sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Jornalista Giane Gatti lança livro que facilita a vida de quem quer ser mais sustentável

 

Com informações relevantes, reflexões, histórias pessoais, dicas práticas e uma boa dose de humor, o livro MUDE OU MUDE-SE PARA MARTE - um empurrãozinho para uma vida com hábitos mais sustentáveis, da jornalista Giane Gatti, é ao mesmo tempo um guia para melhorarmos o mundo cotidianamente e um alerta de que o tempo está ficando curto para agirmos.

A mensagem é que dá sim para ter mais hábitos sustentáveis de uma maneira leve, sem complicação. Mas tudo começa entendendo nosso impacto negativo diário, ao verificarmos nossa maneira de viver e de consumir, e assim, fazer mudanças de uma forma simples e gradativa.

Giane Gatti afirma que “na correria da vida, entramos no modo piloto automático. Precisamos fazer escolhas mais conscientes ao nos reconectarmos com a nossa essência e com a natureza, da qual fazemos parte e somos dependentes de tudo para viver (sol, sombra, oxigênio, água, matérias-primas etc).”

Um dos capítulos de destaque é A revolução começa pela boca, que trata da alimentação, “porque é importante estar ciente de todo o processo: de onde vem o alimento que compro, como é produzido, como ele chega até mim (emissão de gases de efeito estufa no transporte e na fabricação), que tipo de embalagens têm, se elas serão recicladas”, explica a autora.

Giane Gatti aborda as três grandes crises que a humanidade já enfrenta: mudanças climáticas, perda de biodiversidade e a poluição. Além do problema do resíduo plástico, que já é considerado a quarta crise.


Giane Gatti 

Prefácio é de Bianca Ramoneda e ‘orelha’ de Cris Pàz (Cris Guerra)

O prefácio é de autoria da escritora, atriz e jornalista Bianca Ramoneda, que, durante muitos anos, esteve à frente dos programas Starte e Ofício em Cena na Globonews. Segundo Bianca, "Giane Gatti une em sua escrita três características primorosas e muito difíceis de se estruturarem em harmonia: uma quantidade robusta de informações e pesquisas sobre o tema; uma linguagem simples tratando de assuntos complexos e o coração aberto, exposto em sua fragilidade e grandeza."

Já a orelha do livro é da escritora e palestrante Cris Pàz (que antes assinava como Cris Guerra). Ela afirma que “Hugo Werneck, um dos primeiros ecologistas do Brasil, costumava dizer que ‘o homem só sabe ir, não sabe voltar’. Este livro é o mapa de como chegamos até aqui. E é com ele que vamos fazer o caminho de volta.”

Giane Gatti ainda dá dicas práticas e, de maneira divertida, cria cinco perfis e respectivas ações sustentáveis para o leitor avaliar em que nível ele se encontra.

No livro há dados como:

- “Na vida moderna, tocamos mais plástico do que em nossos entes queridos"; “cerca de 40% dos produtos plásticos se tornam lixo com menos de um mês”, segundo o Atlas do Plástico;

- “A produção de soja no Brasil ocupa uma área maior do que a Alemanha” e “a presença do agrotóxico malationa no feijão do Brasil é 400x maior do que a permitida na União Europeia (UE), e a quantidade de glifosato na água potável é 5 mil vezes maior aqui do que na EU”, de acordo com a Dra. Larissa Bombardi da USP;

- as bactérias correspondem a 13% da biomassa total do planeta, as plantas 82% e os seres humanos apenas 0,01%, segundo estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Sobre a autora: 
Giane Gatti é jornalista desde 1994. Trabalhou na Globonews, site G1, Globo.com, Rede Manchete e SBT. É palestrante e produtora de conteúdo em sustentabilidade e colunista da revista Plurale. Como produtora em projetos culturais de impacto socioambiental realizou a mostra Inspira Terra, do cineasta e fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand e as etapas brasileiras do projeto mundial Beyond Walls, do artista francês Saype. Pratica meditação Raja Yoga da Brahma Kumaris desde 2010 e esteve duas vezes na Índia aprimorando seus estudos.

Mude ou mude-se para Marte – um empurrãozinho para uma vida com hábitos mais sustentáveis
168 páginas
1ª edição, 2024
ISBN 978-65-980024-5-9
Editora Mireveja – selo Redemunho

Venda online no site:
https://www.editoramireveja.com/product-page/mude


Serviço:
Lançamento do livro Mude ou mude-se para Marte – um empurrãozinho para uma vida com hábitos mais sustentáveis de Giane Gatti
Data: 05 de setembro
Horário: Das 17h às 20h
Local: Magna Cozinha - rua Dona Mariana 81, em Botafogo.

