quinta-feira, 29 de julho de 2021

Volta às aulas: editora lista dicas de livros com temas da atualidade para trabalhar com alunos

 

Alimentação saudável, bullying, imigração e valorização da cultura negra, temas tão presentes no nosso dia a dia, podem ser o ponto de partida para uma roda de conversa enriquecedora em sala de aula. E para deixar o papo ainda mais interessante, que tal recorrer à literatura?

 

A editora Colli Books fez uma seleção de livros para inspirar alunos e professores na volta às aulas, que acontece na próxima segunda-feira (2/8), na maioria das escolas brasileiras.

 

A primeira dica é ‘Luke, o macaco atleta’, da escritora Isa Colli. O título mostra a importância da alimentação saudável e da prática de atividades físicas, além de fazer um alerta para os riscos da obesidade infantil. Dados recentes mostram que o problema afeta mais de 3 milhões de crianças no país.

 


“Temos que ensinar as crianças a fazer escolhas saudáveis na alimentação. Esse livro tem trazido ótimos resultados nas escolas que já o adotam. Fico feliz de estar ajudando a multiplicar ações positivas”, afirma Isa.

 

Contra o preconceito

E por que não falar do bullying por meio da literatura? O livro ‘E se fosse você?’, da escritora Anete Lacerda, pode ser um grande aliado na abordagem deste tema tão delicado.

 


A autora diz que o assunto deve ser tratado na família e na escola. “Muitas vezes as crianças só reproduzem discursos, posturas e atitudes que veem dentro de casa. Elas geralmente não têm preconceito. Aprendem isso com os adultos. Quem sabe elas ensinem a empatia aos pais e familiares?", comenta Anete.

 

‘E se fosse você?’ faz uma abordagem leve sobre um problema grave. "Tem muito de minha experiência pessoal, já que nunca fui considerada uma pessoa-padrão. A minha intenção é que o livro possa ajudar as crianças a buscar a cultura da paz e do respeito", acrescenta.

 

Imigração

Outro título de Isa Colli, ‘Tâmaras e Quibes’, traz o cenário perfeito para falar de imigração. O livro conta a história do português José Braz, de coração enorme, que recebia em sua chácara imigrantes vindos de várias partes do mundo. Em pouco tempo, a chácara virou um povoado com pessoas incríveis como o senhor Mohamed, dono de um comércio de comidas árabes, com restaurante e loja de temperos que agradavam em cheio os fregueses, como o menino Zezinho. A amizade entre Mohamed e Zezinho iria mudar o destino do garoto.

 


Inspirado no bairro do Brás, em São Paulo, a obra infantil narra a história da imigração, principalmente do Oriente Médio, e ainda convida os pequenos a passearem pela culinária dos países árabes. “Eu espero que ‘Tâmaras e Quibes’ ajude pais e educadores a abordar esse tema da imigração de maneira mais humana e afetuosa”, diz a autora.

 

Valorização da cultura afro

‘Notas de Escurecimento’, de Plínio Camillo, pode inspirar uma roda de conversa sobre Zumbi dos Palmares e os reflexos da escravidão na atualidade. Com linguagem peculiar e instigante, o livro apresenta nove contos de "escrevivência", que convidam a um mergulho no universo da cultura negra.

 


“Pode ser um momento de reflexão. Mas não uma reflexão de falar o que é racismo porque isso todo mundo faz, mas de como não tê-lo mais. Para o nosso povo é um momento de ação, de ter uma posição mais proativa, trabalhar, realizar. É um momento de aquilombar, de nos juntar. Nossa saúde literária, nossa saúde mental, nossos ganhos passam pelo quilombo. É muito mais do Zumbi como líder do quilombo do que como guerreiro no espaço dos negros”, afirma Plínio.

 

Onde comprar

Gostou das dicas? Os livros da Colli Books podem ser adquiridos na Amazon, Bol, Kobo, Books.google, além das lojas Magalu, Shoptime, Fnac, Americanas e Submarino.

 

A editora oferece preços especiais para adoções escolares. Para mais informações, basta enviar um e-mail para vendas@collibooks.com.

