sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Prefeitura do Rio lança livro de profissionais da Rede Municipal de Ensino sobre suas memórias de cinema

 

Textos de professores e funcionários foram selecionados durante a quarentena, pela equipe da Gerência de Leitura da Secretaria Municipal de Educação

 

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Educação, o livro digital Cinema e memória: meu filme de afeto, uma coletânea de textos de profissionais da Rede Municipal de Ensino sobre suas lembranças provocadas por um filme especial. São 80 histórias pessoais organizadas pela Gerência de Leitura da SME a partir de uma seleção ocorrida entre junho e agosto de 2020.


 

Os escritos foram escolhidos por uma comissão de professores e jornalistas dentre 428 histórias recebidas. O prêmio contou com o apoio de personalidades como a escritora Nélida Piñon, da Academia Brasileira de Letras, o cineasta Cacá Diegues e o ator e diretor Ary Coslov, entre outros. Dos melhores, 10 foram premiados com kits de filmes em DVDs.

 

O livro inédito estará disponível na Sala de Leitura Virtual das plataformas SME Carioca 2020 e Escola.Rio e também no site www.rio.rj.gov.br/web/rioeduca.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Divulgados os finalistas do Prêmio Jabuti 2020


Cerimônia de premiação será virtual e acontecerá no dia 26 de novembro, no Facebook e no Youtube da CBL


A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou hoje (5) os finalistas do 62º Prêmio Jabuti. Para conferir a lista, que traz os livros em ordem alfabética, clique aqui. Os vencedores de cada uma das 20 categorias e o ganhador do Livro do Ano serão conhecidos ao vivo, no dia 26 de novembro, às 19h, em cerimônia virtual que será transmitida no Facebook e no Youtube da CBL. Outro destaque desta edição é a homenagem a uma das maiores poetisas e escritoras brasileiras, Adélia Prado.


“É uma honra poder homenagear Adélia Prado, uma das mais importantes escritoras do Brasil. Em 1978, ela foi premiada com seu livro de poemas, “O Coração Disparado”. E, ao longo de sua trajetória, Adélia também outras condecorações nacionais e internacionais, como o Prêmio Canadense de Poesia, o Griffin. O Prêmio Jabuti não poderia deixar de prestar essa homenagem”, comenta Vitor Tavares, presidente da CBL.





Em 2020, o Prêmio Jabuti recebeu 2.599 inscrições. As categorias seguem distribuídas em quatro eixos: Literatura, Ensaios, Livro e Inovação. Cada uma delas contou com três jurados, profissionais especialistas nas respectivas áreas. São ao todo 60 jurados, com formações diversas e com conhecimento profundo e extenso do universo do livro.


O vencedor de cada categoria receberá o valor de R$ 5 mil e a estatueta do prêmio, exceto na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior, que receberá somente a estatueta. Haverá também um(a) grande vencedor(a) do Jabuti, que poderá ser tanto uma obra de Ficção quanto de Não Ficção. Concorrem ao prêmio de Livro do Ano, no valor de R$ 100 mil, os vencedores das categorias dos Eixos Ensaios e Literatura.

 

Redes Sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/camaradolivro

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCykNw-L8V6D8IgokTvd9whw

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Editora UFSC celebra 40 anos de história

 

“Porta de saída das publicações técnicas, científicas, literárias e culturais da Universidade Federal de Santa Catarina e da comunidade em geral.” Assim sua diretora, Gleisy Regina Bóries Fachin (foto), resume a atuação da Editora da UFSC (EdUFSC), que celebrou, na última sexta-feira (30), 40 anos desde sua instituição, em 1980, por meio da Resolução nº 005/GR/80.

 


Diversas ações foram planejadas para a celebração da data. Um site especial foi criado para apresentar as quatro décadas de história, com destaque para uma linha do tempo que inclui fotografias antigas e recentes e recortes de jornais, entre outros materiais. Além disso, a TV UFSC lançou uma série especial, com episódios semanais e depoimentos de pessoas ligadas à história da Editora. O primeiro programa teve como convidado o reitor Ubaldo Cesar Balthazar. Também faz parte das atividades comemorativas o lançamento de um catálogo que reúne as publicações da EdUFSC desde 2017.