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Trajetória de sucesso e solidão de um ex-camisa 10 da Seleção Brasileira de futebol

 

Em autobiografia, Paulo Silas Pereira revela intimidades e os bastidores da carreira no futebol até a consagração mundial

Paulo Silas do Prado Pereira, ou simplesmente Silas, como os fãs de futebol o conhecem, foi um dos grandes nomes do São Paulo Futebol Clube nos anos 1980 e, durante a Copa de 1990, herdou a camisa 10 da Seleção Brasileira que pertenceu a Zico. Com brilhantismo dentro e fora dos campos, Paulo Silas precisou se esforçar para provar o próprio valor e enfrentar muitos altos e baixos ao longo da carreira. Os bastidores dessa jornada de superação são contados na autobiografia Além do Sucesso: um em um milhão, publicada pela Editora Vida.


 

No livro, o profissional que pensou diversas vezes em desistir, mas amarrou as chuteiras e decidiu jogar até o fim em todas as partidas da vida, relata os momentos em que a fé e a coragem venceram o cansaço, a tristeza e a solidão. Os leitores também poderão conhecer detalhes da origem humilde em Campinas, os graves problemas de saúde na infância e a perda precoce da mãe, até a consagração mundial como referência no esporte.

 

Das fases de glória às dores emocionais, Silas relembra, ainda, as vezes em que teve que esperar como reserva dos times, as grandes disputas internacionais, quando venceu o prêmio Bola de Ouro da Adidas no Mundial Sub-20, e os 15 anos em que viveu em solo europeu para jogar em Portugal e Itália. Ainda, ele compartilha um dos dias mais dolorosos da própria carreira: quando soube que o pai morrera vítima de um AVC – enquanto Silas jogava fora do Brasil. 

 

A distância da família e dos amigos do Brasil tornavam as coisas mais difíceis [...] se em campo tudo transcorria muito bem, fora dele enfrentávamos as dificuldades de qualquer imigrante, em busca de nos sentirmos menos solitários e acolhidos numa terra estranha. Em Lisboa, encontramos uma Igreja do Nazareno, e por lá adotamos a rotina de congregar. Foi muito importante viver em um país de língua portuguesa e com uma comunidade cristã que já era nossa conhecida. Para mim, estar em uma igreja funciona como um braseiro que mantém a chama acesa dentro de nós cristãos — é onde você conversa, percebe as necessidades das pessoas, e elas percebem as suas.

(Além do sucesso: um em um milhão, p. 103)

 

Entre os desafios dessa trajetória, o autor destaca como a fé cristã o ajudou a superar todas as adversidades da carreira. O atleta também oferece reflexões sobre a importância de cuidar do corpo, da mente e do espírito, a fim de incentivar as pessoas a buscarem seus sonhos com o coração aberto para receber os planos de Deus. Dividido em três partes, o livro é uma retrospectiva sincera sobre como o meio-campista transcendeu as fronteiras dos gramados para se tornar um exemplo de perseverança, valores familiares e dedicação missionária.

 

Mais do que uma visão inspiradora sobre o que significa vencer, Além do Sucesso: um em um milhão revela os segredos de um pai, marido e membro ativo da comunidade cristã sobre como deixar um legado positivo pelos caminhos trilhados e alcançar um sentido mais profundo de realização e propósito.


Silas

Sobre o autor

Paulo Silas do Padro Pereira, ou simplesmente Silas, foi um dos grandes nomes do São Paulo Futebol Clube nos anos 1980. Durante a Copa de 1990, herdou a camisa 10 da Seleção Brasileira que pertenceu a Zico. Filho de Geny e Alberto, cresceu em uma família numerosa, de nove irmãos, entre eles Eli Carlos, jogador, técnico, dirigente, comentarista esportivo e grande inspiração de Silas e Paulo Pereira – irmão gêmeo e ex-jogador do FC do Porto, Benfica e Genova. 

