sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Foi um sucesso a festa de lançamento do livro sobre os 21 anos de história do AfroReggae



Obra tem fotos de JR Duran e textos de Zuenir Ventura, Mauro Ventura e Ricardo Guimarães

Cerca de 300 pessoas participaram da festa de lançamento do livro em comemoração aos 21 anos do Grupo Cultural AfroReggae, realizada na noite da última terça-feira (16), na cobertura do Museu de Arte do Rio - MAR, na Praça Mauá. A obra, autografada por José Junior, fundador e coordenador do AfroReggae, foi distribuída para os convidados, entre os quais o prefeito Eduardo Paes, o juiz Siro Darlan e a atriz Cissa Guimarães.


O livro conta com fotos de JR Duran, que fez o registro de pessoas que participaram da história da ONG nos últimos 21 anos. Os ensaios foram realizados na sede do AfroReggae, na Lapa, no Cantagalo, no Complexo do Alemão e em Vigário Geral. A obra também conta com textos dos jornalistas Zuenir Ventura e Mauro Ventura e do fundador da Thymus Branding, Ricardo Guimarães.

Patrocinado pelo Santander, o livro não será comercializado e é dedicado a Don Emilio Botín, grande incentivador da trajetória do AfroReggae. Durante o lançamento, os convidados puderam assistir apresentações da Orquestra AfroReggae e do Makala Música & Dança.

Confira abaixo alguns registros da festa feitos pelo fotógrafo Carlos Fofinho e gentilmente cedida ao Blog de Incentivo à Leitura.
 
 









 






























 


























quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Livro que analisa a publicidade antes e depois do computador será lançado nesta quarta-feira (17)



A jornalista Cristina Carvalho e o publicitário Edson Scorcelli lançam hoje (17) o livro Publicidade AC/DC (Antes e Depois do Computador), que reúne entrevistas, casos e curiosidades narrados por quem viveu esse marco divisório da profissão, tem o selo da editora Sinergia. Com entrevistas e depoimentos em primeira pessoa, o texto trata das mudanças que ocorreram com a informatização das agências publicitárias.

A sessão de autógrafos acontecerá a partir das 19h, na Blooks Livraria (Praia de Botafogo, 316), em evento aberto ao público. O livro trata da revolução silenciosa, sem precedentes, ocorrida há vinte e poucos anos, e que trouxe completa mudança na estrutura e também no status do mercado publicitário.


A motivação deste livro foi mostrar, tanto para a nossa quanto para as gerações posteriores que trabalham ou pretendem trabalhar na área de comunicação, um registro do antes e do depois da chegada da computação e da internet ao mercado da propaganda e, por que não dizer, às nossas vidas. Os casos mostrados neste livro, às vezes curiosos, às vezes engraçados, de períodos AC e DC, são reais e foram pinçados da memória de um dos autores. A ordem dos fatos não é cronológica, para demonstrar que são flashes, lembranças de momentos da história pessoal de um profissional de criação. Mesmo os estudos de caso, sob o ponto de vista dos negócios, são tratados de maneira leve e coloquial.

Publicidade AC/DC (Antes e Depois do Computador) traz ainda depoimentos, sob a forma de entrevistas, de nomes representativos de diversas áreas da publicidade. Eles contam como ocorreu, na vida profissional, a passagem do trabalho analógico para o digital, e o que isto significou, em termos de conteúdo, para cada função exercida em uma agência, além de algumas reflexões acadêmicas dos que hoje se dedicam ao magistério. Para quem está chegando ao mercado, há também exemplos de trabalhos da época e quadros explicativos das principais atividades nas empresas de comunicação.

Os três estilos de texto – o testemunhal e estudo de casos, o jornalístico das entrevistas, o descritivo e ilustrado das atividades – se alternam e complementam no decorrer da narrativa. O livro tem memória para os saudosistas, e História descontraída para as novas gerações.

A obra é costurada por peças e ilustrações de profissionais como José Luiz Benício, mestre das ilustrações, que assinou mais de 300 cartazes de filmes, e teve também uma vasta produção na publicidade, como no anúncio abaixo, da Levi’s.

Lançamento:
Dia 17 de dezembro, 4ª feira, às 19h
Blooks Livraria, Espaço Itaú de Cinema
(Praia de Botafogo, 316)
*Estacionamento gEpark Praia de Botafogo, 348
Preço sugerido: R$ 25,00

domingo, 14 de dezembro de 2014

AfroReggae lança livro em comemoração aos seus 21 anos


Capa do livro

O livro em comemoração aos 21 anos do Grupo Cultural AfroReggae será lançado na próxima terça-feira, dia 16, no Museu de Arte do Rio - MAR , na Praça Mauá, 5, Centro. O fotógrafo JR Duran presenteou a ONG fotografando pessoas que fizeram parte desta história nos últimos 21 anos. Os ensaios foram realizados na sede do AfroReggae, na Lapa, no Cantagalo, no Complexo do Alemão e em Vigário Geral.
  