Jornalista inova em seu quarto livro solo

 

Obra apresenta trama com cenas quentes e questionamentos sociais

 

A jornalista e escritora Roberta de Souza acaba de lançar, através de uma live no Instagram da Editora Serpentine (@editoraserpentine), seu quarto livro solo, o drama Ella. Inicialmente apresentada em ebook kindle, a versão física do livro pode ser adquirida pelo site www.editoraserpentine.com.br.




O book trailer de Ella pode ser visto através do link https://youtu.be/GFgTwDALJX8.

 

A literatura como amor, sempre foi o foco da jornalista Roberta de Souza desde os anos 2000, quando começou a publicar seus textos. De lá para cá, ela participou de antologias, coletâneas, organizou biografias e lançou três livros solos. E, sob o manto daqueles que buscam novos desafios, inclusive criando fora de sua zona de conforto, a jornalista se encantou pelo universo da literatura hot e resolveu estrear nele com toda força. Junto, trouxe questionamentos sociais importantes, como preconceito, hipocrisia, misoginia, uso de drogas e o peso do sucesso, onde a mesma massa que exalta pode destruir reputações e vidas.

 

No que havia de vergonha em ser livre? Em viver como se quer? Sem ser da conta de ninguém, sem interferir na vida de ninguém? Eu não sentia vergonha de nada! Minhas escolhas, minha estrada, minha vida, minhas verdades. (Trecho do livro Ella)

 

Tendo por natureza a força daqueles que buscam o crescimento, Roberta de Souza apostou em seus sonhos e redefiniu seu histórico literário. Sem medo do novo, a escritora abraçou a literatura hot e, transformou suas criações, tendo como pano de fundo cenas sensuais e envolventes.

 


“Vejo a literatura hot como qualquer outra categoria literária. Isso não significa que todo o livro se baseia nisso. O Ella é como qualquer outro romance, apresenta todos os elementos de um drama, por exemplo, mas é salpicado de cenas quentes e inspiradoras”, enfatiza a autora.

 

O universo hot apresentou a Roberta pessoas incríveis e oportunidades de trabalho indescritíveis. Após o lançamento do seu romance, a jornalista se prepara para escrever a biografia da empresária Cassiana Costa que, em 2016, viu sua vida virar do avesso com vídeos íntimos vazados na internet e, fazendo dos seus limões uma limonada, hoje está entre as 10 atrizes mais vistas em um dos maiores sites de entretenimento adulto do mundo. Além de ser proprietária de diversos empreendimentos por todo o Brasil.

 

Um pouco mais sobre a autora:

Moradora de Maricá, natural de Niterói, Roberta de Souza é jornalista responsável pela Gaia Assessoria de Comunicação. Também é mãe de dois bebês lindos. Tem em seu currículo literário participação e coautoria em nove Antologias e três Coletâneas. Publicou quatro livros solos e uma biografia. Foi homenageada com a Medalha comemorativa dos 200 anos da Câmara Municipal de Niterói. É idealizadora do site Balzaqueando. É membro do grupo de escritoras “Hot? Tô Dentro!, do coletivo de escritores de Maricá, o “Povo do Livro”, e membro número 002 da AILB (Academia Internacional de Literatura Brasileira).


domingo, 20 de junho de 2021

No mês do Meio Ambiente, obras da Editora Colli Books conscientizam as crianças sobre as consequências do impacto ambiental

 

Nas últimas décadas, a preocupação com o Meio Ambiente vem crescendo, devido às consequências do impacto ambiental em nossa sociedade. E, para quem tem filho, pode surgir a preocupação sobre como ensiná-los. Como podemos fazer para conscientizá-los, tornando nossas crianças ainda mais responsáveis para as próximas gerações?

 

 

Pensando na importância das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente e do mês de junho, dedicado ao tema, a Editora Colli Books separou duas obras da literatura infantojuvenil assinadas pela escritora Isa Colli, que contribuem para reflexões sobre o assunto. São as obras: ‘Vivene e Florine e suas descobertas na Amazônia’ e ‘O Rio Grinalda’, que falam sobre sustentabilidade, reciclagem, educação e preservação ambiental, assuntos de grande importância, apresentados de forma lúdica e divertida para inspirar e ensinar as crianças como cuidar do planeta.