Acompanhe o autor nas redes sociais: @silascoach

 

Sobre a editora

A Editora Vida oferece títulos nas áreas infantil, jovem, relacionamentos, espiritualidade, vida cristã, ficção, acadêmicos e bíblias. Com enfoque contemporâneo e respeito a obras clássicas, promove o crescimento espiritual do leitor. Com mais de 60 anos de destaque na publicação e venda de literatura cristã, também se firma como relevante distribuidora de Bíblias, em diversas versões, edições especiais e traduções inéditas.

segunda-feira, 29 de julho de 2024

Futebol feminino: livro resgata história de time pioneiro proibido de jogar no Brasil

 

Obra revisita as origens do Primavera Atlético Clube, forçado a fechar sob decreto do Governo Vargas, que baniu a presença de mulheres em campo por quase 40 anos

 

Em 1940, o futebol feminino se tornou uma verdadeira febre, que atraía torcedores e estava prestes a ganhar todo o país. Infelizmente, esse cenário próspero, que pode até soar fictício, recebeu um duro golpe com a decisão do Governo Vargas de proibir a participação de mulheres em esportes “incompatíveis com as condições de sua natureza".

 



Escrita pelo museólogo e pesquisador Auriel de Almeida e publicada pela Hanoi Editora, a obra Evas do Gramado resgata a trajetória do Primavera Atlético Clube, sediado no Rio de Janeiro, de sua fundadora Carlota Alves de Rezende e das craques Nicéa, Sally e Aída. Hoje praticamente desconhecidas, elas foram as responsáveis por comandar o time que se tornou o maior representante feminino da capital carioca, na época também capital nacional, antes do banimento.

 

Os impactos dessa proibição, que durou quase 40 anos e só foi derrubada em 1979, reverberam no esporte até hoje. Apesar da excelência das mulheres no futebol – a artilheira Marta, por exemplo, é recordista em títulos de melhor jogadora do mundo, e isso inclui os homens –, os investimentos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na seleção feminina seguem escassos, com queda de 40% em 2022, enquanto a masculina recebeu 45% a mais de apoio.

 

Os relatos de Evas do Gramado, no entanto, comprovam que o futebol feminino faz parte da tradição esportiva do país. Por meio de uma pesquisa documental minuciosa, o livro reconta a trajetória do clube de forma envolvente, desde seu surgimento e inúmeras partidas de sucesso, até a perseguição policial baseada em acusações infundadas e o encerramento forçado da equipe.

 

“Um pesadelo sem fim. Assim podia ser definido os dias que se seguiram à prisão de Carlota Alves de Rezende, com a ridícula acusação de lenocínio. O Primavera Atlético Clube havia sido fechado pela polícia e os demais clubes, com medo, evitavam a marcação de partidas. Era evidente que esta era só uma forma de constranger a prática de futebol feminino”.  (Evas do Gramado, p. 85)

 

O livro também aborda outras equipes femininas de sucesso da época, como o Sport Club Brasileiro, Cassino Realengo, Opposição e Independente. Empregando diálogos e descrições que transportam o leitor para dentro da história, o autor evidencia a importância de conhecer a fundo os triunfos e percalços dessas mulheres.

 

Ao ressaltar o legado das jogadoras no futebol e relembrar o potencial sufocado pelo Estado e pela falta de investimento das instituições reguladoras, Auriel de Almeida oferece aos leitores uma oportunidade única de se familiarizar com um fragmento menosprezado, porém crucial, da memória brasileira. Evas do Gramado, além de documentar um afronte às liberdades, se destaca como uma ode às pioneiras que abriram caminho para as gerações futuras de esportistas.

 

Auriel de Almeida


Sobre o autor

Nascido em Niterói, Auriel de Almeida é museólogo e designer, já tendo trabalhado no jornal Lance! Apaixonado pelos campeonatos antigos, seus clubes, escudos e uniformes, dedica-se à pesquisa desde os tempos de universitário, e tomou-se colaborador da RSSSF Brasil em 2008. Em 2011, deu início à carreira de escritor, tendo outros três livros publicados: “Passos do Campeão”, “Jogos Memoráveis do Botafogo” e “Camisas do Futebol Carioca”. Desde 2017, é coordenador editorial na Hanoi Editora.

 

Sobre a editora

Ideias fundamentais encontram elos que as sustentam através dos tempos. A Hanoi Editora, fundada em 2017, tem como missão fortalecer esses elos que promovem o encontro entre autores, livros e leitores. Com abordagem fundamentada no respeito, transparência e senso de pertencimento, oferece suporte a autores, sejam novos ou reconhecidos. Tem como visão proporcionar títulos de alto valor nas áreas de filosofia, artes, espiritualidade e desenvolvimento pessoal, promovendo a reflexão ativa em um mundo em constante transformação, impulsionando a humanidade a atingir seu potencial máximo.

sexta-feira, 12 de julho de 2024

“Guia para um jornalismo com perspectiva de gênero”, de Duda Moro, em pré-venda

 

“Quem me conhece sabe que era meu sonho publicar um livro. Por isso, tenho o prazer em anunciar a pré-venda da minha primeira publicação: Guia para um jornalismo com perspectiva de gênero”.