"Sou movido a desafios, e é por isso que foi impossível resistir a um convite feito por José Junior. A possibilidade de fotografar frente a um grupo tão grande e consistente de pessoas que lutam, diariamente, por suas vidas e pela dos outros, foi aproveitada até o último click.", disse Duran sobre o projeto.

Uma das fotos de FR Duran

A obra também conta com textos dos jornalistas Mauro Ventura e Zuenir Ventura e do fundador da Thymus Branding, Ricardo Guimãraes. O evento de lançamento do livro será aberto ao público, no MAR, a partir das 19h. O livro, patrocinado pelo Santander, não será comercializado, e é dedicado a Don Emilio Botín, grande incentivador da trajetória do AfroReggae.



Serviço:
Lançamento do livro de 21 anos do AfroReggae
Local: Museu de Arte do Rio - MAR, Praça Mauá, 5, Centro-RJ.
Data: 16/12
Horário: das 19h às 22h


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

"Circo de Pulgas", novo livro de Manto Costa, terá noite de autógrafos nesta quinta-feira (11/12), na Livraria Folha Seca



Acontece amanhã (11/12), a partir das 19h, na livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37), no Centro do Rio de Janeiro, o lançamento de Circo de Pulgas, novo livro do jornalista e escritor Manto Costa (pseudônimo de Marco Antonio Costa).  A obra, que tem o selo da Pallas Editora, foi uma das selecionadas pelo edital da Lei de Apoio à Cultura Negra.

O livro traz contos onde personagens surgem e ressurgem em histórias díspares, se cruzando num  Rio de Janeiro caótico, com suas vielas, praias, becos e favelas. As tramas de Circo de Pulgas surgiram em momentos distintos, mas que, ao serem reunidas, formaram uma antologia que nos remete a um mosaico único, podendo-se incluir os primeiros contos escritos pelo jovem Manto Costa (‘Treze Copos’ e ‘O círculo’).

Conduzido por uma personagem que ora nos lembra as desventuras dos heróis desvalidos da Beat Generation para logo depois nos remeter aos narradores clássicos, a obra nos fala da desordem, das alegrias, dos amores e do caos da vida de uma população que vive à margem do Rio de Janeiro dos cartões postais.

Circo de Pulgas foi beneficiado pelo edital de Apoio à Cultura Negra da Biblioteca Nacional e teve incentivo do Ministério da Cultura, em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir). 

Reproduzo abaixo a excelente matéria feita pela jornalista Maria Luisa Barros, publicada no jornal O DIA no último sábado (6), que sintetiza com maestria o que é este novo trabalho do amigo Marco Antonio Costa, ou melhor, Manto Costa.

Nova literatura afro-brasileira reconta parte da História e tem Rio como reduto

Escritor Manto Costa reune em ‘Circo de Pulgas’ contos que se passam em lugares como Sambódromo, Lapa e Pedra do Sal

Maria Luisa Barros
 
Rio - Pelas mãos de escritores negros, personagens anônimos da cidade, que vivem à margem dos cartões-postais, se tornam os protagonistas de histórias de dores e amores colhidas nas ruas, bares e becos do Rio de Janeiro. Representante do novo movimento literário afro-brasileiro, o jornalista e escritor Manto Costa reuniu no livro ‘Circo de Pulgas’ 12 contos que se passam em cenários emblemáticos como o Sambódromo, a Lapa, a Pedra do Sal, no Morro da Conceição, e a Praça 11, berço do samba carioca. 

Considerado um dos bons ficcionistas brasileiros da atualidade, Manto passeia por lugares com forte presença negra e importantes na história da escravidão no Brasil para brindar o leitor com narrativas tocantes sobre figuras como: Velho Aruanda, Zé Ruela, Pente Fino, Zé Menino, Dona Menininha e Perninha, entre tantos outros. Em meio a batucadas, botecos e terreiros, a sensação é de já ter esbarrado com esses personagens por aí, sem, no entanto, se ater às suas vivências. O que Manto faz com maestria.
 
 

Manto Costa reúne no livro ‘Circo de Pulgas’ 12 contos que se passam em cenários como o Sambódromo, a Lapa e a Pedra do Sal - Foto:  Maíra Coelho / Agência O Dia


 Não à toa, a obra, cujo lançamento será na próxima quinta-feira na Livraria Folha Seca, foi a primeira de um pacote de cinco autores negros, todos com larga bagagem, como Joel Rufino, Conceição Evaristo, Carlos Nobre, Nei Lopes e Cuti, a receber recursos federais para chegar aos leitores.

Na literatura criada por eles, a trajetória da negritude é contada pelos próprios negros. “É o resgate da história brasileira contada pela elite branca. O próprio Zumbi, durante muitos anos era retratado nos livros escolares como um negro fujão. Hoje sabe-se que o Quilombo de Palmares foi a primeiro movimento de independência do Brasil”, diz Manto. 