 


Escritora Isa Colli

Isa Colli, autora destas e de outras obras com teor educativo, ressalta que cuidar do meio ambiente é algo que toda sociedade precisa estar envolvida, mas principalmente nossas crianças, que devem ser ensinadas desde o início da educação infantil. De acordo com Isa, as crianças precisam estar cientes de que cuidar do meio ambiente é uma questão de sobrevivência. “Esse é um assunto de grande relevância. Quanto mais cedo o tema for abordado com os pequenos, maiores as chances de conscientização pela preservação da biodiversidade”, afirma Isa Colli.

 

 

O Rio Grinalda trata de assuntos sobre reciclagem e preservação ambiental, fatores primordiais para o equilíbrio entre homens e natureza. Na fábula, as crianças aprendem com os bichos como agir diante de situações de depredação e falta de cuidado com o meio ambiente. Nessa história, Isa conta a importância da ecologia, da amizade, e do trabalho em grupo.


 

A Obra Vivene e Florine e suas descobertas na Amazônia, tem como foco central a maior floresta tropical do mundo.  A autora conta a história de duas abelhas que vivem uma aventura durante um passeio na Floresta. Elas descobrem uma área completamente devastada pelos humanos, além de animais escravizados e doentes. Diante disso, convocam a bicharada para informar sobre a tragédia. E decidem, então, partir para a Floresta Amazônica, na América do Sul, ao encontro de animais especializados em reflorestamento para pedir ajuda para salvar o Moinho. Lá, descobrem que a própria espécie está ameaçada de extinção.

 

 


Todos os títulos da editora podem ser encontrados facilmente no Brasil, na Europa, e no mundo todo nos principais sites de e-commerce no formato impresso e e-book, como nas lojas Amazon, Shoptime, Fnac, Americanas, Submarino, entre outros.

 

Editora Colli Books: https://www.collibooks.com/

Ator, produtor e dramaturgo Alan Pellegrino lança seu segundo livro: “Nave Mãe”

 

Alan Pellegrino, que anteriormente usava o nome com dois LL (Allan), se tornou conhecido do público quando fez sua estreia na TV, em 2012, como o personagem Serapião, braço direito de Antônio Fagundes, o Coronel Ramiro Bastos, na novela Gabriela, da TV Globo. Nave mãe, com o selo da Editora Folheando, é seu segundo livro. Ele também escreveu "Volta Seca", em 2018, ambos inspirados em peças teatrais desenvolvidas, protagonizadas e dirigidas por ele.

 



Alan Pellegrino ressalta que usa a arte como uma forma de se colocar no mundo. Que a escrita e o teatro dão corpo aos seus mais profundos desejos. “Vejo a escrita como uma maneira positiva de intervir no mundo. Quando escrevi ‘Volta Seca’, eu queria mostrar que a violência dos anos 90 na Bahia é a mesma que cércea um jovem em alguma comunidade do Rio de Janeiro atualmente e que tudo isso também é um reflexo do que já vimos no cangaço dos anos 30.  Já em ‘Nave Mãe’, o meu primeiro instinto foi escrever sobre a minha mãe. Uma mãe solteira, como muitas desse nosso Brasil, que luta para sustentar os filhos sozinha. Minha mãe é uma dessas mães que batalhou para não me deixar faltar educação e comida no prato. Mas, na hora de escrever o espetáculo teatral, homônimo, que originou o livro, eu percorri um caminho mais complexo. Criei uma ficção, mas misturando passagens reais da minha vida. Além disso, eu fiz uma pesquisa em busca das minhas raízes, até que cheguei aos índios, e daí veio o personagem central Guará. O jovem que percorre uma savana capital, onde todos são animais e as engrenagens não podem parar”, pontua.

 

A obra Nave Mãe retrata a vida do jovem índio Guará.  Um rapaz que troca sua cidade natal pela ilusão de um trabalho bem remunerado e de uma vida mais digna na cidade grande. Será que ele consegue?  A publicação nos leva a várias reflexões, entre elas, vale ressaltar que, oficialmente, a escravidão no Brasil foi abolida em 1888, mas algumas células desse sistema continuam por aí.  Ressalta-se que entre os anos 1980 e 2000, na cidade de São Paulo, a mais rica do país, o trabalho análogo à escravidão perpetuava-se em fundos de quintais. Essas empresas clandestinas, eram conhecidas como facções, a mesma nomenclatura usada para nomear grupos criminosos atualmente. É numa dessas facções que vamos encontrar o jovem Guará trabalhando e vamos contar sua história.