A declaração é da jornalista Eduarda Moro, mais conhecida como Duda Moro, ao anunciar, através de seu perfil nas redes sociais, a pré-venda de seu guia, que oferece práticas para promover um jornalismo com perspectiva de gênero, combatendo discursos machistas na imprensa. Desde o agendamento até a edição final, aborda seleção de pautas, linguagem, escolha de fontes e cultura organizacional.



A obra é o resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Jornalismo da autora, na Ufes - Universidade Federal do Espírito Santo, com a orientação do professor José Antonio Martinuzzo, e publicado pela Editora Pedregulho. Reúne orientações que consideram novas mídias e o feminismo contemporâneo, propondo pilares organizacionais para reduzir a desigualdade de gênero.

Segundo Duda Moro, “o Guia para um jornalismo com perspectiva de gênero vai ajudar o profissional de comunicação a se tornar mais consciente e engajado na luta pela igualdade de gênero, seja uma mulher ou um aliado”.

Os capítulos discutem problemas na imprensa atual e oferecem intervenções para incorporar critérios de gênero no jornalismo, incluindo fontes úteis, leis brasileiras e um glossário de termos feministas. A obra enfatiza a necessidade de uma mudança profunda na cultura jornalística, destacando a urgência de proteger a integridade das mulheres e acabar com a dominação masculina na mídia.

No Guia o leitor encontra:

- Conceitos básicos sobre gênero e diversidade

- Dicas para identificar e evitar linguagem sexista

- Estratégias para cobrir temas de gênero de forma ética e responsável

- Exemplos de boas práticas no jornalismo com perspectiva de gênero

- Aplicação do conceito de gênero na cultura de organizações de comunicação

- Glossário de termos feministas

- Fontes úteis

- Leis brasileiras que abordam a questão de gênero

O link para a compra na pré-venda: https://lnkd.in/dsKKBKQN.



Duda Moro (Reprodução)

Sobre a autora

Duda Moro, uma capixaba de 24 anos com o espírito de uma senhora de 84, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Ela foi uma das 10 focas do 25º Curso de Residência em Jornalismo na Rede Gazeta. Após um ano trabalhando com criação de conteúdo de marca, Duda explorou outros ares, como marketing e assessoria de imprensa e, em 2024, também iniciou uma pós-graduação em Revisão de Textos, com foco em editorial e materiais didáticos. Na vida pessoal, ela adora assistir a reality shows de competição, especialmente os de moda e decoração, e é viciada em doramas. Duda é uma ávida leitora e escritora por hobby, com muitas histórias escondidas em rascunhos em seu computador.

Um novo olhar sobre as mulheres da Bíblia: escritores trazem uma analogia atual de histórias milenares

 

Como seriam as mulheres bíblicas nos dias atuais? Os escritores Silvio Colin e Maria Joana Rodrigues Colin (in memorian) são os autores do livro “Mulheres da Bíblia, contos imorais”, com histórias atuais, acontecidas em uma sociedade moderna, inseridas na cultura dos dias de hoje, submetidas às leis e práticas contemporâneas. Intriga, incesto, estupro, misoginia, assédio moral ou sexual têm como roteiro ou inspiração uma narrativa bíblica. Cada capítulo traz um conto de uma personagem da Bíblia: Susana, Tamara, Eva, Rute, Judite, Salomé, Madalena, Agra e Bete.





O livro trata de narrativas bíblicas, as quais apenas os leitores muito atentos do Livro Sagrado têm acesso.  A escolha das personagens fala das principais perplexidades diante das histórias bíblicas e também das leituras ingênuas e, muitas vezes, propositalmente equivocadas, divulgadas pelas religiões.


“São contos imorais, como imoral é a nossa sociedade. É um engano pensar que, por ser um livro sagrado, a Bíblia fale apenas do que é santo. Fala também do profano, de incestos, adultérios, misoginia, crueldade, mentiras, tramas diabólicas. E foi destas narrativas que tiramos nossa inspiração”, explica Silvio.

 

O termo moral de forma objetiva refere-se a definição do que é certo ou errado. Quando se fala de moral, o tabu do sexo vai na frente. Prostituição, adultério, nudez são imorais. O livro mostra que, para além das questões sexuais, muitas coisas são imorais, como soberba, perversidades, corrupções e mentiras.