‘Circo de Pulgas’ (Pallas Editora, R$ 24) foi beneficiado pelo edital de Apoio à Cultura Negra da Biblioteca Nacional e teve incentivo do Ministério da Cultura em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir). Quase metade da produção será distribuída às bibliotecas públicas do país. “A questão do negro sempre foi tratada de forma velada. Esse despertar está só começando. Não vejo conflitos com o que já foi escrito. É uma nova versão dos fatos que veio para somar”, diz o escritor.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Maior biblioteca infantojuvenil do mundo seleciona “As cores da escravidão” para seu catálogo, o White Ravens 2014



Obra de Ieda de Oliveira pela Editora FTD fala sobre inocência roubada e sonhos frustrados
                            
A obra As cores da escravidão, de Ieda de Oliveira, foi uma das quatro escolhidas para representar o Brasil no catálogo White Ravens 2014, publicação anual da Internationale Jugendbibliothek – IJB, maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo, situada em Munique, na Alemanha. O catálogo reúne livros selecionados da produção mundial. 


“Eu vivencio isso como um prêmio. Estar em um catálogo que comporta os melhores livros publicados no mundo em 2013 me deixa extremamente feliz. O fato de esse livro ter conseguido sensibilizar a FNLIJ e a biblioteca de Munique com esse assunto tão intenso dá uma visibilidade para o autor, para o texto e para a temática.”, diz Ieda.  

Lançada em 2013, a obra  conta a história do garoto Tonho, que vive o sonho de uma vida melhor. Embalado pelas histórias da avó, ele convence seu amigo João a seguirem um gato (homem que recruta trabalhadores, servindo de intermediário entre o empreiteiro e o peão) que apareceu na cidade. A realidade encontrada pelos meninos é dura e triste, em uma história sobre inocência roubada, sonhos frustrados, infância escravizada. Mas também, de esperança, compaixão, amizade e amor. A obra recebeu este ano o Prêmio Altamente Recomendável da  Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil na Categoria Jovem.

A autora conta que a inspiração e o processo criativo da obra são provenientes de documentos do Ministério Público. O personagem principal foi extraído de um depoimento de um jovem que foi aprisionando em uma fazenda como escravo. Como a obra une realidade e ficção, foram necessários de 2 a 3 anos de pesquisa.

Escritora, compositora e pesquisadora, Ieda de Oliveira  tem dois filhos, dois netos e mais de 25 obras de literatura infantil e juvenil. Graduada em Letras – Português e Literatura pela UFRJ, tem especialização em Literatura Infantil e Juvenil pela mesma universidade e mestrado em Literatura Brasileira pela PUC-RJ, doutorado em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela USP e Pós-doutorado em Análise do Discurso na Universidade de Paris 13.

 SERVIÇO:
Informações técnicas – As cores da escravidão
Autor: Ieda de Oliveira
Ilustrador: Rogério Borges
Páginas: 96
Temas abordados: Amizade, Família, Trabalho escravo, Trabalho infantil
Tema transversal: Ética
Recomendação: a partir do 8o ano
Preço sugerido: R$ 36,60

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Editoras brasileiras participam da Feira do Livro de Guadalajara



A Feira Internacional do Livro de Guadalajara-FIL 2014, que teve início no último sábado e acontece até o próximo domingo (7/12), é a maior entre as nações hispano-americanas. São cerca de dois mil expositores, de mais de 40 países, e o número de visitantes esperados ultrapassa 750 mil.
 
Cerimônia de inauguração da 28ª Feira Internacional do Livro de Guadalajara (Cortesía FIL Guadalajara/Bernardo De Niz)
A participação brasileira foi organizada pelo Projeto Setorial Brazilian Publishers (BP), uma parceria entre a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). “O BP tem desempenhado um papel fundamental para o bom posicionamento das nossas editoras no cenário internacional, principalmente nas feiras”, afirma Karine Pansa, presidente da CBL. “Temos visto um interesse especial por nossas publicações científicas e acadêmicas, além de infantojuvenil e ficção”, destaca.

Karine Pansa, presidente da CBL
A influência e os resultados positivos do projeto Brazilian Publishers são notados também pelas principais editoras do mercado. “São fornecidas informações importantes e grande suporte para os associados. Temos essas experiências nas feiras internacionais das quais participamos: Bologna, Frankfurt e Guadalajara”, explica Ceciliany Alves Feitosa, diretora de Projetos Especiais, Paradidáticos e Literatura da Editora FTD.

A expectativa geral dos expositores é otimista já que a FIL oferece inúmeras oportunidades de negócios. “Nós participamos da Feira de Guadalajara desde 2001. Conseguimos boas parcerias nas edições anteriores”, afirma Áine Menassi, representante da Callis Editora.

Sobre a FIL

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara – FIL já está em sua 28ª edição, tendo sido fundada pela Universidad de Guadalajara. É realizada no Centro de Exposições da cidade e sempre conta com um país homenageado. Este ano, o convidado de honra é a Argentina. O Brasil também já recebeu esta láurea em 2011.

As editoras brasileiras presentes este ano são: Callis, FTD, Moderna, Girassol Brasil, Global, Grupo GEN, DSOP, HUB Editorial, Todolivro, Imeph, Edições Loyola, Oficina de Textos, Susan Bach Books, Melhoramentos, Viajante do Tempo e Companhia das Letras.