 


Sobre o autor

Alan Pellegrino é ator, produtor e dramaturgo. Atou e dirigiu trabalhos no Cinema, no Teatro e na Tv. Em 2018, ele lançou seu primeiro livro “Volta Seca” publicado pela editora Giostri. Em2015, ele foi eleito Melhor Ator no Fest Cine Lapa, pelo Farmacêutico em ‘Lapa Segredos e Outras Drogas’ de Pedro Murad. E, em 2013 recebeu o prêmio de melhor ator pelo filme ‘LAPA, segredos e outras Drogas’ no Cine Fest Lapa, entre outros.

 

Ficha Técnica

Autor: Alan Pellegrino

Prefácio: Pe. Ricardo Rezende

Páginas: 92

ISBN: 978-658871460-7

Formato: 14cm x 21cm

Peso: 0.115

Categoria: Dramaturgia

Editora: Folheando

Valor: R$35,00 com frete.

Compra pelo site: www.editorafolheando.com.br

Caio Evangelista lança “Os Negos do Outro Lado”

 

Leci Brandão apresenta a obra de realismo fantástico que trata de racismo e outras formas de discriminação, com o Rio São Francisco como cenário para toda a trama 


Se a pandemia trouxe grandes mudanças tecnológicas, o desrespeito às diferenças insiste em permanecer. São ações, hábitos, situações, falas e pensamentos que fazem parte da vida cotidiana do povo brasileiro, e que promovem, direta ou indiretamente, o preconceito racial. Um processo que atinge tão duramente a população negra. 


De acordo com a última Pesquisa PoderData, 81% dos brasileiros dizem haver preconceito contra negros no país por causa da cor da pele.  Para chamar atenção para essa questão e outras formas de segregação, o autor Caio Evangelista apresenta o romance de realismo fantástico Os Negos do Outro Lad”, publicado pela Editora Brazil Publishing, dentro de seu selo literário Lumos.




O livro narra em prosa poética, um Brasil real muitas vezes violento e embrutecido, ao mesmo tempo, um lugar mágico com personagens contraditórios e complexos da Quilombola de Jatobá construídos nas margens do Rio São Francisco. Uma comunidade que vive em conflitos étnicos, raciais e superstições e ainda hoje, sem leis e à mercê de crimes, delitos e injustiças que, muitas vezes, só podem ser vistos pelos que conseguem enxergar para além das invisibilidades da sociedade brasileira, principalmente quando se trata de negros e pobres.  


“Eu vi o Brasil assim, dual, separado por um rio, polarizado e voltando ao passado com as políticas e programas regredindo, então imaginei uma ponte que unisse o povo, então a imagem de Juazeiro e Petrolina me veio a mente, nasci nessa região e fui costurando, alinhavando. Aquela gente deve ser revelada por suas complexidades, estranhezas, belezas, violências sofridas, abandonos e ao mesmo tempo sua dual felicidade”, revela Caio Evangelista. 


Em Os Negos do Outro Lado, o nosso herói, Raimundo, nos leva nas águas do Rio São Francisco na busca da história do Brasil e dos brasileiros durante 200 anos. Ele também nos apresenta o simpático casal de comentaristas da vida cotidiana, Redonda e Dimas; esses dois destilam o relato da crônica da Povoação do Jatobá (hoje Petrolina – PE) ao decorrer da história, e nos contam todas as anedotas sobre os demais personagens: as verdadeiras e imaginadas também. 


 Ao contar as histórias e tantas vezes deformá-las, o narrador nos leva a identificar nos Raimundos as suas ambiguidades, postas nas bocas de Dimas e Redonda envoltas de misticismo, poesia e realidade nua e crua. É às margens do rio São Francisco uma série de acontecimentos mágicos ligando as personagens, num formato alternativamente teatral e narrativo, nos instiga a saber dos animais, da natureza e das coisas do povo deste e do outro lado, que fizeram memória e formaram uma povoação.  

 

Sobre o autor:

Edimilson Caio Evangelista é autor de textos para teatro e de três livros de realismo fantástico publicados: “Teatro empírico da outra margem do rio”, “Carta aos Capadócios e O Filtro dos Sonhos”,” Heleny Guariba - luta e paixão no teatro brasileiro”, sendo Os Negos do Outro Lado seu quarto romance em prosa poética, em que o realismo maravilhoso é ainda mais aprofundando e incorpora o projeto autoral “O Encantador de Mentes”.