 

“Na leitura da Bíblia, no aspecto moral, as mulheres sempre parecem mais culpadas que os homens. Apresentamos a vocês, mulheres com suas forças e debilidades, amores e desamores, sanidade e loucura. Repetindo Vinícius de Morais, a vida está nelas, o mundo está nelas e a loucura reside neste mundo”, conclui.

Sobre os autores

 

Silvio Colin - Arquiteto, formado na Faculdade de Arquitetura  da UFRJ, doutor em Teoria e História da Arquitetura. Tem diversos trabalhos publicados sobre arquitetura. Ingressou na ficção em 2022, com o livro "Contos e memórias de um tardio aprendiz".


 

Maria Joana Rodrigues Colin (1941 - 2020) - Formada em Administração de Empresas pela Universidade Gama Filho, graduada e licenciada em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), pós-graduada em Literatura Brasileira. Colaborou em diversas antologias.


Projeto Favelivro: Renata Lo Prete dá nome à Biblioteca Comunitária no Grajaú

 

Jornalista se torna patrona de biblioteca para mulheres e meninas

 

O projeto Favelivro inaugura neste sábado, dia 13, às 15h, sua 41ª Biblioteca Comunitária no Grajaú, na Rua Barão do Bom Retiro, 1939. Desta vez, a personalidade homenageada para dar nome à biblioteca direcionada ao público feminino das comunidades do Morro dos Macacos, São João, Morro do Encontro e Complexo do Lins é a jornalista e apresentadora Renata Lo Prete. O espaço está sob a direção da professora Mônica Galvão e conta com um acervo inicial de 2000 livros, todos vindos de doações. Verônica Marcílio, uma das fundadoras do projeto, enfatiza a importância do espaço para a comunidade: “A Biblioteca Renata Lo Prete vem para transformar a relação das mulheres dessas comunidades com a leitura”.



Jornalista Renata Lo Prete (Divulgação)


A ideia do projeto Favelivro é incentivar a educação e a cultura através da leitura, criando bibliotecas e atividades literárias em comunidades e escolas públicas do Rio. As bibliotecas comunitárias são criadas a partir de um pedido dos moradores e, após montadas, sua gerência fica a cargo da própria pessoa ou grupo solicitante. O Favelivro fica responsável por montar fisicamente a biblioteca, estantes e estrutura básica, fornecer o acervo inicial por meio de doações, realizar a conexão com o patrono escolhido pelos moradores da comunidade, produzir e divulgar a inauguração.

 

O movimento Favelivro já inaugurou no estado do Rio de Janeiro 40 unidades, distribuídas por comunidades do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São Gonçalo, Niterói e Madureira. 



Mais sobre o Favelivro

O projeto nasceu do encontro de dois apaixonados por livros: os amigos Demezio Batista, livreiro, e a professora de língua portuguesa Verônica Marcilio. Os dois se conheceram na comunidade da Barreira do Vasco em uma ação social com crianças enquanto compartilhavam o desejo de tornar a leitura mais acessível.

 

No Brasil, cerca de 48% da população não têm o hábito da leitura, causado principalmente pela falta de acesso aos livros, muitas vezes caros e inacessíveis. É nesse cenário que surge o Favelivro, um movimento que abre bibliotecas em comunidades carentes com livros gratuitos. Cada biblioteca leva o nome de um patrono famoso, sugerido pelos moradores de cada território.

 

Como participar

Para doar livros ou pedir uma biblioteca, os interessados devem se comunicar pelo Instagram @favelivro ou pelo telefone da fundadora do projeto, Verônica Marcilio, (21) 98366-8117. Os livros são recolhidos nas residências pelos voluntários.

 

SERVIÇO:

Inauguração da Biblioteca Comunitária Renata Lo Prete:

Data: 13/07/2024 (sábado)

Horário: 15h

Endereço: Rua Barão do Bom Retiro, 1939, Grajaú, Rio de Janeiro-RJ

Instagram:

https://www.instagram.com/favelivro/

 

Bibliotecas inauguradas:

1 - Biblioteca Comunitária José Mauro de Vasconcelos (Escritor)

Comunidade do Vai Quem Quer

 

2 - Biblioteca Comunitária de Ipiiba Sérgio Buarque de Holanda

Comunidade Ipiiba

 

3 - Biblioteca Comunitária Luis Erlanger (Jornalista e Escritor)

Comunidade Vila Kennedy

 