 

A Editora da UFSC já publicou 1.180 títulos, em uma média de 30 obras por ano. A Coleção Didática é sua principal linha de produtos, em atenção à sua missão: a de ser uma editora universitária que atende à demanda técnico-científica, acadêmica e cultural da UFSC, assim como da comunidade em geral. A EdUFSC contribui com a disseminação do conhecimento, por meio da publicação de obras com excelência técnica quanto aos aspectos de revisão, editoração e impressão, além de preços acessíveis aos estudantes e ao público em geral. Isso sem contar os mais de 60 e-books disponibilizados gratuitamente, que também colaboram para que a editora cumpra sua função social, enquanto editora de uma universidade pública federal.

 


Ao longo de seus 40 anos, a Editora passou por diversas transformações, adaptando-se às demandas de cada época e às exigências do mercado editorial. Entre as mudanças mais recentes, destacam-se a realização de concursos literários desde 2010, seu processo de estruturação como um projeto institucional da UFSC, em andamento desde 2016, com o objetivo de inserir a EdUFSC em todos os processos internos da Universidade, e a busca pela regulamentação financeira e fiscal – em agosto de 2018, conquistou seu CNPJ e atualmente se organiza para obter a inscrição estadual. E, como ocorre com pessoas e organizações em todo o mundo, neste ano, mais do que nunca, a EdUFSC vem se reinventando em razão da pandemia de Covid-19. Desde março de 2020 foram feitas alterações nas rotinas e nos processos de trabalho, com maior incorporação de recursos tecnológicos, bem como nos procedimentos de submissões de livros, que agora ocorrem de modo 100% digital. Também foi reaberta a livraria virtual, e a EdUFSC vem participando de feiras virtuais de todo o país.

 

Algumas coisas, contudo, se mantêm estáveis ao longo das décadas: desde sua criação, a Editora da UFSC se pauta por uma atividade voltada ao ensino, à educação, à ciência e às artes, com ênfase na academia, no público universitário e na comunidade em geral. “É a casa publicadora da produção científica, técnica e literária da Universidade”, afirma Gleisy, ressaltando a importância da Editora para mostrar à sociedade o que é produzido na instituição. Não são, contudo, somente as obras dos membros da comunidade universitária que têm espaço ali. “A Editora foi criada, na proposta original de 1980, para que atendesse a produção científica da universidade e da comunidade em geral. Então, ela aceita publicações de outras universidades e de pessoas da comunidade”, complementa a diretora.

 


O seu papel para a popularização do conhecimento é enfatizado também pelo reitor da UFSC, Ubaldo Cesar Balthazar: “Há espaços imprescindíveis em uma Universidade. E a nossa editora é um deles: essencial, fundamental, a quem cabe uma de nossas mais importantes missões, a de difundir tanto conhecimento. Vida longa à Editora Universitária e vida longa aos livros!”.

Fotos: Divulgação/Henrique Almeida/Agecom/UFSC

Pesquisador mostra em livro estudo detalhado sobre a construção social e cultural do Brasil

 


André Sampaio é um pesquisador da cultura afro-brasileira e sua pesquisa gerou um livro lançado recentemente pela Riemma Editora, o Matriarcas: Mulheres de Raça e Cor, com ilustrações de João Victor Sampaio. Na obra, o autor mostra um estudo detalhado sobre a construção social e cultural do Brasil e a presença significativa da presença africana na história do país. Para isso, André Sampaio aborda as trajetórias vida de três autoras da cultura afro-brasileira – Mãe Beata de Yemonjá, Conceição Evaristo e Fabiana Cozza.

Num papo muito legal com tOn Miranda, André conta tudo o que o leitor vai encontrar no livro. Ouça o podcast: https://anchor.fm/rabiscopodcast/.


Prêmio Jabuti conhecerá amanhã (5) seus finalistas



 

sábado, 31 de outubro de 2020

Paulo Bertechini estreia como escritor e lança "Um Caminho de Emoções", sobre suas peregrinações

 

O Dia Nacional do Escritor, celebrado em 29 de outubro, teve, neste ano, uma motivação especial para o administrador Paulo Bertechini: ele passou a ser considerado, oficialmente, também um escritor, já que lançou sua página no Facebook (Paulo.Bertechini.Escritor) e iniciou a pré-venda de seu livro Um Caminho de Emoções, através do site www.peregrinosemfronteiras.com.br. Quem se inscrever no site terá um preço super especial de lançamento R$ 45,00 + frete e as 100 primeiras pessoas vão ganhar uma bolsinha para colocar o livro.


 

Na obra, Paulo apresenta algumas dicas sobre o que aprendeu durante o Caminho de Santiago de Compostela, na esperança de que suas experiências possam ajudar futuros peregrinos, além de incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo. Um Caminho de Emoções proporcionou a Paulo Bertechini uma volta ao passado, através da qual reviveu emoções e avaliou seus erros, suas derrotas, os desafios, os acertos e as suas conquistas.

