Uma
das pioneiras em eventos literários, a festa do livro das editoras
independentes acontece de hoje (3) até domingo (6), nos Jardins do Museu da
República, no Catete, e terá como tema ‘Bibliodiversidade - encontro cultural e
transformador’
A Primavera Literária do Rio de Janeiro,
promovida pela Liga Brasileira de Editoras (Libre), completa 15 anos e reafirma
o compromisso assumido com os leitores em 2001, em sua primeira edição, de
tratar o livro como um bem cultural e não apenas um objeto comercial.
A
festa do livro das editoras independentes será de hoje (3) a domingo (6), nos
Jardins do Museu da República, no Catete, com a participação de mais de 100
editoras de todo o País, programação para todas as idades e várias novidades. A
entrada e a participação nos eventos são gratuitos.
Consolidada
como um dos mais importantes eventos literários do Rio, a Primavera Literária
propõe nesta edição uma reflexão sobre a bibliodiversidade, a pluralidade
cultural aplicada ao livro — de vozes, temas, títulos, culturas, editoras,
autores e ilustradores. O tema ‘Bibliodiversidade - encontro cultural e
transformador’ coloca em evidência o direito do leitor à diversidade no
universo do livro.
A
Primavera Literária terá mais de 15 mil títulos à venda, com até 50% de desconto.
Na programação estão lançamentos de livro, encontros com escritores, debates,
atividades para jovens, brincadeiras e manhãs de autógrafo para crianças, muita
poesia e uma praça de alimentação, entre outros.
SERVIÇO
15ª PRIMAVERA LITERÁRIA – Rio de Janeiro
Tema: "Bibliodiversidade - encontro
cultural e transformador"
Festa literária com a participação de mais
de 100 editoras, cerca de 15 mil títulos e até 50% de desconto nas vendas.
Programação: Lançamentos de livros,
encontros com escritores, debates, atividades para jovens, brincadeiras e
manhãs de autógrafo para crianças, muita poesia e praça de alimentação, entre
outros.
Promoção: Liga Brasileira de Editoras
(Libre)
Data: 3 a 6 de dezembro 2015
Horário: 10 às 21h
Museu da República – Rua do Catete, 153 -
Catete – Rio de Janeiro – tel. 2127-0324
Para
todas as idades
A entrada e a participação nos eventos são
gratuitas
Acesso: Estacionamento no local / Metrô:
Estação Catete / linhas de ônibus (Zona Sul, Zona Norte e Niterói).
Patrocínio: BNDES e Secretaria Municipal de
Cultura do Rio de Janeiro
Apoio: Ministério da Cultura, Secretaria
Municipal de Educação do Rio de Janeiro, Aliança Internacional dos Editores
Independentes, Museu da República, Institut Français e Metrô Rio.
Os jornalistas Aloy Jupiara e Chico Otavio lançaram,
na noite do dia 30, em concorrida sessão de autógrafos na Livraria Travessa de
Botafogo, o livro-reportagem Os porões da contravenção - Jogo do bicho e ditadura militar: a história da aliança que profissionalizou o crime organizado, que revela a histórica e macabra sociedade entre jogo do bicho e ditadura militar.
Jornalistas
lançam livro que mostra a ligação do jogo do bicho com a Ditadura Militar
Os jornalistas Aloy Jupiara e Chico Otavio lançaram,
na noite do dia 30, em concorrida sessão de autógrafos na Livraria Travessa de
Botafogo, o livro-reportagem Os porões da contravenção - Jogo do bicho e ditadura militar: a história da aliança que profissionalizou o crime organizado, que revela a histórica e macabra sociedade entre jogo do bicho e ditadura militar.
Seus personagens principais, Anísio, o
“papai” da Beija-Flor, Castor de Andrade, o benfeitor da Mocidade Independente,
e Capitão Guimarães, militar e torturador dos calabouços da ditadura, cresceram
e apareceram (não sem muito sangue) no ambiente terrivelmente favorável dessa
parceria.
![]() |
| Chico Otavio e Aloy Jupiara |
Nesta obra, Aloy Jupiara e Chico Otavio recriam
a fauna de terror em que os bicheiros foram buscar os braços que lhes
garantiriam segurança, território e organização. E vão muito além de escancarar
– o que por si só já representaria um marco jornalístico – as manobras por meio
das quais o regime não apenas protegeu, mas permitiu e mesmo estimulou, o
desenvolvimento sustentável do crime organizado no Rio de Janeiro e, logo, no
Brasil.
Sem que seja seu
objetivo, esta obra-prima do jornalismo deixa no ar, por fim, muitos elementos
a quem quiser responder a seguinte questão: por que as únicas outras atividades
criminosas liberadas nas favelas comandadas pelo narcotráfico são o jogo do
bicho e as máquinas caça-níquel?
Confira abaixo alguns momentos da sessão de autógrafos (Fotos: Divulgação):

















