4 - Biblioteca Comunitária Fernanda Abreu (Cantora e Compositora)

Morro do Faz Quem Quer

 

5 - Biblioteca Comunitária Sandra Sá (Cantora e Compositora)

Parque Olímpico de Acari

Sandra Sá (Divulgação)

 

6 - Biblioteca Comunitária Paulo Betti (Ator)

Comunidade Barreira do Vasco

 

7 - Biblioteca Comunitária Flávia Oliveira (Jornalista)

Morro da Congonha


8 - Biblioteca Comunitária Luciana Savaget (Jornalista)

Morro da Penha – Niterói

 

9 - Biblioteca Comunitária Miriam Leitão (Jornalista e Escritora)

Comunidade de Higienópolis

 

10 - Biblioteca Comunitária Zelia Duncan (Cantora e Compositora)

Costa Barros

 

11 - Biblioteca Comunitária Ana Botafogo (Coreografa)

Comunidade Engenho da Rainha

 

12 - Biblioteca Comunitária Sonia Rosa (Escritora)

Comunidade do Lixão

 

13 - Biblioteca Comunitária Thalita Rebouças (Escritora)

Complexo do Alemão

Thalita Rebouças (Divulgação)

 

14 - Biblioteca Comunitária Isabel Salgado (Técnica de futebol)

Catumbi

 

15 - Biblioteca Comunitária Paulinho Moska (Cantor e Compositor)

Comunidade Vila Turismo

 

16 - Biblioteca Comunitária INFANTIL Helio de la Peña (Ator e Escritor)

Complexo do CAJU

 

17 - Biblioteca Comunitária Milton Cunha (Carnavalesco)

Morro do Cantagalo

 

18 - Biblioteca Comunitária Rodrigo França (Escritor, Ator e Diretor)

Chapéu Mangueira

 

19 - Biblioteca Comunitária Babi Xavier (Atriz e Escritora)

Morro do Estado – Niterói

 

20 - Biblioteca Comunitária Celso Athayde (Empresário Social)

Comunidade do Muquiço

 

21 - Biblioteca Comunitária Beth Goulart (Atriz e Escritora

Comunidade 2 de Maio

 

22 - Biblioteca Comunitária Marcelo Barreto (Jornalista)

Viegas em Bangu

 

23 - Biblioteca Comunitária André Trigueiro (Jornalista)

Casa Transitória em Engenho Novo

André Trigueiro (Divulgação)

 

24 - Biblioteca Comunitária Gabriel Pensador (Cantor, Compositor, Escritor)

Manguinhos


25 - Biblioteca Comunitária Tom Farias (Jornalista e Escritor)

Comunidade Amélia Pinheiro

 

26 - Biblioteca Comunitária Edney Silvestre (Jornalista e Escritor)

Comunidade do Fumacê

 

27 - Biblioteca Comunitária Elisa Lucinda (Escritora e Artista)

Comunidade Chico Mendes

 

28 - Biblioteca Comunitária Christiane Torloni (Atriz e Defensora da Amazônia)

Cidade Alta

 

29 - Biblioteca Comunitária Malu Mader (Atriz)

Comunidade Parque da cidade

 

30 - Biblioteca Comunitária Leila Sterenberg (Jornalista)

Comunidade do Borel

 

31 - Biblioteca Comunitária Ana Paula Araújo (Jornalista e Escritora)

Morro da Babilônia

 

32 - Biblioteca Comunitária Fábio Júdice (Jornalista)

Comunidade do Santo Cristo

 

33 - Biblioteca Comunitária Suzana Pires (Filósofa, Atriz, Escritora e Empreendedora)

Andaraí

 

34 - Biblioteca Comunitária Luciana Savaget (Jornalista e Escritora)

Coelho Neto

 

35 - Biblioteca Comunitária Zeca Pagodinho (Cantor e Compositor)

Comunidade do Borel

Zeca Pagodinho (Divulgação)

 

36 - Biblioteca Comunitária Erick Bang (Jornalista)

Comunidade Mata Machado

 

37 - Biblioteca Comunitária Regina Casé (Apresentadora e atriz)

Comunidade do Cantagalo

 

38 - Biblioteca Comunitária Ancelmo Gois (Jornalista)

Comunidade do Cordovil

 

39 - Biblioteca Comunitária Rene Silva (Jornalista)

Duque de Caxias

 

40 - Biblioteca Comunitária Tim Lopes (Jornalista)

Bonsucesso

Tim Lopes (Divulgação)