores. Os autores das obras selecionadas também receberão três exemplares da Antologia.

Dentre os alunos selecionados, serão escolhidos os vencedores que ganharão o Troféu Espantaxim 2016, a coleção de obras do projeto e o boneco do personagem Espantaxim, líder da Turminha e querido pelas crianças. Além disso, as três Escolas, Instituições ou Associações que tiverem um maior número de alunos selecionados para compor a Antologia também serão premiadas.

Sobre o Projeto Espantaxim:
Criado em 2002 o Projeto Espantaxim já atingiu milhares de pessoas de todas as idades, por meio de apresentações em teatros, escolas, livrarias, bienais, feiras do livro, clubes, instituições, CEUs, ações solidárias, workshops, concursos  e shows beneficentes.

Com muitas canções, poesia, histórias e personagens, o objetivo do trabalho é despertar nas crianças, de maneira lúdica e atraente, o interesse pela literatura, a escrita e a leitura, pela música e o aprendizado musical, e pelas artes visuais. Assim como, incentivar a preservação da natureza e do meio ambiente, a prática de esportes, e a cultura da paz. A obra líteromusical infantil "Espantaxim e o Castelinho Mágico", dedicada especialmente às crianças, oferece uma contribuição de valor educativo e cultural à literatura musical infantil brasileira.

Mais recentemente, acompanhando a evolução da internet, houve o lançamento do Espantaxim Minimove. São mini vídeos em 2D que podem ser acessados no canal do Projeto no Youtube, www.youtube.com/espantaxim, e destacam os personagens do Castelinho Mágico transformados em TOY ART. Esses episódios trazem sempre uma mensagem divertida de amizade, desafio, brincadeiras e boas ações.


No site do projeto www.espantaxim.com.br é possível ter acesso a todo o histórico dos trabalhos já realizados, conhecer os personagens, canções, fotos, vídeos, jogos e atividades educativas, além da página especial dedicada aos educadores. Informações sobre o projeto também podem ser encontradas na fan page no facebook: Espantaxim Castelinho Mágico.

segunda-feira, 14 de março de 2016

sexta-feira, 11 de março de 2016

Livro ‘Atitude Muda Tudo’ chega ao público brasileiro


Obra publicada originalmente em Portugal, para todos os países de língua portuguesa

Em qualquer fase da vida, escolhas e consequências são inevitáveis, porém o tempo é uma variável sobre a qual se tem pouco controle e decisões precisam ser tomadas. Certas ou erradas, nunca se sabe no início, somente no final, quando não se pode mudar mais nada. Este é tema do livro A Atitude Muda Tudo, de autoria de Jerônimo Mendes, coach, escritor, palestrante e professor universitário na área de negócios.
                                                                            

Para chamar a atenção e estabelecer uma relação mais próxima com o leitor, o autor utiliza a técnica do Storytelling. Ao longo de 42 capítulos, o leitor é desafiado a tomar decisões e superar obstáculos junto com o protagonista da história.

Jerônimo aborda temas polêmicos que envolvem o universo de William, filho de Heitor Augusto Corrêa, empresário bem-sucedido do ramo de comércio e distribuição de alimentos. William mora em San Francisco (CA) e precisa voltar ao Brasil, depois da morte do seu pai, para dar andamento aos negócios da família, o que ele havia deixado de lado para se dedicar ao surf.

A partir deste ponto, o protagonista começa a se deparar com questões: como abrir mão do sonho de se tornar um campeão de surfe com um império para cuidar? Como deixar a mãe sozinha para conduzir um negócio que vai exigir dela o conhecimento que ela não tem? Como perdoar o pai e a si mesmo pelas acusações que os dois trocaram no último encontro, fruto do distanciamento ocorrido nos últimos quinze anos, desde que seu irmão gêmeo morreu? Como cuidar de um negócio para o qual ele não foi preparado?

A relação conflituosa com o pai desde que o irmão gêmeo morreu se tornou ainda mais acirrada a partir do momento em que Wiliam mudou-se para os Estados Unidos para um intercâmbio rápido e foi parar na Califórnia, onde se apaixonou pelo surfe e não quis retornar ao Brasil para ajuda-lo na administração do negócio.

William resiste ao máximo aos apelos da mãe para que abandone o surfe e volte ao Brasil, a fim de ajudá-la na difícil missão de recuperar a empresa, cuja situação financeira está abalada em razão das operações escusas do pai.

Diante disso, uma sucessão de objetivos, obstáculos, desafios, dilemas, reflexões e decisões levam o protagonista ao limite da sua rebeldia e, consequentemente, a um doloroso processo de autoconhecimento, experimentação e amadurecimento até se convencer de que sua missão é, de fato, recuperar a empresa. “Essa história vai prender a atenção do leitor do início ao fim. Trata-se de uma incrível mensagem sobre o verdadeiro equilíbrio entre escolhas e consequências”, revela Jerônimo.