 

Abaixo, o próprio autor nos conta qual foi seu propósito ao escrever Um Caminho de Emoções:


 

“O meu propósito ao escrever este livro foi deixar um registro da minha peregrinação, do meu caminho, e compartilhar as minhas emoções e meus sentimentos com os peregrinos que já percorreram o Caminho de Santiago de Compostela para que eles possam se identificar e revivê-lo.

 

O Caminho me proporcionou uma volta ao passado, me fez reviver emoções, pude avaliar os meus erros, as derrotas, os desafios, os acertos e as minhas conquistas.

 


Contar para as pessoas sobre as minhas origens e sobre o caminho percorrido por meus antepassados, fez com que eu me sentisse motivado a aprender cada vez mais e a exercitar continuamente o autoconhecimento, possibilitando que eu entendesse os meus pensamentos e as minhas atitudes, perdendo o medo de me expor e de expressar aquilo que penso e naquilo em que acredito. Ou seja, aprendi a ser eu mesmo.

 

Apresento aqui algumas dicas que aprendi no Caminho, e espero que minhas experiências possam ajudar futuros peregrinos, e incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo.

 

O Caminho de Santiago não exige o mesmo esforço físico e não apresenta a dificuldade de subir montanhas como o Kilimanjaro, o Everest, o Fitz Roy na Argentina, ou até mesmo percorrer o circuito de Torres Del Paine no Chile, por isso entendo que é diferente dos demais, porque possibilita a qualquer pessoa percorrer mais de oitocentos quilômetros desde que tenha um pouco de desprendimento e coragem.

 

O meu propósito é deixar um registro, um relato da minha peregrinação, do meu Caminho, e compartilhar as minhas emoções com os peregrinos que já percorreram o seu próprio Caminho e que possam se identificar e revivê-lo.

 

E, por fim, espero que este livro sirva de incentivo para as gerações de peregrinos que estão por vir.

 

E por tudo isso, compartilho com você e convido a viver comigo o Caminho de Santiago de Compostela, Um Caminho de Emoções”.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Dia Nacional do Livro

 

No Brasil, é celebrado hoje, 29 de outubro, o Dia Nacional do Livro. A data foi criada em 1810, em comemoração à fundação da primeira biblioteca brasileira, a Real Biblioteca, no Rio de Janeiro, então capital do país.

 

Nesse dia, a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil e tornou-se a Biblioteca Nacional. Porém, o acervo chegou ao Rio de Janeiro antes, em 1808. Além de livros, havia manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas. O primeiro livro editado no Brasil foi a obra de Tomás Antônio Gonzaga Marília de Dirceu, em 1808. Hoje, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro é a maior da América Latina e está entre as dez maiores do mundo.


 

O Dia Nacional do Livro celebra a importância da leitura e, consequentemente, dos livros na vida dos seres humanos. Os livros têm como função transmitir conhecimento, enriquecer as pessoas culturalmente, divertir, relaxar e, além, de outras coisas, ser uma boa companhia.


sábado, 24 de outubro de 2020

Câmara Brasileira do Livro anuncia os 10 finalistas das 20 categorias do 62º Prêmio Jabuti

 

A cerimônia de premiação será virtual, no dia 26 de novembro

 

 A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou os 10 finalistas de cada categoria do Prêmio Jabuti 2020, uma seleção do melhor da produção editorial brasileira. Para conferir a lista completa, que traz os livros em ordem alfabética, clique aqui. Os vencedores de cada uma das 20 categorias e o ganhador do Livro do Ano serão anunciados em cerimônia de premiação online, que será transmitida ao vivo nas redes sociais da CBL, no dia 26 de novembro de 2020.

 

"Em um ano repleto de tantos desafios, não dá para descrever a emoção de anunciar os finalistas do Jabuti, um prêmio tão importante para o Brasil e para o mercado editorial", destaca Vitor Tavares, presidente da CBL. Em 2020, temos 200 finalistas, 117 selos editoriais diferentes e ainda 10 autores independentes. 

 


Nesta edição, o Prêmio Jabuti recebeu 2.599 inscrições, número 20% maior do que em 2019. Cada categoria do Jabuti conta com três jurados, profissionais especialistas nas respectivas áreas. Os 60 jurados têm formações diversas e todos conhecem profundamente o universo do livro. 

