#ConexãoComOMundo
Há 8 anos
Espaço democrático para incentivar o prazeroso hábito da leitura. Resenhas, lançamentos de livros, atividades de bibliotecas, debates e entrevistas com autores, além de concursos literários, sorteios e outras promoções. Participe!
Já no ano
que vem, um leitor (e especialmente um estudante) que viva em Lins, no Estado
de São Paulo, em Campina Grande, na Paraíba, ou em Araguari, Minas Gerais, vai
ter acesso por seu tablet a milhões
dos melhores títulos a preços inferiores a dez reais, o que tende a provocar um
aumento no nível de leitura do país.![]() |
| Isis Regina autografa seu livro em São Paulo |
Na
obra são abordados diversos temas que abrangem as mais distintas realidades:
desde um momento de atitude impensada, em que a mãe acabou falando algo que não
devia à aceitação das mudanças. Uma verdadeira reunião de ensinamentos e
conforto aos corações destas grandes guerreiras.
"Não
há nada mais difícil do que escrever um livro fácil de ler", assegurou
Brown. "Ao contrário, é muito fácil escrever um livro difícil de ler. O
truque para que as páginas voem tem muito a ver com ensinar algo novo em cada
página", acrescentou.![]() |
| Dan Brown |
O livro é
dividido em três partes. Na primeira, Gerson foca o jogador e muitas de suas
curiosas histórias no Botafogo e na seleção, celebrando o futebol, jogo que
inventou Mané Garrincha e que Mané Garrincha reinventou. Na segunda, o outro
lado: o alcoolismo que vitimou o craque, algumas tragédias que lhe aconteceram
e injustiças sofridas, algumas ao lado de Elza Soares. Mas o livro volta a
sorrir na terceira parte, a mais longa, e transforma-se numa festa de humor e
irreverência, celebrando a vida e o legado do mais chapliniano personagem que o
Brasil gerou. Gerson Suares consegue dar ao leitor uma dimensão magnífica de
Garrincha – mito, anjo, gênio, mas, sobretudo, homem.
O jornalista e escritor Luis Pimentel acaba de
lançar sua mais recente obra: “Almanaque Brasil de Todas as Copas - 1914-2014”, com ilustrações de Amorim e selo da Editora Mauad. A publicação reúne
anos de histórias da seleção brasileira, desde 1914 quando disputou a primeira
partida oficial, que em 2014 se torna centenária. ![]() |
| Luis Pimentel e Amorim: uma dupla afinada |
Os números mostram que o mercado editorial, por meio
da redução dos preços, dentre outras numerosas ações que vêm sendo
empreendidas, está avançando na meta prioritária de ampliar o hábito de
leitura. Pesquisa DataFolha, realizada na Bienal Internacional do Livro de São
Paulo, em agosto de 2012, corrobora a tendência de que cresce a procura por
livros, inclusive por consumidores de classes de renda menor: aumentou o número
de indivíduos adultos (43% em 2012, contra 38% em 2010) que visitaram a Bienal
do Livro pela primeira vez. Cresceu, ainda, a proporção dos frequentadores da
Classe C, de 14% para 19%.
O número é 7,2% superior ao registrado em 2010,
quando cerca de 438 milhões de exemplares foram comercializados. Do ponto de
vista do faturamento, o resultado também foi positivo, e atingiu a casa dos R$
4,837 bilhões – um crescimento de 7,36% sobre o ano anterior, o que, se
descontada a inflação de 6,5% pelo IPCA do período, corresponde a um aumento
real de 0,81%.
São visíveis os avanços no sentido de reduzir o
preço do livro e promover a sua democratização. Há, porém, muito o que se fazer
em várias frentes, incluindo o sistema de ensino, as famílias, as entidades de
classe do setor editorial e o poder público, em especial por meio de uma
efetiva reforma tributária, e de medidas positivas como o Vale-Cultura. Se
todos fizerem sua parte, o livro passará a ser um direito inerente à cidadania
brasileira.
Bate-papo
e sessão de autógrafos de lançamento da nova edição de Dias de luta - O rock e o Brasil
dos anos 80, do jornalista Ricardo Alexandre, acontece nesta segunda-feira, dia 6, na Livraria Cultura
do Cine Vitória (Rua Senador Dantas, 43, Cinelândia, Centro, Rio de Janeiro). O evento contará
com a presença de Selvagem Big Abreu, Alvin L. e José Roberto Mahr, com a
mediação de Alessandro Alr, do projeto Maldita 3.0. A capa do livro é uma criação do designer Alex Vargas
Cassalho com ilustrações de Marcus Penna, inspiradas nos oitentistas videogames
de 8-bits. A obra tem o selo da Arquipélago
Editorial.
Dias de luta é o registro de um período único
da música brasileira. Na década de 1980, entraram em perfeita sincronia uma
geração de artistas talentosos e uma indústria fonográfica ávida por novidades.
Essa combinação, somada a um momento histórico propício a rupturas e recomeços,
transformou o rock brasileiro em um fenômeno de massa inédito no país. Os
jovens roqueiros tornaram-se popstars. A música cosmpolita tomou conta das
rádios e das TVs. O rock virou um grande negócio.