Apaixonado por desenvolvimento de pessoas e empreendedorismo, o autor garante que o leitor vai torcer, vibrar e se emocionar com a saga de William, um jovem brasileiro dividido entre a promissora carreira do surfe e a necessidade imperiosa de assumir o lugar do pai no comando da maior empresa familiar do sul do país.

O livro está disponível nas livrarias Cultura, Saraiva e pelo portal da editora Chiado. É possível também ler a versão online em forma de e-book, através do site da Amazon Brasil, o qual vem se mantendo entre os mais vendidos desde o lançamento.


SOBRE O AUTOR
Jerônimo Mendes é Administrador, Coach, Escritor e Palestrante. Graduado em Administração de Empresas, Pós-graduado em Logística Empresarial, Mestre em Organizações e Desenvolvimento Local. Sólida formação em Processo de Coaching (Executive e Life Coaching) pelo ICI – Integrated Coaching Institute. Mais de 35 anos de experiência em empresas como Klabin, Brahma, Texaco, Volvo, CSN e Consult. É professor universitário para módulos de Especialização e MBA em diversas Faculdades e Universidades do país.

Treinador in company para assuntos de execução e tomada de decisão, liderança, planejamento estratégico, relacionamento e interpessoal. Ministrou em torno de 300 palestras e treinamentos nos últimos cinco anos para líderes, gestores empresas de médio e grande porte e instituições de ensino no Brasil.

Publicou os seguintes livros: Oh, Mundo Cãoporativo (Qualitymark) O Encontro das Estrelas (Canção Nova), Benditas Muletas (Vozes, Brasil e Nueva Palavra, México), Manual do Empreendedor e Empreendedorismo para Jovens (Atlas).

Mais informações poderão ser obtidas pelo site:  www.jeronimomendes.com.br.

Novo livro de Alessandra Esteves apresenta um guia sobre vinhos e espumantes nacionais


Obra é resultado de parceria entre Alessandra e Renata Runge e faz parte do projeto Gastronômade; lançamento será no próximo dia 16, na Livraria da Vila, em São Paulo.

A advogada e escritora Alessandra Esteves, especialista em vinhos, está envolvida em mais um trabalho interessante, no qual apresenta um verdadeiro guia sobre os melhores vinhos e espumantes produzidos no Brasil. Alessandra é autora do livro Gastronômade Brasil – Vinhos e Espumantes, em parceria com Renata Runge, que escreve sobre gastronomia na publicação. 


O livro será lançado no próximo dia 16, com autógrafos e coquetel, na Livraria da Vila, no shopping JK Iguatemi (Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041), em São Paulo (SP), das 18h30 às 21h30. No coquetel, mais de 10 vinícolas nacionais de peso, como Chandon, Miolo e Cave Geisse, entre outras, apresentarão seus vinhos aos convidados.

Em 70 páginas do livro – de um total de 175 -, Alessandra avalia vinhos e espumantes de várias regiões brasileiras, incluindo novas áreas de produção, como o interior de São Paulo, o Rio Grande do Sul na fronteira com o Uruguai e até o Nordeste. Além disso, também harmoniza as bebidas com todas as receitas apresentadas na publicação.


Inspirado no conceito do famoso festival gastronômico norte-americano “Outstanding in the Field”, a proposta do Gastronômade é de ser um “restaurante sem paredes”, uma vitrine itinerante da sustentabilidade, conectando gastronomia de qualidade, gourmands e produtores locais. Com 48 edições já realizadas e quase 5.000 pessoas servidas, o grupo retorna em março a cinco estados do Brasil para mais uma rodada de eventos e aproveita a temporada para lançar o livro “Gastronômade Brasil – Vinhos e Espumantes”, um marco para comemorar o quinto ano do projeto no País e celebrar os prazeres de criar, preparar e desfrutar de boa comida. O livro teve o apoio da Tozzini Freire Advogados, através da Lei Rouanet.


SOBRE ALESSANDRA ESTEVES
Alessandra Esteves é autora também dos livros “Vinhos da Austrália” e “Vinhos da Itália”, é editora do site www.alessandraesteves.com e apresenta um podcast de vinhos gravado em português e atualizado semanalmente. Ela ainda lançou o aplicativo para smartphones “Dama do Vinho”, que reúne informações diversificadas para os amantes do vinho num mesmo lugar, como dicas de harmonização, notícias, vídeos e uma biblioteca com boas sugestões de livros sobre o assunto. Aos 38 anos, Alessandra Esteves é estudiosa do mundo do vinho há 11 anos. É certificada em vinhos e destilados pela escola inglesa Wine & Spirit Education Trust (WSET), a maior e mais renomada academia de vinhos, licores e destilados do mundo.