 

No dia 5 de novembro, uma nova lista, com cinco finalistas por categoria, será divulgada também no website do prêmio: www.premiojabuti.com.br.

 

Em 2020, a premiação segue organizada em quatro eixos: Literatura, Ensaios, Livro e Inovação. O vencedor de cada categoria receberá o valor de R$ 5 mil e a estatueta do prêmio, exceto na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior que receberá somente a estatueta. Haverá também um(a) grande vencedor(a) do Jabuti, que poderá ser tanto uma obra de Ficção quanto de Não Ficção. Concorrem ao prêmio de Livro do Ano, no valor de R$ 100 mil, os vencedores das categorias dos Eixos Ensaios e Literatura. 

 

Confira aqui a lista de jurados por categoria.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

“Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui?”, livro da jornalista Julia Michaels, já está à venda

 

A jornalista 'gringa' Julia Michaels é uma carioca nascida em Boston. Em sua mais recente obra, é beneficiada pelo talento de repórter aliado a uma longa experiência no Rio de Janeiro, acumulada desde a sua primeira visita em 1978. Na obra Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui?, lançado pela Editora Raiz, ela se debruça sobre uma tarefa desafiadora: explicar essa metrópole tropical, expondo as engrenagens sociais, econômicas e políticas que movem a cidade ora maravilhosa, ora inviável.




O título do livro expressa um questionamento que o sujeito faz a si mesmo ou a um amigo em um bar. Incrédulo e, ao mesmo tempo, escolado na montanha-russa de paixões e desilusões que é ser carioca, sacode de leve a cabeça e, quase como um desabafo, pergunta: como chegamos aqui?

 

A autora busca decifrar o Rio de Janeiro com seu olhar estrangeiro e afetivo, porém crítico. Direciona o foco para a problemática da mobilidade urbana, a euforia pré-Jogos Olímpicos, o decepcionante legado das Olimpíadas Rio 2016. Explorando cada um dos modais de transporte, Julia detalha ônibus, metrô, trens, barcas. Uma curiosidade: ao longo de Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui?, o leitor se surpreende com a vocação do Terminal Garagem Menezes Côrtes - estacionamento e popular ponto comercial no Centro da cidade - para despertar cobiça e gerar histórias, destacadas no livro sob o divertido título 'Mistério dos mistérios'.

 

Ao examinar a política, a jornalista rememora fatos dos governos Leonel Brizola, quando conta a história da Vila Autódromo; Marcello Alencar e seu espírito privatizante; Sérgio Cabral e a extensa lista de casos de corrupção desde a candidatura do Rio à cidade olímpica, que resultaram em sua prisão, e Luiz Fernando “Pezão”, preso por receber propinas.

 

Às vésperas das eleições municipais, o leitor/eleitor vai encontrar material jornalístico enriquecido com experiências pessoais nos capítulos 'Segurança pública: a chave de tudo', 'Saneamento: 'tamo' junto' e 'O povo faz e acontece'. Os fracassos das UPPs e do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara estão lá. Mas também está a potência da juventude nas favelas: criativa, engajada em suas comunidades, conectada em redes de colaboração e mobilização. E, talvez, essa juventude seja a dona da resposta não para a questão do título do livro, mas para a pergunta: e agora?


Rio de Janeiro: Como Chegamos Aqui? pode ser adquirido através da Um Livro (https://loja.umlivro.com.br/) e da Livraria da Travessa (https://www.travessa.com.br/) 



Sobre a autora

Julia Michaels nasceu em Boston, nos EUA, e mudou-se para o Brasil em 1981, depois de completar um mestrado em Relações Internacionais na School of Advanced International Studies, da Johns Hopkins University. Fez um segundo mestrado em Literatura e Criação Literária, na Bennington College. Demorou décadas para começar a fazer perguntas acerca da cidade onde morou por mais tempo na vida: o Rio de Janeiro. Mas as perguntas afinal surgiram, e em 2010 criou o RioRealblog (@riorealblog) — um site bilíngue com o qual acompanhou as mais importantes transformações sofridas pela cidade maravilhosa. Autora de 'Solteira no Rio de Janeiro, as aventuras de uma gringa cinquentona na cidade maravilhosa' e de 'Arpoador-Homenagem' (Língua Geral), é mãe de três, avó de dois e a tutora do Strudel, seu dachshund.