Atuou, dirigiu e adaptou peças de teatro como Os mansos da Terra, Auto da Compadecida, Capitães da Areia, 7 aleluias, a ópera, Saudade, Ópera da Terra Pilar dentre outras. 


Como Gestor público comandou a Secretaria de Cultura e Juventude de Mauá/SP e criou o Centro de Formação Cultural Apolo.

 

“Os Negos do outro lado" por Leci Brandão

A primeira vez que estive em Petrolina fui arrebatada pela imagem do Rio São Francisco, ou Velho Chico, como dizem os que nasceram às suas margens. Mas além da paisagem, fiquei ainda mais envolvida pelas pessoas que ali conheci. Ao receber o convite para fazer esses breves comentários sobre Caio Evangelista e seu livro, “Os Negos do outro lado", que nos remete não apenas às paisagens do semiárido pernambucano, mas também aos jeitos de ser das gentes que lá vivem, é inevitável pensar na riqueza da diversidade do povo brasileiro. Apresentar essa diversidade por meio de uma linguagem que nos embala entre o real e o imaginário é, certamente, o mérito desta obra e o que desperta o interesse de seu leitor.


Em seu quarto romance, Caio fala de um Brasil real, muitas vezes violento e embrutecido, ao mesmo tempo, também se refere a um lugar mágico e poético, com personagens contraditórios e complexos e que, muitas vezes, só podem ser vistos pelos que conseguem enxergar para além das invisibilidades que permeiam a sociedade brasileira, principalmente quando se trata de negros e pobres. 

Boa leitura!

sábado, 19 de junho de 2021

Edição 74 de "Plurale em revista" traz diversos estudos de casos e artigos sobre ESG - Environmental, Social and Governance


O número 74 de Plurale em revista, editada pela jornalista Sônia Araripe, já está circulando e traz em destaque Especial sobre o ESG — do inglês Environmental, Social and Governance — uma sigla que parece ter ganho vida própria, que vai bem além de um novo apelido para Sustentabilidade. Há quem some à sigla mais um “E”, o de Economia, chegando ao EESG.


Para trazer o conceito ao mundo real, a equipe da Plurale apurou e reuniu casos de empresas comprometidas com os pilares ESG. São experiências marcantes, contadas por dirigentes e executivos das empresas: Arcos Dorados (Operadora McDonald´s na América Latina), Ball, Bradesco, CNseg, Coca-Cola Brasil, Gerdau, Instituto Claro, Klabin, Neoenergia, Nespresso, Shell e Via (marcas Casas Bahia e Ponto).

Sociedades, organizações, empresas e pessoas que não se engajarem ao ESG poderão ficar para trás, advertem especialistas. Assim, essa edição tem o objetivo de inspirar e multiplicar boas experiências. Ainda sobre ESG, artigos inéditos – de Giuliana Preziosi e Luiz Antônio Gaulia - que ajudam a entender este cenário. Um ensaio fotográfico de Luciana Tancredo com árvores de diferentes biomas, do Brasil e de outros países: raízes que contribuem para que todos os pilares ESG sejam verdadeiramente sólidos.


A matéria de Nícia Ribas sobre meditação mostra que, em tempos de pandemia, o número de praticantes cresceu. “Respire e não pire” parece ser o lema de um ano e meio de isolamento e perdas tão sentidas. E ainda: a história do Relógio Municipal de Manaus – por Luciana Bezerra-, que marca os principais acontecimentos da cidade, inclusive a tragédia de tantos mortos pela Covid-19. Marina Guedes revela - em texto e fotos - a trilha para castelo medieval em região bem próxima de Roma. Tudo isso e muito mais.

Confira a Edição 74 no link:

https://www.plurale.com.br/site/revista-digital.php?cod=1066&q=Plurale+em+Revista


Plurale em revista e Plurale em site

Há quatorze anos acreditando na sustentabilidade como tema principal, Plurale em revista e Plurale em site, dirigidos pela jornalista Sônia Araripe, vêm divulgando histórias de pessoas, empresas e projetos, abordando temas relacionados ao meio ambiente e iniciativas de cidadania, ação e cultura. www.plurale.com.br.