Conto infantil sobre respeito às diferenças culturais tem lançamento no Rio de Janeiro


A designer Elle Pei aborda o tema por meio das aventuras de uma ave migratória; obra reúne trilha sonora, livro de colorir, cartão-postal, adesivos e ecobag, e é inspirada na trajetória da própria autora, que já visitou 30 países, fala 11 idiomas e no final de março fará residência artística no Japão

Com ilustrações autorais e uma viagem pelo universo das aves repleta de curiosidades, a designer Elle Pei lança no Rio de Janeiro o conto infantil E o Pequeno Grou Migrou, neste sábado (12), na Livraria Blooks, na Praia de Botafogo, das 15h às 18hs. Em seu primeiro livro, a autora busca mostrar, por meio das aventuras do carismático Grou, a importância do respeito às diferenças culturais.


A estória é um convite a descobertas.  Ave migratória, o Pequeno Grou parte para sua primeira jornada solo pelo mundo, com o objetivo de fugir do inverno severo que castiga anualmente a região em que vive com a família. Durante a viagem, ele cruza com oito espécies de aves (pelicanos, flamingos, pinguins, papagaios-do-mar, tucanos, corujas, beija-flores e queleas), até então desconhecidas por ele. Apesar dos costumes distintos dos novos amigos, o Pequeno Grou descobre que cada um é feliz a seu modo e que o respeito às diferenças culturais é fundamental para a boa convivência.

O livro é inspirado na trajetória da própria autora, de 28 anos, que transita por várias culturas. Filha de imigrantes taiwaneses, ela tem rodado o mundo. Dos 30 países que já visitou, morou em Coventry (Inglaterra), Copenhague (Dinamarca), Taipei (Taiwan) e Istambul (Turquia), e fala 11 idiomas (mandarim, taiwanês, inglês, francês, japonês, turco, alemão, italiano, espanhol e coreano, além do português). No final de março, ela embarca para mais uma viagem, desta vez para o Japão, onde fará residência artística.

Suas vivências multiculturais a fizeram perceber cedo a importância do respeito às diferenças de costumes nas relações interpessoais. Por entender que esse respeito deve ser ensinado a toda criança desde os primeiros anos de vida, ela optou por uma obra dirigida ao público infantil.

Designer de produtos, Elle Pei também faz sua estreia como ilustradora em “E o Pequeno Grou Migrou”, que sai pela Editora Atitude Terra (www.atitudeterra.com.br). Para produzir os personagens, ela desenvolveu uma técnica própria, utilizando como base folhas de jornal, pastel oleoso e um mix de colagem manual e digital.

Além do livro, Elle criou várias peças para acompanhá-lo, em formato de kit. Faz parte do projeto uma trilha sonora, que permite a criançada conhecer a sonoridade do ambiente de cada uma das aves; um livro de colorir, com informações e curiosidades sobre as oito espécies; cartão-postal; adesivos; lápis de colorir e uma ecobag.

Grou é uma ave em extinção, com apenas 14 espécies no mundo todo e pouco conhecida na América do Sul. É encontrada na Ásia, Europa, África, Austrália e América do Norte.  Para sua obra, Elle escolheu o Grou do Japão (tsuru em japonês). No arquipélago, está presente em Hokkaido, região fria localizada ao norte do país.
Após o lançamento, Elle planeja novos voos para o Pequeno Grou. O próximo passo será a tradução do livro para cinco idiomas: inglês, japonês, turco, alemão e mandarim.

Agenda - Lançamento
Livro infantil: "E o Pequeno Grou Migrou", de Elle Pei
Data: 12 de março
Local: Blooks Livraria - Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema)
Tel. 2559-8776

Horário: 15hs às 18hs

quarta-feira, 9 de março de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

Vendas de livros em janeiro deste ano crescem 15% em comparação ao mesmo período de 2015

Número está no 1º Painel das Vendas de Livros do ano. Relatório apresentado pela Nielsen e pelo SNEL aponta ainda que preço médio do livro cresceu 14,16%, puxado pela alta nas vendas de livros importa

O primeiro Painel das Vendas de Livros de 2016 abre o ano com um número positivo. Em comparação a 2015, o Período 1 apresenta um crescimento do faturamento de 14,9%. O resultado é reflexo das vendas em volume estáveis (0,65%) – realizadas em um intervalo menor entre a semana do carnaval e a volta às aulas – e do preço médio do livro, que cresce 14,16% enquanto o desconto médio tem uma queda de 1,82 p.p., movimentos característicos da época.


Esses são alguns dos dados contidos no 1º Painel das Vendas de Livros do Brasil em 2016, apresentados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Nielsen. Os números têm como base o resultado de Nielsen BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados.

“A conjunção de fatores envolvendo ajuste de preço de títulos e as datas móveis que geram concentração de vendas de didáticos/CTPs trazem um início de ano com números vistosos. É importante aguardar o próximo período de vendas para avaliar se isto é uma tendência ou resultado da antecipação das compras”, comenta Ismael Borges, gestor do Bookscan para o Brasil.


Na projeção de vendas das editoras, a variação de faturamento é de 12,43%. “O crescimento do faturamento e do preço médio está totalmente ligado às vendas de livros didáticos e técnicos, cuja participação no total cresceu 7 pontos percentuais no primeiro período. Analisando as categorias separadamente, a única que alcança o índice de inflação são os livros educacionais”, explica Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.