 

Sobre a editora

A Editora Raiz chegou ao mercado em junho de 2017 com o propósito de oferecer soluções editoriais para autores nacionais e independentes. Presta serviços de edição, parecer de manuscritos, agenciamento, consultoria, coaching, criação de projetos e publicação. Seu diferencial está alinhado à satisfação daqueles para quem trabalha: autores e leitores: www.editoraraiz.com.br.

Vicentini Gomez lança “Cenas femininas e outras ilações”, livro que vai virar peça tetral

 

O livro Cenas femininas e outras ilações, de Vicentini Gomez, trata do universo feminino. Com ilustrações de Talessak e crônicas teatrais que mesclam humor e dramas do cotidiano, o livro está sendo lançado pela Editora Laços/SP. Escrito por um homem para ser encenado por mulheres, o texto já tinha sido aprovado pela atriz e diretora Maximiliana Reis - que vai encená-lo após o término da pandemia. 



Personagens da vida real, Cenas femininas e outras ilações transita por sonhos, rebeldias, traições, abusos, constrangimentos, risadas, mágoas e  perdões. Spoilers à parte, a peça encerrará de forma apoteótica com uma verdadeira "teatrata" (uma passeata dentro do teatro, com a adesão do público).

 

O livro pode ser adquirido no Mercado Livre, através do link https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1637031105-livro-cenas-femininas-e-outras-ilacoes-de-vicentini-gomez-_JM?quantity=1


 

SENNA

No próximo mês, Vicentini Gomez dará início às filmagens de Ayrton, Meninices no Coração do Brasil, projeto já aprovado pela Ancine, que contará boa parte da infância e adolescência de Senna. Ayrton passava as férias na fazenda do pai, na região de Tocantins. 

Fotos: Divulgação

“Tudo Passa”, de Maria Cecile Azambuja: um livro para entender a depressão e evitar o suicídio

 

O livro Tudo Passa é uma cartografia da depressão, doença que acomete milhões de pessoas no mundo inteiro. Foi escrito por Maria Cecile Azambuja, jornalista e roteirista de TV, durante um período do seu tratamento para a depressão. O livro acompanha esse processo e a produção de subjetividade que ele implica, além de trazer informações e respostas importantes acerca da doença e de seus sintomas. A autora também explica o pensar e o sentir na dinâmica das conexões neurais e como ela interfere de forma negativa ou positiva na vida de uma pessoa.

 


Quando Maria Cecile começou o seu percurso com a escrita do livro, não sabia aonde ia chegar. Por isso, ela se compara a um cartógrafo que, não tendo um alvo definido, vai apenas seguindo as pistas que surgem no seu caminho e fazendo intervenções. Foi descrevendo suas experiências à medida em que foram ocorrendo, às vezes fragmentadas e sem sentido imediato. Com a modulação do processo, as respostas foram se delineando mesmo que momentâneas pois o movimento nunca cessa.

 

Outras experiências também se desdobraram durante o percurso e algumas exigiram tratamento em separado. As ferramentas que usou, além da observação subjetiva, foram a pesquisa, o diário de campo, a psicoterapia, aplicativos de celular, dentre outras. Tudo Passa – Uma cartografia da Depressão reserva ainda um capítulo para listar as saídas que a autora criou para escapar de situações difíceis ao longo dos seis anos de tratamento e dicas para ajudar o leitor no combate e prevenção da doença.

 

O que se apresentou, ao final, foi a produção de conhecimento acerca da dimensão subjetiva e objetiva que avassala a vida de quem tem depressão. Pode ser lido como uma biografia, um livro de autoajuda, um estudo de caso tanto para a psicologia quanto para a psiquiatria ou simplesmente uma cartografia da depressão.

 

OBJETIVO

O objetivo do livro de Maria Cecile Azambuja é ajudar na recuperação de pessoas que estão acometidas pela doença, que podem estar pensando em suicídio, que têm dificuldade em acreditar que tudo passa, que têm um sentimento de desesperança pela vida e para aqueles que, conhecendo como se inicia um processo depressivo, podem agir preventivamente antes que a depressão se torne um mal maior. Tudo Passa tem ainda como objetivo informar àquelas pessoas que sofrem algum tipo de transtorno mental sem saber que é uma patologia possível de ser tratada.

 

A obra é destinada ao público em geral, pacientes em tratamento da depressão, pessoas que sofrem algum tipo de transtorno mental, pessoas que já tentaram o suicídio ou que intentam sobre ele, pessoas que se preocupam com a saúde mental, pessoas cujos parentes sofrem de depressão ou de algum transtorno mental, para que os compreendam, psiquiatras e psicólogos.